quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Visitem, é um jornal de recife de excelente condição editoriale que trabalha coma popularização da Literatura , em especial a poesia!
Este foi um poema meu publicado:

Me avisarei, por Paulo Alexandre Vasconcelos
Publicado em 02.08.2007, às 08h44


não acordes o tempo.
tu entras por aquela rua,
e eu dobrarei a esquina e terei o rio e a sua sensatez.
assim, me avisarei que és ausente.

e o rio contemplará a minha face branca, branca.
e eu crescerei no silêncio.
o rio se avolumará,
e os meus gestos serão líquidos e parados,
mesmo como o tufão que passe e ouse.
eu levantarei como um talo breve
e ficarei como uma lua sobre o rio quieto e farto
desse pouso sensato e natural ser só.
http://jc.uol.com.br/2007/08/02/not_146037.php

LINKTERATURA

Projeto realiza recital de poesias no Centro Luiz Freire

Pernambuco é lider na popularização da poesia!!!!!!!!!!!!!!!!
É incrível como as politics culturais deste estado desbancam todos os demais!
]Paulo


Projeto realiza recital de poesias no Centro Luiz Freire
Publicado em 27.02.2008, às 09h08



Do JC OnLine


O Ponto de Cultura Quartas Literárias - que promove o diálogo entre a literatura e diversas linguagens artísticas - realiza mais um recital de poesias nos jardins do Centro de Cultura Luiz Freire, no Carmo, em Olinda. A edição de fevereiro do projeto acontece nesta quarta-feira (27), a partir das 18h30. A entrada é gratuita.

Além do recital, a programação inclui roda de capoeira, samba de roda, rap e exposição de artesanato do Centro de Referência para Infância e Adolescência de Olinda (CRIA). O evento contará com a participação dos poetas Edvaldo Bronzeado, Ivan Almeida, Jommard Muniz de Brito, Jorge Lopes, Lohana, Mariane Bigio, Oriosvaldo, Sil "Mão de Veludo", Susana Morais e Toninho de Olinda.

¿Pero a dónde van a parar estas obras famosas, acaso su fama no hace imposible su venta?


2008
¿A dónde van los cuadros robados?

Como en un película de Hollywood en las últimas semanas se pepetraron espectaculares robos de obras de arte.

Hace 10 días cuatro cuadros de Cézanne, Van Gogh, Degas y Monet, valorados en 112 millones de euros, fueron robados del Museo Bührle de Zúrich por tres tipos encapuchados.

La policía suiza confirmó que se trata de las pinturas Champ de coquelicots près de Vétheuil (1879) de Monet, Ludovic Lepic et ses filles (1871) de Degas, Branches de marronier en fleurs (1890) de Van Gogh, y L'enfant dans une veste rouge (1888-90) de Cézanne.

Se trató del segundo robo ocurrido en Suiza en menos de siete días. El 7 de febrero dos óleos de Picasso desaparecieron del Centro Cultural Seedamm de Pfäffikon, en el cantón de Schwyz.
Como enchergamos a obra de arte, e como o fato de rouba-las determina umfato, fora do campo da arte?
paulo a c v

El cuadro de Magritte, usado
como gag en The Thomas Crown affair

¿Pero a dónde van a parar estas obras famosas, acaso su fama no hace imposible su venta?

La episodio me recuerda el film The Tomas Crown affair dirigida por John Mac Tierman, donde un millonario protagonizado por Pierce Brosnan, robaba en una redada muy estudiada y astuta un cuadro de Monet bajo la mirada de los propios custodios del MET de New York.

Le teoría del robo por encargo, la versión romántica del hecho, la de un apasionado millonario que mandó a robar las obras para su regocijo personal, se barajó de inmediato pero finalmente fue demolida rápidamente por los realista escuadrones del FBI que se ocupan de estos menesteres.

Entonces, ¿a dónde van a parar las obras? ¿Cuál es el negocio de robarlas?

Algunas teorías:


Continuar leyendo "¿A dónde van los cuadros robados?" »

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

LAS ACUARELAS EN CUESTIÓN. Hitler las habría pintado para impresionar a su amante, la actriz Eva Braun, según explicó el actual dueño de las pinturas.

PorqueHitler ainda hoje é um fenômeno de curiosidades e de especualções de amenidades no ÂMBITO DO IMAGINÁRIO POPULAR INSTIGADOPELA MÍDIA?
PORQUE SERÁ?
pAULO A CV

LAS ACUARELAS EN CUESTIÓN. Hitler las habría pintado para impresionar a su amante, la actriz Eva Braun, según explicó el actual dueño de las pinturas. AFP
http://www.servicios.clarin.com/notas/jsp/enie/v1/galeria/galeria.jsp?notaId=1542546&mtmTipo=Imagen&mostrar=838628

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

oscar



Realmente o oscar deste ano, como super-evento do mundo da moda e do consumo foi morno, a excessão da premiação de Marion Cottilar, como Piaf, mas suas intenções enquanto evento midiático em rede foi cumprido e teve seu palanque ideológico envolvendo apresentadores - soldados americanos no Irak.Aliás os americanos não perdem tempo para efeito de a mídia a serviço do poder.
paulo a c v
25/02/2008 - 02h48
Em festa morna e previsível, "Onde os Fracos Não Têm Vez" leva quatro estatuetas
ALESSANDRO GIANNINI
Editor do UOL Cinema
Numa festa morna e sem grandes surpresas, "Onde os Fracos Não Têm Vez" foi o grande vencedor da 80ª. edição do Oscar. O filme dos irmãos Joel e Ethan Coen levou quatro dos oito prêmios artísticos, incluindo melhor filme, direção, roteiro adaptado (também para os irmãos Coen) e ator coadjuvante (Javier Bardem). O principal concorrente, "Sangue Negro", apenas confirmou o favoritismo de Daniel Day-Lewis como melhor ator, algo que era dado como certo até pelo mundo mineral de Hollywood.



"Onde os Fracos Não Têm Vez", dos Coen, é o grande vencedor da noite com 4 Oscar
LISTA DE TODOS OS VENCEDORES
FOTOS DA PREMIAÇÃO
ASTROS NO TAPETE VERMELHO
BLOG DO SÉRGIO DÁVILA COMENTA
Jon Stewart, apresentador da cerimônia em substituição à comediante Ellen DeGeneres, conduziu a festa com graça e bom humor, mas foi comedido demais para quem conduz um explosivo programa de sátira política na televisão americana. Gentil e muito educado, foi o responsável por trazer de volta ao palco a pianista tcheca Marketa Irglova, ganhadora do prêmio de canção ao lado de Glen Hansard com "Falling Slowly", do filme "Once", para que pudesse completar o seu agradecimento.

Por parte dos premiados não houve também grandes discursos ou ilações dignas de um Michael Moore. Aliás, o diretor de "S.O.S Saúde", indicado ao Oscar de documentário de longa-metragem, foi obrigado a assistir Tom Hanks apresentar do palco um grupo de soldados americanos anunciarem, via satélite diretamente de Bagdá, os indicados ao prêmio de curta documentário para "Freeheld". No mesmo bloco, o diretor de "Táxi to The Dark Side", Alex Gibney, foi quem mais se aproximou da subversão ao dizer que "precisamos consertar esse país e sair do lado negro".

As mulheres se fizeram notar mais do que os homens nessa edição, seja pela elegância, pela deselegância ou pela surpresa. A francesa Marion Cotillard, melhor atriz por "Piaf - Um Hino ao Amor", será lembrada tanto por sua beleza, quanto pelo figurino e também pelo bonito discurso. A talentosa ex-stripper Diablo Cody, roteirista de "Juno", entrará para a história das mais mal vestidas do Oscar por causa de um vestido de oncinha. E Tilda Swinton, a magnífica atriz britânica que trabalha com George Clooney em "Conduta de Risco", fez história por derrubar concorrentes fortíssimas na categoria atriz coadjuvante e da generosidade de suas palavras.

No capítulo momentos encantadores, houve alguns dignos de nota. Entre os quais, um que certamente será repetido nas próximas edições, foi quando o desenhista de produção Robert Boyle, 98 anos, o homenageado da noite com um Oscar honorário agradeceu a Hitch por ter se arriscado a aceitá-lo na indústria de cinema. O Hitch a quem Boyle se referia era ninguém menos do que Alfred Hitchcock, com quem trabalhou em "Intriga Internacional" e "Os Pássaros".

by uol
http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/02/25/ult4332u679.jhtm

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Surrealismo y diseño


A busca em B aires pelo design é definitivamente declarada em suas realizaçaões no campo da arte, a propósito disto afirma esta exposiçaõ, que tendo oportunidade não deve deixar de ser vista, até mesmo pelo passeio com olhos por obras de artistas conhecidos.
PAULO a cv


Surrealismo y diseño

Cosas del surrealismo es una de las exposiciones más ambiciosas de la temporada europea 08.

Organizada por el Victoria and Albert Museum de Londres y coproducida por el Museo Guggenheim Bilbao, se trata de la primera muestra que examina la influencia de este movimiento en el amplio mundo del diseño, a través de unas 250 objetos en medios como la pintura, el teatro, el interiorismo, el mobiliario, la moda, el cine, la publicidad y la arquitectura.


Tapa del catálogo. Teléfono afrodisíaco de Salvador Dalí

Dividida en cinco secciones temáticas: El ballet; El Surrealismo y el objeto; El interior ilusorio; La naturaleza se vuelve extraña; y La exhibición del cuerpo; la muestra -que podrá visitarse en Bilbao a partir del 29 de febrero- también proporciona un contexto histórico para el surrealismo señalando las exposiciones y eventos más relevantes, y resaltando las obras posteriores de los artistas y diseñadores surrealistas cuyas carreras fueron más allá de este movimiento.

Analiza, a su vez, cómo los artistas surrealistas abrazaron el mundo del diseño y cómo, al mismo tiempo, el Surrealismo sirvió a los diseñadores como fuente de inspiración.

La exhibición, que hace eje en la obra de Dalí y en su relación con Peggy Guggenheim, propone un particular recorridos por las piezas más singulares de sus principales protagonistas además de Dalí, se exhiben obras de René Magritte, Joan Miró, Giorgio de Chirico, Elsa Schiaparelli, Jean Michel Frank, Frederick Kiesler y Max Ernst, muchas de ellas mostradas al público por primera vez.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

MORRE OSWALDO LOUZADA

Morreu na madrugada desta sexta-feira, 22, o ator Oswaldo Louzada, aos 95 anos. De acordo com a Globonews, a causa da morte foi falência múltipla de órgãos decorrente de uma pneumonia.



O enterro será às 17h no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O velório será na capela 2 do cemitério.

O ator ficou conhecido nacionalmente por interpretar Leopoldo Duarte, que era maltratado pela neta Dóris (Regiane Alves), na novela Mulheres Apaixonadas, exibida em 2003, na TV Globo.



BIOGRAFIA

Oswaldo Louzada nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de abril de 1912. Morou com a família em anexo das instalações do Teatro Recreio, onde seu pai, o engenheiro-eletricista Guilherme, o Cadete, era iluminador.

O ator fez sua estréia no teatro em 1930 na Companhia Belmira, de Almeida-Odilon, na qual trabalhava seu irmão, o ator Armando Louzada. Aos 18 anos, foi convidado por Joracy Camargo para integrar o elenco de Cortesão e companhia, e arranca gargalhada ao contracenar com Dulcina de Moraes.

No cinema, apareceu em várias produções da Cinédia, entre as quais Alô, alô carnaval, de Ademar Gonzaga, de 1936. Na Atlântida Cinematográfica, participou do primeiro grande sucesso de bilheteria da produtora: Moleque Tião, de José Carlos Burle (1943), com Grande Otelo no papel-título.

Em 1952, fez par romântico com Fernanda Montenegro em Está lá fora um inspetor, de J. B. Priestley, no Teatro Serrador, sob a direção de João Villaret . Em 1955, ao rodar Mãos sangrentas com Carlos Hugo Christensen, é premiado pela Associação de Críticos Cinematográficos como o melhor ator do ano.

Estréia na televisão em 1956 pelas mãos de Jacy Campos, no programa Câmera Um, na TV Tupi. Participa de teleteatros na TV Continental e na TV Rio. Em 1958, recebeu prêmio da Associação de Críticos Paulistas por sua atuação em A alma Boa de Setsuan, de Bertold Brecht, dirigido por Flamínio Bolloni.

Em 1959, segue outra vez para a Europa com a Companhia Maria Della Costa, que conquista com Gimba, de Gianfrancesco Guarnieri, direção de Flávio Rangel, prestígio internacional no Grande Festival das Nações, no Teatro Sarah Bernhardt, em Paris. Em 1973, conquistou o Prêmio Molière por seu personagem Carrapato, em Botequim, de Gianfrancesco Guarnieri, peça estrelada por Marlene.

Entrou para a TV Globo em 1975, na novela Escalada, e permanece no elenco da emissora até hoje. Participou das novelas Cabocla, Locomotivas, Brilhante e Mulheres apaixonadas; nesta última, tem comovente desempenho ao lado da atriz Carmem Silva.

Em 1998, recebeu a Medalha do Mérito Pedro Ernesto, por iniciativa do vereador e ator Antonio Pitanga. Seu último trabalho na televisão foi na série Sob Nova Direção, da TV Globo.








08:58 Morre o ator Oswaldo Louzada





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BY UOL

MORRE RUBENS DE FALCO


PESA-NOS ACEITAR A MORTE DE UM ATOR BRASILERIO QUE HA MUITO A MÍDIA O DESPREZARÁ.ATOR DE QUALIDADES E DE REPRESENTAÇAÕ INTERNACIONAL DO BRASIL, SOBRETUDO NO UNIVERSO DAS TELENOVELAS.
PAULO A CV
Morre Rubens de Falco, o Leôncio de 'A Escrava Isaura'


Arquivo FI


O ator Rubens de Falco, que consagrou-se como o vilão de A Escrava Isaura

FOTO DE RUBENS DE FALCO

São Paulo - O ator Rubens de Falco morreu na manhã de hoje, aos 76 anos, em função de uma parada cardíaca. O artista estava internado no Centro Integrado de Atendimento ao Idoso (Ciai), no Morumbi, em São Paulo, havia dois anos. Ele tentava se recuperar dos problemas causados por um derrame. Na televisão, o ator trabalhou em duas versões da novela A Escrava Isaura.

A primeira, exibida pela TV Globo entre 1976 e 1977, consagrou Rubens de Falco como o vilão Leôncio. Na segunda adaptação, realizada pela Record, o artista ficou com o papel do comendador Almeida, pai de Leôncio, e repetiu o sucesso. Já no cinema, integrou o elenco de filmes como Nós, os Canalhas e Pixote: A Lei do Mais Fraco.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Telemarketing precisa ser regulamentado

Sábado, 17 de junho de 2006, 06h56


Francisco Viana

Especial

Telemarketing nos caminhos da anticomunicação e invasão de privacidade






Do Bloco de Notas

Fatos do cotidiano que podem contribuir para aperfeiçoar e motivar boas práticas de comunicação corporativa.



Invasão de privacidade

No afã de vender serviços, companhias de serviços das mais diversas trilham os caminhos da anticomunicação. Invadem a privacidade dos cidadãos-clientes com insistentes vendedoras de telemarketing que ligam sem qualquer cerimônia, inclusive aos sábados. A falta de limites que hoje grassa nesse tipo de prospecção de vendas irrita a todos. Da minha parte, deixei de atender esse tipo de consulta. Sugiro que o cidadão faça o mesmo e que os departamentos de comunicação das companhias invasoras reflitam sobre o tema.

Por que não consultar o usuário se ele quer ou não atender o telemarketing? Não seria mais civilizado enviar um e-mail? Aliás, o Congresso precisa legislar sobre o tema da invasão de privacidade do cidadão pelas companhias prestadoras de serviços. A tensão cresce e nada se faz para proteger o cidadão com as letras vivas de um rigoroso contrato social. E multas pesadas para as companhias invasoras.
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Após ler este artigo,quase dois anos depois, me dou conta que também sou uma vítima dos TELEMARKETING-Isso é crime e precisa ser regulamentado, agora imagine vocês que eu como professor, sou atordoado por mensagens, torpedos, telefonemas de bancos, empresas diversas, ongs.Agora ainda considerem vocês que, dou aulas e de repente me sinto perseguido na minha provacidade por mesangens e contatos que nao peço e ao contrário abomino.
Agora farei o seguinte: publicarei em blogs os invasores que me fazem perder tempo, para fazer a mesma antocimunicaçaõ que eles provocam.

paulo a c v

El compromiso de Cildo Meireles obtiene el Premio Velázquez



A sutileza, a dedicção do artista plástico, leva-o ao prêmio Velaquez com extrema justiça, para deliete de nós brasileiros.
Pauloa cv


El compromiso de Cildo Meireles obtiene el Premio Velázquez
La obra del escultor brasileño fue elegida por unanimidad del jurado
F. J. - Madrid - 20/02/2008


Vota Resultado 8 votos
"España ha sido siempre la cultura que más me ha emocionado", afirmaba ayer Cildo Meireles desde Río de Janeiro, ciudad en la que trabaja y donde nació en 1948. Poco antes, se había conocido su elección por unanimidad como Premio Velázquez 2008, dotado con 90.450 euros. Y sus recuerdos se remontaban a sus años de formación. "A los 12, mi padre me regaló un libro de Goya y me fascinó. La pintura española ha jugado un gran papel en la historia del arte y por eso este premio es importante para mí. Además, mi primera gran exposición individual fue en el IVAM en 1995".


Nuevos aires para afrontar el futuro de los galardones
La noticia en otros webs
webs en español
en otros idiomas
Parece natural que a su memoria acuda Goya antes que Velázquez, dada la vertiente política de su trabajo. "Hay una parte de mi obra que tiene esa lectura, pero huyendo de lo panfletario. Creo que la obra artística tiene que dialogar con la historia del arte. El aspecto político es importante, pero no lo es todo. Por circunstancias de mi vida, me sentí más cerca de Goya desde el principio, y de El Greco, que es otro de los grandes pintores que admiro".

Con todo, también se rastrea la impronta de Velázquez en este artista que en los años sesenta propuso una visión singular aparte del conceptualismo y el formalismo reinantes. Si Las meninas, por ejemplo, invitan al espectador a adentrarse en la escena, Meireles considera que la interacción del público es la que completa la obra. "En efecto", admite. "Es una parte estructural de muchas de mis piezas. Fue algo que interesó a muchos de los artistas brasileños. Se intentaba ampliar el campo de percepción. Hacer participar todos los sentidos, no sólo a la visión". Este creador emplea la vista, el olfato y el tacto como una reflexión sobre la percepción del arte en instalaciones, esculturas y performances.

Pese al reconocimiento de ayer (su candidatura fue propuesta por 7 de los 14 miembros del jurado), se pudo ver poco de su obra en la recién clausurada edición de Arco, que se dedicaba, precisamente, a Brasil. "Es que en estos momentos estoy muy absorbido por dos proyectos", se excusaba ayer. "Una exposición de dibujos que abro el día 26 en el Museo de Curitiba (Brasil), y en octubre tengo una retrospectiva en la Tate Modern de Londres, con piezas grandes desde los sesenta hasta ahora. Y voy algo retrasado".

Lo que se podrá ver en estas instituciones es la obra de uno de los artistas que ha desarrollado el lenguaje de la instalación y el arte conceptual de modo más claro y sólido. "El arte conceptual, irónicamente, aspiraba a la democratización de la expresión artística. Pero terminó siendo excesivamente verbal y aburriendo a un público al que se forzaba a leer horas y horas. Siempre pensé que un artista no debe abdicar del aspecto de seducción de su trabajo. Todo se resumía en eso para mí. No abominé del arte conceptual, pero intento trabajar conceptualmente con otra intención. El arte debe secuestrar al espectador, al menos por unos instantes".

by el´pais. es

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

04:22 AM) Fidel Castro deja el poder tras casi medio siglo

04:22 AM) Fidel Castro deja el poder tras casi medio siglo

el universal venezuela




La Habana.- El convaleciente líder Fidel Castro dijo hoy que no seguirá como presidente de Cuba, despidiéndose del poder después de casi medio siglo como leyenda viviente de la izquierda mundial.

Castro, de 81 años, dijo en un texto publicado por el diario oficial Granma que aún no se ha recuperado de la enfermedad que lo obligó a transferir hace un año y medio el poder a su hermano Raúl.

"A mis entrañables compatriotas, que me hicieron el inmenso honor de elegirme en días recientes como miembro del Parlamento (...) les comunico que no aspiraré ni aceptaré -repito- no aspiraré ni aceptaré, el cargo de Presidente del Consejo de Estado y Comandante en Jefe", escribió Castro en el diario del gobernante Partido Comunista.

La decisión de no postularse para otro mandato de cinco años como jefe de Estado despeja el misterio sobre el futuro político del hombre que ha gobernado Cuba desde la revolución de 1959, desafiando a Estados Unidos y convirtiéndose en un mito para la izquierda mundial, reseñó Reuters.

Castro dijo en su mensaje no estar en "condiciones físicas" de encabezar otro mandato de cinco años como presidente.

Su sucesor en la presidencia será anunciado el 24 de febrero, cuando el Parlamento cubano se reúna para renovar al Consejo de Estado, que el mismo Castro preside hasta ahora.

Raúl Castro, un general de 76 años que fue durante medio siglo su mano derecha y lo reemplaza interinamente desde que enfermó hace un año y medio, es el candidato más firme para sucederlo.

En su mensaje, Castro dice que Cuba dispone de dirigentes de varias generaciones para relevarlo.

Fidel Castro se apartó temporalmente del poder el 31 de julio del 2006 tras una operación intestinal que lo tuvo al borde de la muerte. No ha sido visto en público desde entonces.

Su renuncia a la presidencia no impide, sin embargo, que sea elegido miembro del Consejo de Estado o desempeñe en el futuro el papel de un veterano estadista.

Asimismo, Castro mantendrá una gran influencia política desde su puesto de primer secretario del gobernante Partido Comunista.

Desde ahora, dijo, seguirá escribiendo ensayos en la prensa, como desde hace casi un año.

"No me despido de ustedes. Deseo solo combatir como un soldado de las ideas. Seguiré escribiendo bajo el título 'Reflexiones del compañero Fidel'", añadió.

el universal venezuela

Renúncia de Fidel não deve gerar mudanças em Cuba, dizem especialistas


Ha tempos vindo a preparar sua síada oficial dopoder, e lei-a -se isto entre aspas pois enquanto vida tiver ele estará no poder,Fidel faz o exercício de substituiçaõ sua pelo seu irmão Raul.A bem da verdade vejo isto como um laboratório em vida do comandante para ver as reações internacionais como se sucedem,e ainda mais agora coma transiçaõ Bush
PAulo a c v


Renúncia de Fidel não deve gerar mudanças em Cuba, dizem especialistas
Da Redação
Em São Paulo

Depois de 49 anos no poder, Fidel Castro renunciou nesta terça-feira (19) à presidência de Cuba. O anúncio foi feito em carta publicada no jornal estatal Granma. Para especialistas ouvidos pelo UOL News, a renúncia não deve acarretar grandes mudanças no país, uma vez que, na prática, Fidel já estava afastado do poder desde julho de 2006, quando passou o comando do país ao irmão, Raúl Castro.



Veja entrevista com Laurindo Leal Filho

"Não é um episódio dramático, que implique em grande mudança", disse o sociólogo e professor da USP, Laurindo Leal Filho. Para ele, a doença do presidente permitiu uma transição mais tranqüila. "Talvez uma situação mais abrupta, um eventual falecimento do presidente no poder, criasse situações mais difíceis", falou.

Para Cristina Pecequilo, professora de relações internacionais da Unesp (Universidade do Estado de São Paulo), a saída oficial de Castro também não deve mudar o relacionamento da ilha com os Estados Unidos. "Sem Fidel no poder, que é uma realidade que já observamos há um tempo, à medida que ele já havia se afastado na prática de suas funções de governo, a relação entre Estados Unidos e Cuba, no curto prazo, não tende a sofrer grandes modificações", explicou.

Veja entrevista com Cristina Pecequilo

Hoje, segundo Cristina, Cuba divide-se entre a influência de Hugo Chávez - presidente da Venezuela e um dos líderes do novo movimento socialista -, e do mundo capitalista, representado pelos Estados Unidos. "Cuba continua hoje dividida entre dois mundos, e aí temos que ver qual que vai prevalecer", falou.

Leal Filho acredita, no entanto, que "não há nenhuma possibilidade de uma reversão para o capitalismo". "A revolução cubana está enraizada na sociedade", afirmou.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

amor em tempos de coléra de gabriel garcia marques no cinema


Traz Fernanda Montenegro exuberante!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"Tropa de Elite" vence Urso de Ouro em Berlim

Merecido o urso, pois é uma grande película que além de seu valor técnico traz um valor ideológico e que faz dicutir quem somos e porque assim somos
paulo a cv



"Tropa de Elite" vence Urso de Ouro em Berlim
Da Redação *
O filme brasileiro "Tropa de Elite", de José Padilha, foi o vencedor do Urso de Ouro de Melhor Filme em Berlim. O Urso de Prata ficou com o documentário sobre tortura em em Abu Ghraib "Standard Operating Procedure", do norte-americano Errol Morris.


O diretor José Padilha exibe o Urso de Ouro de "Tropa de Elite", grande vencedor 58º Festival de Cinema de Berlim
EXIBIÇÃO TEVE PROBLEMAS
PADILHA E MOURA DEFEDEM O FILME
"TROPA" TEM ESTRÉIA CONTROVERSA
FOTOS DO FESTIVAL
FOTOS DE "TROPA DE ELITE"
WAGNER MOURA: REALIDADE É PIOR QUE "TROPA"
COMENTE A VITÓRIA DO FILME
JOSÉ PADILHA NO BATE-PAPO UOL COM MARCELO TAS
"É difícil expressar sentimientos em qualquer língua. Costa-Gavras é um herói para todos na América Latina, por todos os filmes que fez", disse o diretor brasileiro ao receber o prêmio das mãos do presidente do júri, o diretor franco-grego Constantin Costa-Gavras.

Apesar da recepção majoritariamente negativa que teve na mídia internacional --a produção brasileira chegou a ser chamada de "fascista" pela revista americana "Variety"--, "Tropa de Elite" desbancou os favoritos "Sangue Negro", de Paul Thomas Anderson, e a comédia "Happy-Go-Lucky", de Mike Leigh.

Na sexta-feira (15), Padilha rebateu às críticas internacionais dizendo que, independente de se gostar ou não de "Tropa de Elite", o importante é o debate que o filme teria causado.

Além do filme de Padilha, mais uma produção brasileira foi premiada em Berlim: Daniel Ribeiro recebeu o Prêmio Geração 14 Plus, voltado ao público jovem, pelo curta-metragem "Café com Leite".

Sucesso popular
Antes mesmo de sua estréia no Brasil, dia 5 de outubro de 2007, o filme "Tropa de Elite" já era um dos mais comentados da história do cinema brasileiro, por conta da inédita pirataria de cópias não-finalizadas do longa-metragem. Mesmo assim, o foi o filme brasileiro mais visto de 2007, encerrando o ano com 1,9 milhão de pagantes nos cinemas (a estimativa de cópias piratas vendidas é de 11,5 milhões).


Cena de "Tropa de Elite", que foi criticado por mostrar métodos violentos da polícia

Camelô mostra cópias piratas de "Tropa de Elite" e filmes do Bope vendidos no Rio
INTERNAUTAS ELEGEM "TROPA DE ELITE" O MELHOR FILME DE 2007
TRAILER DO FILME
FUNK DO CAPITÃO NASCIMENTO
ATOR CAIO JUNQUEIRA CHAMA CAMELÔ DE "MOLEQUE"
"TROPA DE ELITE" NO "METRÓPOLIS"
O sucesso popular de "Tropa de Elite" foi tamanho que camelôs do Rio de Janeiro e São Paulo chegaram a distribuir "continuações" do filme, na verdade vídeos institucionais produzidos pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais, divisão da Polícia Militar carioca da qual faz parte o Capitão Nascimento, protagonista do filme) para confrontar os vídeos produzidos pela facção criminosa Comando Vermelho e distribuídos nas favelas cariocas.

A vocação pop do filme se expressou de várias formas: fantasias de "Tropa de Elite" foram o grande sucesso no Carnaval de 2008, os MCs Cidinho e Doca (autores do "Rap das Armas", trilha das primeiras cenas do filme) passaram a fazer shows na em todo país e o quadro-paródia "Bofe de Elite" fez com que o programa do humorista Tom Cavalcante, na Record, ocupasse freqüentemente a liderança no Ibope.

Polêmicas
"Tropa de Elite" também foi alvo de críticas no Brasil, por conta da maneira como trata temas polêmicos como a violência policial no combate ao crime, a responsabilidade dos compradores de drogas e a suposta hipocrisia das passeatas de paz organizadas pela classe média. Diversas vezes o diretor José Padilha e o protagonista Wagner Moura tiveram que defender-se da acusação de "fascismo" e apologia à violência no filme - a ponto do ator, ainda em outubro, já se dizer cansado de responder às mesmas críticas.

Veja os vencedores do 58º Festival de Cinema de Berlim:

- Melhor Filme: "Tropa de Elite", de José Padilha
- Prêmio Especial do Júri: "S.O.P. - Standard Operating Procedure", de Errol Morris
- Melhor Diretor: Paul Thomas Anderson ("Sangue Negro")
- Melhor Contribuição Artística: Jonny Greenwood (Radiohead), pela trilha sonora de "Sangue Negro"
- Melhor Roteiro: Wang Xiaoshuai ("In Love We Trust")
- Melhor Ator: Reza Najie ("The Song of Sparrows")
- Melhor Atriz: Sally Hawkings ("Happy Go Lucky")
- Melhor Filme de Estréia: "Asyl - Park and Love Hotel", de Kumasaka Izuru

by http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/02/16/ult4332u660.jhtm

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

algumas questões sobre os eua


Porque a morte nos eua em clima de escola e universidades?
Porque jovens e armas em universidades e escolas?
Porque a mídia dá relevo?
Repete-se o sonho do cinema na vida dos Eua?
Que país é este democrático?
No tiro?
Na morte?
No assassinato da populaçaõ?
Que desgosto é este?
Porque o noticiário de sucesso do clima de morte entre jovens?
Um novo bigbrother da morte?

LOS WEBLOGS, páginas que se construyen en la red sin costo, se han convertido en una red de distribución alternativa para los poetas argentinos



LOS WEBLOGS, páginas que se construyen en la red sin costo, se han convertido en una red de distribución alternativa para los poetas argentinos.
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Desconocieron la indulgencia en todas las décadas, como si ésa fuera una gracia para la que su casta nació exceptuada. Desde 1920 a hoy, las distintas generaciones de poetas persiguieron la luz para sus obras a través de un mismo motor: obstinación. Creaban sus revistas, convocaban a encuentros de lectura y fundaban editoriales, aun con el riesgo o fracaso que encerraban. El decenio que corre no es la excepción. Como sus predecesores, los nuevos poetas buscan caminos alternativos y copian muchos de aquellos recursos para hacer circular sus textos. Pero un detalle los distancia. Para la nueva generación, el libro asoma en su horizonte como un soporte lejano, inalcanzable y hasta casi prescindible.

En esto de descartar el libro como posibilidad, Internet apareció como la herramienta para reparar esa carencia. Desde ahí tienden puentes a través de blogs. También encuentran en el arte una variante. Fanzines, trípticos pintados a manos y creaciones en origami son algunos de los soportes en que "viaja" su poesía, que distribuyen en librerías, bares, centros culturales o en las lecturas en recitales públicos. Claro que esa elección en algunos casos es una opción, en otras, una resignación. "El libro tiene una cantidad de lectores potenciales muy grande, que se apaga en una librería donde hay muchos libros o cuando algunos de ellos tienen un aparato promocional atrás", dice Hernán Lucas (Bs.As, 1974), quien pertenece al grupo de los poetas-libreros (es dueño de la librería Aquilea) . Y aunque acaba de editar su segundo libro de poesía, Prosa del cedido por el otro (Paradiso), sostiene: "Hay otros ámbitos más pequeños donde el texto llega de un modo más directo".

A esos ámbitos se refiere Selva Dipasquale (Bs.As, 1968), quien modera un blog (Desconocieron la indulgencia en todas las décadas, como si ésa fuera una gracia para la que su casta nació exceptuada. Desde 1920 a hoy, las distintas generaciones de poetas persiguieron la luz para sus obras a través de un mismo motor: obstinación. Creaban sus revistas, convocaban a encuentros de lectura y fundaban editoriales, aun con el riesgo o fracaso que encerraban. El decenio que corre no es la excepción. Como sus predecesores, los nuevos poetas buscan caminos alternativos y copian muchos de aquellos recursos para hacer circular sus textos. Pero un detalle los distancia. Para la nueva generación, el libro asoma en su horizonte como un soporte lejano, inalcanzable y hasta casi prescindible.

En esto de descartar el libro como posibilidad, Internet apareció como la herramienta para reparar esa carencia. Desde ahí tienden puentes a través de blogs. También encuentran en el arte una variante. Fanzines, trípticos pintados a manos y creaciones en origami son algunos de los soportes en que "viaja" su poesía, que distribuyen en librerías, bares, centros culturales o en las lecturas en recitales públicos. Claro que esa elección en algunos casos es una opción, en otras, una resignación. "El libro tiene una cantidad de lectores potenciales muy grande, que se apaga en una librería donde hay muchos libros o cuando algunos de ellos tienen un aparato promocional atrás", dice Hernán Lucas (Bs.As, 1974), quien pertenece al grupo de los poetas-libreros (es dueño de la librería Aquilea) . Y aunque acaba de editar su segundo libro de poesía, Prosa del cedido por el otro (Paradiso), sostiene: "Hay otros ámbitos más pequeños donde el texto llega de un modo más directo".

A esos ámbitos se refiere Selva Dipasquale (Bs.As, 1968), quien modera un blog (lainfanciadelprocedimiento.blogspot.com) y acaba de publicar Meditaciones en el bosque (Ediciones en danza). "Hay pocas posibilidades de publicar, entonces los autores nos gestionamos los propios libros, nos pagamos las publicaciones y la poesía toma la forma de blogs. Pero además la poesía tiene el componente de la oralidad, y por eso tiene la posibilidad de circular en ciclos".

La oralidad es un aspecto que ayuda a "salvarla", dice Nurit Kasztelan (Bs.As., 1982). Para ella, "la poesía tiene una instancia declamatoria que existe desde la antigüedad, hay algo adicional que se transmite con la voz y en eso de ver al poeta y escucharlo recitando". En 2007 publicó Movimientos incorpóreos (Huesos de Jibia) y coordina ciclos de lecturas en un blog (lamanzanaenelgusano.blogspot.com).

En poesía, el libro no siempre funciona como garantía, temen algunos. Germán Weissi, uno de los editores del fanzine "Color Pastel" (colorpastel.blogspot.com), dice: "Al libro hay que llegar, y llega quien lo busca y lo quiere. La gente no va a curiosear a ver qué encuentra en poesía". Para Weissi, por eso, "los blogs sirven para promocionar al autor y estimular a que sea buscado en las librerías". Además Weissi es creador de "Proveedora de Droga" (ediciones-pdd.blogspot.com), una editorial independiente de poesía y arte plegable, que funciona también en Barcelona a través de editorial Ozono.

El libro es una meta difusa también para Clara Muschietti (Bs.As., 1978), quien participó de la clínica de poesía coordinada por Fabián Casas en el Centro Cultural Rojas, aunque en 2007 publicó La campeona de nado (Irojo) y escribe en un blog (bailarpegados.blogspot.com). "El blog tiene inmediatez y es un fogueo para los textos, por que a través de los comentarios podés recibir devoluciones. Por ahora me sirve. Escribir pensando en publicar es algo que no se me ocurre".

Para Sebastián Hernaiz (Bs.As.,1981), de la revista digital de arte y literatura "elinterpretador.net", las páginas de los blogs "son como la publicidad en los baños, una alternativa más. Los ciclos de lectura ganaron publicidad gracias a Internet". Pero pareciera que no es el libro como objeto lo que está en crisis, sino un entramado más complejo. "Las editoriales desaparecieron como generadoras de bienes simbólicos. Están en manos de tecnócratas y los editores son fantoches que trabajan desde una oficina pensando qué se puede vender", opina Walter Cassara, poeta y responsable de la editorial Huesos de Jibia, que además de editar a nuevos autores realiza una tarea de rescate de poetas como Eugenio Montale.

En esa dirección aporta Mori Ponsowy (Bs.As.,1967), licenciada en Filosofía (Bs.As.), master of Fine Arts in Creative Writing (Boston), con varias distinciones como Enemigos Afuera -Premio Nacional 1999- y publicaciones. Ella fundó la revista "La mujer de mi vida", que cerró hace poco. "El mercado también se devora al individuo, nos convierte en personas anónimas y cada uno quiere ser especial, hacerse oír; las tecnologías son un medio y están ahí". Pero una cosa es la producción y otra la edición, separa Carlos Aldazabal (Salta, 1974), docente y fundador de la editorial El Suri Porfiado (elsuriporfiado.blogspot.com), nacida con el objetivo de publicar voces nuevas y también aquellas poco difundidas, como Bernardo Canal Feijoó y Juan Carlos Bustriazo Ortiz. "Uno escribe a pesar de que no circule y tenga los canales de circulación cerrados. Si se nació en un provincia, la cuestión es más difícil. Hay que luchar para entrar en Buenos Aires y ser reconocido como poeta argentino, sino uno se queda sólo como poeta patagónico", ejemplifica. Y agrega, "frente al abandono de las editoriales, la poesía asume distintos caminos de distribución. Es tarea de los poetas encontrar un público".

Claro que Internet también genera dudas. Para Cassara, "está muy bien como medio de difusión, pero no tiene nada que ver con la literatura. Produce la hiperdemocratización de la escritura y eso es fantástico, pero no creo que cambie la situación de la literatura". Ocurre que, por momentos, la poesía pareciera ser "endogámica", como apunta Kasztelan, "hay un prejuicio de que la poesía requiere un tipo de atención especializada". También, acota Muschietti, "se suele pensar que la poesía es algo que sólo empieza con un ¡Oh!". Ponsowy apunta que "la poesía sigue siendo para una elite, no sé si mejor o peor. Ni siquiera los narradores argentinos leen poesía, y no vamos a decir que es porque sean menos sensibles. Es una cuestión de pequeños grupos. A veces en una lectura de poesía no entiendo ni la mitad de lo que oigo, y el auditorio aplaude y me siento tremendamente minusválida. Aprendí que tal vez también quienes me leen a mí no me han entendido, aplauden quizás por contagio o por urbanidad. Así la poesía se convierte en pequeños lenguajes privados".
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2136748379269528594

MUSEO MARCIANO DE ARTE TERRESTRE. Sin título, de Dr. Larka, 2006. (Kate MacGarry)


ERA O QUE FLATAVA , VEJAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bush justifica la 'asfixia simulada' como método para obtener información
El presidente estadounidense asegura que vetará la ley que prohiba el uso de esta técnica
AGENCIAS - Londres - 15/02/2008


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El presidente de EE UU, George W. Bush, se ha referido a los atentados de Londres del 7-J para justificar el uso de la ‘asfixia simulada’ (verter agua sobre la cabeza del prisionero para causar la sensación de ahogo) en los interrogatorios a sospechosos de terrorismo después del 11-S, según ha señalado en una entrevista en la cadena BBC.


El Congreso estadounidense aprueba una ley para prohibir la 'asfixia simulada'
La noticia en otros webs
webs en español
en otros idiomas
Bush ha dicho que la información obtenida de presuntos terroristas ha ayudado a salvar vidas y ha considerado que los familiares de las víctimas del 7-J, donde murieron 56 personas y 700 resultaron heridas, entienden el empleo de esta técnica. Para el presidente estadounidense, el conocido método del waterbording no es una tortura y por eso ha amenazado con utilizar el veto sobre un proyecto del Congreso (controlado por los demócratas) para prohibirlo.

“Algunos dirán que estos terroristas ya no son una real amenaza contra EE UU. Yo no estoy para nada de acuerdo”, ha asegurado Bush refiriéndose a la ley que permite el empleo de este método y que justifica como una opción más para obtener información que permite proteger EE UU y otros países.

by elpais es

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Microsoft da más señales comprando la plataforma Danger


Noticias


A poderosa nao para, la se foi yahoo. agora
Microsoft da más señales comprando la plataforma Danger


Aunque indirectamente, se trata de la primera incursión del gigante informático en el mercado de los móviles y confronta con Android, de Google.


Reproducción

El atractivo y popular Sidekick.



Los medios tomaron como noticia informática de la semana la frustrada compra de Yahoo! por parte de Microsoft por tratarse de dos empresas líderes y por el monto propuesto para la fallida operación, pero algo que en un futuro seguramente será más importante y está pasando desapercibido es que el gigante de Redmond adquirió Danger, una empresa que provee una plataforma para dispositivos de comunicación móviles.
La intención que se puede suponer analizando el asunto es que Microsoft pretende competir con la similar plataforma gratuita Android, de Google y, yendo más lejos, se especula con el lanzamiento de un teléfono basado en su reproductor multimedia Zune en un plazo aproximado de dos años, tiempo que insumiría su desarrollo.

Por eso, a pesar de que la adquisición de esta empresa en problemas -se habla de un valor de transacción de aproximadamente 500 millones de dólares- por parte de Microsoft no va a ocupar las portadas de los diarios ni las revistas de informática por el momento, los analistas le asignan una gran importancia potencial.

Los analistas también leen esto como el posible solapado comienzo de abandono del sistema Windows Mobile, si es que Danger comienza a reemplazarlo en futuros e hipotéticos lanzamientos de dispositivos de la empresa informática más poderosa del planeta.

Haciendo historia, Danger es muy popular en los Estados Unidos con un dispositivo llamado Sidekick, algo así como un pionero de los mensajes SMS de gran llegada a nivel masivo.

by terra.ar

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

"A direção da Yahoo parece estar apostando que a Microsoft não quer 'se tornar hostil'


UOL BUSCA
Web|Notícias|Imagens|Vídeo|Preços
11/02/2008 - 12h47
Yahoo rejeita oficialmente a oferta de compra da Microsoft

NOVA YORK, 11 Fev 2008 (AFP) - O Yahoo rejeitou oficialmente a oferta de compra da Microsoft de US$ 44,6 bilhões por considerá-la desvalorizada, anunciou nesta segunda-feira o grupo em um comunicado.

"Depois de uma cuidadosa avaliação, a direção acredita que a proposta da Microsoft desvaloriza substancialmente o Yahoo, incluindo nossa marca global, ampla audiência mundial, significativos investimentos recentes em plataformas de publicidade e as perspectivas futuras de crescimento, o fluxo de efetivo e lucros potenciais, assim como nossos substanciais investimentos não consolidados", afirma o Yahoo.

Em 1º de fevereiro, a Microsoft anunciou o que qualificou como "uma generosa" oferta para adquirir o Yahoo, em um esforço de fundir a maior companhia mundial de softwares com um dos principais atores da Internet. O objetivo era competir com o gigante de buscas e publicidade online Google.

A Microsoft havia proposto US$ 31 por ação, um prêmio de 62% sobre a cotação de fechamento do dia anterior, e afirmou que a combinação de ambas as companhias levaria a redução de custos de US$ 1 bilhão por ano.

Em sua edição de sábado, o "Wall Street Journal", que citou fontes próximas da negociação, antecipou esta notícia.

Segundo a matéria, a direção da Yahoo considerou que a oferta da Microsoft "desvalorizava enormemente" a empresa e não levava em conta os riscos que o Yahoo enfrenta, já que um negócio desse porte poderia ser bloqueado por agências de regulação governamentais.

"A direção da Yahoo parece estar apostando que a Microsoft não quer 'se tornar hostil' e tentar adquirir a companhia contra os desejos da administração e da direção", acrescentou.

Contudo, na quarta-feira, o diretor-executivo da Yahoo, Jerry Yang, enviou uma mensagem aos funcionários, assegurando que estavam estudando outras opções para evitar a oferta da Microsoft. "Nossa direção está avaliando profundamente uma ampla gama de potenciais alternativas estratégicas", escreveu Yang em seu e-mail.

A Google considerou os esforços da Microsoft como um ataque à independência da internet. "A hostil oferta da Yahoo produz perguntas problemáticas", disse David Drummond, vice-presidente da Google para Desenvolvimento Corporativo.

"Isso é mais que uma simples transação financeira, uma companhia se apoderando da outra. É sobre preservar os princípios da internet: abertura e inovação".

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Cloverfield - Monstro








Título original Cloverfield
Gênero Ação
Ano 2008
País de origem Estados Unidos
Distribuidora Paramount Pictures Brasil Distribuidora de Filmes Ltda.
Duração 90 min.
Classificação 14 anos
Língua Inglês
Cor Colorido
Diretor Matt Reeves
Elenco Blake Lively, Mike Vogel, Lizzy Caplan
Vídeos Veja o trailer

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Resenha
'Cloverfield' destrói NY e recicla clima de 'Godzilla'
Divulgação

Cartaz do filme
Cenário de diversas catástrofes no cinema, Nova York enfrenta uma nova destruição que agora atende pelo nome de Cloverfield. Trata-se de um monstro gigantesco e faminto, criado por J. J. Abrams, produtor da série de TV Lost e diretor de Missão Impossível 3.
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Cloverfield - Monstro teve um grande lançamento nos Estados Unidos, que arrecadou de saída mais de US$ 40 milhões de dólares, embora seguido de uma queda vertiginosa de 70% na segunda semana.

O longa é uma retomada dos antigos filmes protagonizados por criaturas gigantescas e perigosas com um tempero um pouco mais moderno.

Para se comunicar com as novas gerações, a ação acontece praticamente em tempo real, à la 24 Horas, e é gravada por uma câmera de um dos personagens - o que faz a história parecer uma combinação entre Godzilla e A Bruxa de Blair.

Tudo começa quando Rob (Michael Stahl-David) dá uma festa de despedida em seu loft em Manhattan. Ele está de mudança para o Japão. Essa é a última chance de acertar antigas contas, como com sua ex-namorada Beth (Odette Yustman), que vai à festa acompanhada de um outro rapaz.

Rob não terá muitas chances para conversar com qualquer pessoa, pois estará mais preocupado em salvar a própria vida. Mal a festa começa, ouve-se uma explosão. Quando os convidados se dão conta do que está acontecendo, Nova York está destruída, a Estátua da Liberdade foi decapitada e o caos dominou tudo e todos.

Quando chegam à rua, Rob e alguns sobreviventes têm que fugir, ainda sem saber do quê. Até que uma pessoa grita "eu vi, e está vivo!".

O rapaz, acompanhado de Lily (Jessica Lucas), Marlena (Lizzy Caplan) e Hud (T.J. Miller), fica obcecado em documentar todo o acontecimento. Segue em direção da ponte do Brooklyn, até que Cloverfield a destrói também.

A culpa parece bater em Rob, que se sente obrigado a salvar Beth, que saiu da festa pouco antes da tragédia. Ela consegue contatá-lo por seu celular, que milagrosamente ainda funciona. Em seu caminho, o rapaz não verá nada além de destruição, mortes e terror.

J. J. Abrams teve a idéia de criar o monstro durante uma viagem ao Japão - por isso, homenageia o país no enredo, mandando Rob para lá. Para desenvolver o projeto, ele contou com seus colaboradores habituais, como o roteirista Drew Goddard (Lost e Alias) e o diretor Matt Reeves (Felicity).

Com Cloverfield - Monstro, Abrams espera que os norte-americanos vivenciem uma espécie de catarse do pós-11 de setembro. Por isso, fez um filme sem subtexto político, explorando apenas os horrores do ataque de algo desconhecido.

Esse foi o mesmo recurso usado pelo cinema japonês em 1954, ao lançar Godzilla, uma espécie de símbolo dos horrores da bomba atômica, lançada sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945.

Apesar da queda na bilheteria, Cloverfield - Monstro pagou-se na primeira semana. O filme custou cerca de US$ 25 milhões - o que é bem baixo para esse tipo de produção em Hollywood.

A sequência já está prometida para breve. Resta saber qual cidade Cloverfield irá destruir dessa vez.

Reuters

Argentina cria videogame para combater sonegação

Argentina cria videogame para combater sonegação

Marcia Carmo
De Buenos Aires para a BBC Brasil
A Receita Federal argentina (Afip, Administração Federal de Ingressos Públicos) criou um videogame com uma heroína, Martina, que combate os que não pagam impostos e cometem outros crimes.

Jovem, malhada e bem vestida, Martina investiga crimes e enfrenta problemas como a existência de pessoas empregadas ilegalmente ou que são escravizadas.


A investigadora Martina, do game que combate sonegadores de impostos
Ela também descobre empresas que usam notas fiscais frias ou que ocultam seus lucros reais.

"Martina tem superpoderes para descobrir quem está tentando driblar a lei", explicou à BBC Brasil a chefe de educação tributária da Afip, Andrea Vilardebo.

Gata Carola
O videogame será distribuído às escolas e faz parte de uma campanha do órgão para educar os argentinos de diferentes idades.

"Nosso objetivo é educar uma cidadania responsável. E isso inclui valores como a solidariedade e, naturalmente, a questão tributária", disse Vilardebo.

Para que o jogo seja mais atraente para crianças e adolescentes, os criadores da personagem tentaram fazê-la mais real, incluindo detalhes humanizantes na sua vida e na sua personalidade.

Ela, por exemplo, tem dificuldades para conseguir um namorado e tem uma vida solitária com uma gata chamada Carola.

Agentes alfandegários
Vilardebo contou que a Afip já criou outros jogos, como o da "carga escondida", baseado na batalha naval, no qual o desafio é combater o desembarque de carregamentos ilegais no país.

"Nesse caso, as crianças jogam como se elas fossem agentes alfandegários", disse.

No total, a Afip criou mais de dez jogos, além de histórias em quadrinhos e peças de teatro, que já foram apresentadas a mais de dois milhões de estudantes de sete e 14 anos em escolas de todo o país.

"As crianças e adolescentes se interessam muito pelos jogos, pela obra de teatro e por nossas histórias em quadrinhos. O mais difícil é educar os adultos", afirmou.

Vilardebo disse que, há cerca de dez anos, a Argentina registrava 40% de evasão fiscal.

Desde então, a Afip vem intensificando sua campanha para tentar reverter a situação.

UOL Celular by uol

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Yahoo deve rejeitar proposta de compra da Microsoft, diz jornal

Yahoo deve rejeitar proposta de compra da Microsoft, diz jornal


Da Reuters, em São Francisco

O conselho do Yahoo crê que a proposta não solicitada US$ de 44,6 bilhões feita pela Microsoft "subestima maciçamente o valor" da companhia e está pronto para rejeitar a oferta, segundo reportagem do "The Wall Street Journal" neste sábado. O jornal não identificou a fonte.

A oferta de US$ 31 por ação realizada pela Microsoft fracassa em contabilizar os riscos de que uma fusão entre a maior fabricante de softwares do mundo e o Yahoo seja rejeitado por órgãos reguladores, relatou o jornal, citando uma "pessoa familiarizada com a situação".

Uma porta-voz do Yahoo rejeitou fazer comentários sobre os procedimentos dos diretores da companhia.

(Reportagem de Eric Auchard e Anupreeta Das em San Francisco e Megan Davies em Nova York)
by uol, reutters

Fúria do Opus Dei na América Latina


Interessante a trama da política em qualquer dos espaços que ela ocupa e a guerra por mesmos espaços.Interessante ler e ponderar.Vale a pena manter sempre de olho os artigo da NOVA-e http://www.nova-e.inf.br/
pauloacv













Fúria do Opus Dei na América Latina

Altamiro Borges

O jurista Ives Gandra da Silva Martins, principal expoente da seita fascista Opus Dei no Brasil, está preocupado com o avanço das esquerdas na América Latina. Num artigo raivoso na coluna Tendências/Debates da Folha de S.Paulo, ele destilou ódio e preconceito contra Hugo Chávez, Evo Morales, Fidel Castro e Lula. Ele aproveitou também para criticar a “falta de preparo” de governantes pelo mundo a fora e para oferecer seus cursinhos às novas gerações de dirigentes políticos. “Neste mundo atormentado por falsas lideranças e fantástica mediocridade, creio que valeria a pena a idéia, que propus em meu livro, de uma ‘escola de governo’... financiada pelos governos”. No meio do arrazoado direitista, um merchandising para os seus lucrativos negócios!

Na sua ótica elitista, “colhe o mundo, atualmente, uma notável safra de pseudolíderes, populistas e despreparados, que conduzem nações mais ou menos desenvolvidas exclusivamente baseados no poder de comunicação com o povo, principalmente com a parcela menos favorecida”. Nesta safra, segundo o líder da seita, estariam incluídos “o histriônico presidente venezuelano – capaz de criar desnecessárias resistências por ser incapaz de controlar seus repentes e ofensas –, que transforma o narcotráfico colombiano e sua indústria de seqüestros em ‘idealística’ guerrilha... O mesmo se pode dizer de Morales, que também pretende se perpetuar no poder e que começa, com sua enciclopédica e truculenta ignorância, a dividir a nação”.

A influência da seita fascista

Após criticar o presidente Lula por elevar impostos que atingem principalmente os bancos, Ives Gandra encerra a safra latino-americana com mais uma esquizofrenia fascistóide. “É de lembrar que os três presidentes são amigos de um ditador que fuzilou, sem julgamento – os homicídios perpetrados nos famosos ‘paredóns’ –, muito mais pessoas que Pinochet”. Além de mentir sobre a realidade dos direitos humanos em Cuba, ele não consegue esconder a sua simpatia pelo regime ditatorial do Chile, que sempre teve o ativo apoio do Opus Dei. Até quando critica a “desastrada presidência de George W. Bush”, Ives Gandra alerta para “o risco do voto num outro populista despreparado para conduzir seus destinos” – talvez numa referência doentia a Barack Obama.

As idéias direitistas e preconceituosas do Opus Dei já são conhecidas, mas é bom não subestimar a influência desta seita mundial – que goza de espaços na mídia burguesa e tem forte presença no aparato estatal. Seu interesse pela América Latina também não é novo e paira sempre ameaçador. Desde a sua chegada ao continente, nos anos 50, o Opus Dei planeja ardilosamente sua ascensão ao poder. O projeto só ganhou ímpeto com a onda de golpes militares na região a partir dos anos 60. Seus seguidores presidiram várias nações ou assessoraram inúmeros ditadores. Nos anos 90, com a avalanche neoliberal, os tecnocratas fiéis a esta seita voltaram a gozar de certo prestígio.

“Catequese” na América Latina

Nos anos 50, a seita aliciou seus primeiros fiéis entre as velhas oligarquias que procuravam se diferenciar dos povos indígenas e pregavam o fundamentalismo religioso. Mas o Opus Dei só adquiriu maior pujança com a onda de golpes a partir dos anos 60. Até então, a sua ação ainda era dispersa. Segundo excelente artigo de Marina Amaral na revista Caros Amigos, “em 1970, Josemaría Escrivá [fundador da seita na Espanha] viajou para o México dando início às ‘viagens de catequese’ pelas Américas que duraram até as vésperas de sua morte em Roma, em 1975”.

Em 1974, visitou a América do Sul, então dominada por ditaduras. “O clero progressista tentava usar o peso da Igreja para denunciar torturas e assassinatos e para lutar pelo restabelecimento da democracia. Em suas palestras, ele respondeu certa vez a um militar que perguntara como seguir o caminho da ‘santificação espiritual’ do Opus Dei: ‘Os militares já têm metade do caminho espiritual feito’”. Neste período sombrio, a seita apoiou os golpes e participou de vários governos ditatoriais, segundo Emílio Corbière, autor do livro “Opus Dei: El totalitarismo católico”.

No Chile, a seita fascista foi para o ditador Augusto Pinochet o que fora para Augusto Franco na Espanha. O principal ideólogo deste regime sanguinário, Jaime Guzmá, era um membro ativo da seita, assim como centenas de quadros civis e militares. Ela ainda apoiou os golpes e participou dos regimes autoritários na Argentina, Paraguai e Uruguai. Segundo Corbière, ela financiou o regime do ditador nicaragüense Anastácio Somoza até sua derrota para os sandinistas. Na década de 90, ainda deu “ativa assistência” à ditadura terrorista e corrupta de Alberto Fujimori, no Peru.

O fundamentalismo neoliberal

Outra fase “próspera” se dá com a ofensiva neoliberal nos anos 90. Gozando da simpatia do papa e de autonomia frente às igrejas locais, ela se beneficia da invasão de multinacionais espanholas, fruto da privatização das estatais. Muitas delas são influenciadas por numerários do Opus Dei. Segundo Henrique Magalhães, em artigo na revista A Nova Democracia, “a Argentina entregou as suas estatais de telefonia, petróleo, aviação e energia à Telefônica, Repsol, Ibéria e Endesa. A Ibéria já havia engolido a LAN [aviação], do Chile, onde a geração de energia já era controlada pela Endesa. Os bancos espanhóis também chegaram ao continente neste processo”.

“O Opus Dei é para o modelo neoliberal o que foram os dominicanos e os franciscanos para as cruzadas e os jesuítas para a Reforma de Lutero”, compara José Steinsleger, colunista do jornal mexicano La Jornada. Nos anos 90, a seita também emplacou vários bispos e cardeais na região. O mais famoso foi Juan Cipriani, do Peru, amigo intimo do ditador Alberto Fujimori. Em 1997, quando da invasão da embaixada do Japão por militantes do Movimento Revolucionário Tupac Amaru, o bispo se valeu da condição de mediador e usou um aparelho de escuta no crucifixo, o que permitiu à polícia invadir a casa e matar todos seus ocupantes.

Os tentáculos no Brasil

No Brasil, o Opus Dei fincou a sua raiz em 1957, na cidade de Marília, no interior paulista, com a fundação de dois centros. Em 1961, dada à importância da filial, a seita deslocou o numerário espanhol Xavier Ayala, o segundo na hierarquia. “Doutor Xavier, como gostava de ser chamado, embora fosse padre, pisou em solo brasileiro com a missão de fortalecer a ala conservadora da Igreja. Às vésperas do Concílio Vaticano II, o clero progressista da América Latina clamava pelo retorno às origens revolucionárias do cristianismo e à ‘opção pelos pobres’, fundamentos da Teologia da Libertação”, explica Marina Amaral.

Ainda segundo a reportagem, “aos poucos, o Opus Dei foi encontrando os seus aliados na direita universitária. Entre os primeiros estavam dois jovens promissores: Ives Gandra e Carlos Alberto Di Franco, o primeiro simpático ao monarquismo e candidato derrotado a deputado; o segundo, um secundarista do Colégio Rio Branco, dos rotarianos do Brasil. Ives começou a freqüentar as reuniões do Opus Dei em 1963; Di Franco ‘apitou’ (pediu para entrar) em 1965. Hoje, a organização diz ter no país pouco mais de três mil membros e cerca de quarenta centros, onde moram aproximadamente seiscentos numerários”.

Crescimento na ditadura

Durante a ditadura, a seita também concentrou sua atuação no meio jurídico, o que rende frutos até hoje. O promotor aposentado e ex-deputado Hélio Bicudo revela ter sido assediado duas vezes por juízes fiéis à organização. O expoente nesta fase foi José Geraldo Rodrigues Alckmin, nomeado ministro do STF pelo ditador Garrastazu Médici em 1972, e tio do candidato tucano a presidência em 2006. Até os anos 70, porém, o poder do Opus Dei era embrionário. Ele tinha quadros em posições importantes, mas sem uma atuação coordenada. Além disso, dividia com a Tradição, Família e Propriedade (TFP) as simpatias dos católicos de extrema direita.

Seu crescimento dependeu da benção dos generais e dos vínculos com poderosas empresas. Ives Gandra e Di Franco viraram os seus “embaixadores”, relacionando-se com os donos da mídia, políticos de direita, bispos e empresários. É desta fase a construção da sua estrutura de fachada – Colégio Catamarã (SP), Casa do Moinho (Cotia) e Editora Quadrante. Ela também criou uma ONG para arrecadar fundos: OSUC (Obras Sociais, Universitárias e Culturais). Esta recebe até hoje doações do Itaú, Bradesco, GM e Citigroup. Diante desta denúncia, Lizandro Carmona, da OSUC, implorou à jornalista Marina Amaral: “Pelo amor de Deus, não vá escrever que empresas como o Itaú doam dinheiro ao Opus Dei”.

Ofensiva recente na região

Na fase recente, o Opus Dei fixou planos mais ousados para conquistar poder político na região. Em abril de 2002, participou ativamente do frustrado golpe contra o presidente Hugo Chávez, na Venezuela. Um dos seus fiéis, José Rodrigues Iturbe, virou ministro das Relações Exteriores do fugaz governo golpista. A embaixada da Espanha, governada na época pelo franquista Partido Popular (PP), de José Maria Aznar – cuja esposa é do Opus Dei –, deu guarita aos seus fiéis. Outro golpista ligado à seita, Gustavo Cisneiros, é o maior empresário das comunicações no país.

Em dezembro de 2006, a seita assistiu a derrota do seu candidato, Joaquim Laví, ex-assessor do ditador Augusto Pinochet, à presidência do Chile. Já em maio de 2006, colheu nova derrota com a candidatura de Lourdes Flores, numerária do partido Unidade Nacional. Em compensação, ela festejou a vitória do narcoterrorista Álvaro Uribe na Colômbia, que dispôs de milhões de dólares do governo George Bush. Já no México, outro conhecido fiel do Opus Dei, Felipe Calderon, ex-executivo da Coca-Cola, venceu uma das eleições mais fraudulentas da história deste país.

A sua jogada mais ousada, porém, foi a tentativa de eleição de um seguidor no Brasil. Segundo Henrique Magalhães, “as esperança do Opus Dei se voltaram para Geraldo Alckmin, que hoje é um de seus quadros políticos de maior destaque. A Obra tentou fazer dele presidente para formar um eixo geopolítico com os governantes da Colômbia e do México”. A mídia e os tucanos até tentaram esconder esta sombria ligação. Numa sabatina à Folha de S.Paulo, Alckmin garantiu: “Não sou da Opus Dei; respeito quem é, mas não conheço”. Mentiu ao esconder suas estreitas relações com a seita fascista – desde seus tempos de infância, no convívio com seu pai e o tio-ministro do STF da ditadura, até às ilícitas “palestras do Morumbi”. Mas o povo não se deixou enganar. Isto explica as recentes lamúrias elitistas de Ives Gandra, o chefão do Opus Dei.

Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB e autor do livro “As encruzilhadas do sindicalismo” (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição).

http://contexto-educativo.com.ar/index.htm



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Necessitamos pensar as modificações, transformações, de contéudo, didática e ideológica que as novas ordens tecnológicas nos impõe frente a novos espaço e ferramentas da Educação Atual, tecnologizada por estratégias de um novo capitalismo que impós e eimpõe ditames a educação.Este artigo ajuda apensarmos algumas destas faces de uma problemática de dimensão ampla e complexa.
Paulo a c v
Configuraciones emergentes en la Educación Superior latinoamericana

Escribe: María Fernanda Juarros
Docente investigadora IICE-FFyL UBA (Argentina)


Nuevas tecnologías y revolución en la Educación Superior

La Conferencia Mundial sobre la Educación Superior organizada por UNESCO en octubre de 1998 señalaba que "las nuevas tecnologías de la información y la comunicación (NTIC)", están introduciendo una revolución en la enseñanza abierta y a distancia y deberían permitirle salir de los debates de iniciados y del escepticismo de los pedagogos para transformarla en industria mundial. Los conceptos de "colaboración" y "enseñanza asincrónica" deberían comenzar a imponerse, más que por razones puramente pedagógicas, porque son el reflejo de las necesidades de la evolución de la sociedad. Este cambio lleva en sí el germen de una verdadera revolución pedagógica en la cual las estructuras tradicionalmente inmóviles de espacio-tiempo-jerarquía habrán de explotar (... ) El concepto de universidad virtual ayuda a responder a los desafíos que han de enfrentar los universitarios, supone la utilización de las NTIC y una combinación en "justa proporción" de las diferentes herramientas tecnológicas con miras a un cambio radical de la ecuación del costo de la educación. La pedagogía que acompaña al nuevo paradigma tecnológico permite una visión participativa de la formación que favorece un aprendizaje asincrónico, una nueva relación entre los actores y una formación a lo largo de toda la vida" (1).

Desde hace al menos una década (2), en nuestro país, la formación superior no presencial ofrece un espacio educativo que utiliza las nuevas tecnologías informáticas y de la comunicación para superar las barreras del tiempo y del espacio y en este espacio es posible el contacto rápido e individualizado entre los estudiantes y los profesores; su diseño permite la relación permanente entre todos los participantes, a partir del intercambio de información y la realización de actividades en grupo.

Sistemas presenciales y modalidades no presenciales en la formación, capacitación y educación continua

Entre las principales tendencias de impacto en el cambio de la Educación Superior se pueden mencionar, entre otras, la ruptura de los paradigmas tradicionales respecto de los procesos de enseñanza y de aprendizaje a partir del impacto de las nuevas tecnologías; la aparición de redes y medios ambientales virtuales; la regionalización, internacionalización y conformación de consorcios académicos; la gestión horizontal/descentralizada y con autonomía relativa sustentada en redes flexibles; y la redefinición del rol de Estado. (Didriksson, 2003).

En este contexto, la Educación a Distancia puede señalarse como una de las modalidades que mayor expansión ha registrado en los últimos años a nivel mundial. Ligada desde sus orígenes a atender esencialmente la alfabetización de adultos, la capacitación y formación permanente, a partir de los años 60`s se incorpora crecientemente como modalidad en la formación de nivel superior universitario. Resulta importante señalar la función social que la modalidad porta desde sus inicios: la posibilidad de democratizar el acceso a la educación a través de la ampliación y diversificación de la oferta educativa a grupos poblacionales que de otros modos estarían limitados, por distintas barreras (fundamentalmente geográficas, pero también físicas, de recursos para el traslado, etc.), para acceder a sistemas presenciales de formación.
En las universidades de la región, la progresiva expansión de plataformas y ambientes educativos virtuales ha tenido desigual impacto. Muchas de ellas están implementando programas de educación a distancia con una fuerte tendencia hacia la virtualización de los mismos. Sin embargo, este desarrollo no resulta homogéneo en la región y al interior de cada país (3).

La oferta educativa de nivel superior en entornos virtuales se puede caracterizar entonces, a través de tres rasgos: la expansión creciente, ya mencionada, junto con la desarticulación y la superposición. Los orígenes del rápido desarrollo que experimentó la modalidad a partir del año 1998, pueden rastrearse en la expansión de las redes telefónicas digitales y las posibilidades que esto genera, en términos de velocidad y alcance en regiones hasta el momento aisladas. Sin embargo, entre los países de la región, y al interior de cada uno de ellos, la infraestructura tecnológica muestra un desarrollo desigual, y en todos los casos, sustantivamente inferior al de los países centrales (4). A la vez, la oferta educativa muestra un alto grado de superposición y falta de complementariedad: en general, las propuestas universitarias en Educación a Distancia, a la vez que corresponden a unas pocas disciplinas y grados similares, están, como ya señalamos, dirigidas a estudiantes dispersos geográficamente. De esta manera, se malgastan recursos escasos (financieros, tecnológicos y humanos). Por otra parte, la diversidad o ausencia (en la mayor parte de los países de la región) de políticas específicas para la evaluación y acreditación de estos programas, determina la existencia de una gran variedad de propuestas educativas alternativas, en términos de la calidad de la propuesta didáctica y curricular, la ratio docente – alumnos, los materiales didácticos utilizados, las tecnologías implicadas, las alternativas de comunicación, etc.

El paradigma de la educación superior actual responde a la sociedad industrial, que está en proceso de profunda mutación, pero que aún no da paso a la sociedad postmoderna, que Alvin Toffler (1994) denomina "la sociedad del conocimiento", otros autores se refieren en este sentido a "la sociedad de la información". La innovación implica un sistema de educación superior al servicio de la imaginación y de la creatividad, lo cual representa promover la transformación curricular y en los métodos de enseñanza - aprendizaje.

Sin embargo, la expresión y el perfil de la universidad ha cambiado considerablemente: la masificación, la redefinición de las relaciones enseñanza aprendizaje, la formación permanente y el aprendizaje a distancia aparecen como algunos de los factores dominantes de esta transformación. El desarrollo de las TIC se añade a los mencionados a partir de la creación de nuevos espacios integradores para las acciones de educación superior, entornos de comunicación que establecen nuevas formas de interacción entre los miembros de la comunidad académica. Un beneficio directo y una ruptura significativa de estos entornos en la educación a distancia es la interactividad. Este concepto nos permite plantear la dimensión pedagógica de las interacciones a través de la tecnología.

Virtualidad, interactividad y espacios colectivos

Estos grupos de aprendizaje colaborativo posibilita que alumnos entablen relaciones responsables y duraderas, los motiva y lleva a maximizar el desarrollo cognitivo y social. En este sentido, las TIC aportan un nuevo reto para la educación superior, el de pasar de un arquetipo unidireccional de formación, donde los saberes recaen exclusivamente en el profesor y en la selección de contenidos para el curso que éste haga a modelos más abiertos y flexibles. Este enfoque de enseñanza enfatiza el contenido en relación a las habilidades docentes específicas. Esto último nos lleva a señalar que las TIC tienden a romper el aula como conjunto arquitectónico y cultural estable. La interacción entre los estudiantes se encuentra enmarcada en un ciberespacio educativo con pocos límites para la participación y la comunicación y ésta puede ser entre individuos o entre grupos.

Si las comunidades virtuales (5) pueden ser portadoras de este nuevo arquetipo basado en el aprendizaje participativo, en la interactividad entre el profesor y el alumno y entre los alumnos entre sí, se conviertan en un instrumento fundamental de aprendizaje.

El poder conductor de las comunidades de aprendizaje se afirma en su capacidad para movilizar el capital relacional social con el objeto de desarrollar capital intelectual entre sus miembros y repotenciar su capital social en un proceso acumulativo. Cabe señalar que la capacidad de las comunidades virtuales de aprendizaje para conducir el aprendizaje no aparece por el hecho de haberse creado, sino que descansa sobre sus miembros y finalmente son ellos quienes deben utilizar su potencial para conducir su propio aprendizaje. El aprendizaje cooperativo es el empleo didáctico de grupos reducidos en los que los alumnos trabajan juntos para maximizar su propio aprendizaje y el de los demás.

El campus virtual (sitio web) define el territorio virtual de esta comunidad y establece los reservorios de información. Igualmente surge una forma de gobierno al establecerse las reglas de participación en el grupo y las normas referentes al proceso de aprendizaje.

En el campus virtual existen generalmente las siguientes áreas

• Un área introductoria que incluye un espacio destinado a anuncios importantes, lineamientos y normas de la Universidad
• Un área comunitaria en la cual los miembros del grupo pueden establecer comunicación tanto asincrónica como sincrónica (chat) e interactuar a nivel personal
• Un área curricular donde figuran los diferentes estudios con sus respectivas asignaturas
• Un área para mandar trabajos a modo de foro de discusión
• Un área consignada a la evaluación de los alumnos

Concebido de esta forma el campus virtual además de ser el contorno virtual de la comunidad de aprendizaje es un reservorio de información, un espacio de comunicación. Este espacio de comunicación condiciona la dinámica específica entre sus miembros, por lo tanto el grado de afectación de las TIC es mayor en los procesos de aprendizaje que en los productos del aprendizaje, es decir, fundamentalmente en los procesos de construcción o adquisición de conocimientos, procesos que de alguna manera determinan experiencias diferentes, teniendo como consecuencia el desarrollo de habilidades especificas. La estructuración de los intercambios y de dichas experiencias permite que las comunidades virtuales de aprendizaje se conviertan en ámbitos portadores de un nuevo paradigma.

Necesidad de redefinir los procesos de enseñanza universitaria para entornos virtuales

En este marco es donde se hace necesario profundizar la reflexión sobre los modos de aprender y organizar el aprendizaje, ya que el valor agregado que significa el desarrollo de las TIC puede ser limitado si simplemente se incorpora en organizaciones y prácticas tradicionales. Son aún muy escasos los trabajos acerca de las técnicas educativas de participación en entornos de aprendizaje virtual, las formas de trabajo colaborativo y cooperativo en línea, las ventajas y limitaciones d e este entorno para la motivación e interacción entre los participantes, la apertura y la extensión del espacio educativo universitario.

En cierto modo, estos nuevos entornos demandan una nueva configuración del proceso didáctico e interpelan el modelo hasta entonces usado en la universidad. Esto conlleva el planteo de una modificación en los roles tradicionalmente desempeñado por los sujetos que participan en el acto didáctico: le otorgan otras dimensiones a la labor del profesor como el diseño de situaciones instruccionales o la tutoría del proceso de aprendizaje de sus alumnos y le requieren mayor participación y compromiso a los alumnos a partir de la constitución de grupos de aprendizaje.

Esta flexibilización de las instituciones de educación superior implica cambios en la concepción de los alumnos, cambios en los profesores y cambios administrativos en relación con el diseño y distribución de la enseñanza y con los sistemas de comunicación que la institución establece, en otros términos, cambios en los modelos de gestión educativa hacia modelos más flexibles. Reflexionar sobre las posibilidades que las redes ofrecen en el ámbito universitario y sobre el papel que éstas van a jugar en la configuración de los nuevos espacios educativos, no puede hacerse sin atender a su relación con la equidad social, la competitividad económica y la formación ciudadana.

A modo de cierre, es preciso destacar que las actuales tecnologías permiten la articulación de procesos sociales a distancia, ya sea en las áreas metropolitanas, entre las regiones o entre los continentes, con los cambios en los marcos de referencia que ello supone. En cualquier caso, entendemos que la evolución de estos fenómenos va en la dirección de las transformaciones en curso (deslocalización de los medios de producción, fragmentación del proceso de trabajo, individualización de las tareas, reconstrucción del proceso productivo mediante redes de comunicación, etc...), y no se limitan a los ámbitos tecnológico y económico, sino que afectan también a la cultura, a la comunicación y a las instituciones educativas (Salinas, 1997). Es decir, los espacios educativos que se están configurando por el influjo de la evolución de las TIC no pueden comprenderse al margen de los otros elementos con los que interaccionan (cultura, política, sociedad, tecnología), y de los cambios en las claves organizativas.


Bibliografía

Altbach, Philip G.; Robert O. Berdahl y Patricia J. Gumport (eds.) (1999) American higher education in the twenty-first century. Social, political and economic challenges (Baltimore: The John Hopkins University).

Athey, Thomas H. (1998) “The challenge of non-traditional universities in 21st century higher education”, en The Cal Poly Pomona journal of interdisciplinary studies, Pomona, California, Vol. 11, Otoño. http://www.csupomona.edu/~jis/1998/althey.pdf

Castells, Manuel (1994) “The university system: engine of development in the new world economy”, en Salmi, Jamil y Adriaan M. Versppor (eds.) Revitalizing higher education (Oxford: Pergamon Press).

Didriksson, Axel (2003) Indicadores de Evaluación y Planeación: un enfoque prospectivo. Estudios dobre la Universidad. CESU, UNAM
http://www.planeacion.unam.mx/sextoencuentro/doctos/cesu

UNESCO. CONFERENCIA MUNDIAL SOBRE LA EDUCAICÓN SUPERIOR. (1998). Declaración mundial sobre la educación superior en el siglo XXI: visión y acción y marco de acción prioritaria para el cambio y el desarrollo de la educación superior. Recuperado 2/09/2005, del sitio Web de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE): http://www.crue.org/dfunesco.htm

Salinas,J. (1997): Nuevos ambientes de aprendizaje para una sociedad de la información. Revista Pensamiento Educativo, 20. Pontificia Universidad Católica de Chile. http://www.uib.es/depart/gte

Sangrá, Albert (2001) “La calidad de las experiencias virtuales de educación superior”, Cuadernos IRC, vol. 6, Barcelona, España, http://www.cuadernosirc.com/

Waldman Mitnick, Gilda (2000) “Los rumbos de la educación superior: tendencias y desafíos”, en Revista Mexicana de Ciencias Políticas y Sociales (México) Año XLIV, Nº 180.

Toffler, A. (1995). La creación de la nueva civilización. La política de la tercera ola. Plaza & Janes Editores,S.A, Barcelona, España.

Tünnermann, C. (1996). La educación superior en el umbral del siglo XXI. CRESALC/ UNESCO. Caracas, Venezuela.

NOTAS:

1) UNESCO. CONFERENCIA MUNDIAL SOBRE LA EDUCAICÓN SUPERIOR. (1998). Declaración mundial sobre la educación superior en el siglo XXI: visión y acción y marco de acción prioritaria para el cambio y el desarrollo de la educación superior. Recuperado 2/09/2005, del sitio Web de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE): http://www.crue.org/dfunesco.htm

2) El primer campus virtual en la región fue desarrollado por CLACSO ( www.clacso.edu.ar)

3) Los informes nacionales sobre Educación Superior Virtual desarrollados por el IESALC – UNESCO (2003) dan cuenta de esta situación. (ver en www.iesalc.unesco.org.ve )

4) Como ejemplo, el ISI (Information Society Index) del año 2002, ubica a los países latinoamericanos mejor posicionados en el Nro. 31 (Argentina), 33 (Chile) 35 (Costa Rica) y 36 (Panamá), de un ranking de 55 países. Estos son los únicos ubicados dentro de la posición conocida como “Striders”, a la par de otras naciones como Malasia, Polonia o Sudáfrica. El resto de los países latinoamericanos se ubican en la posición de “Sprinters”, compartiendo la posición con países como Egipto, Turquía, Filipinas, entre otros.

5) Howard Rheingold a quien se le atribuye haber acuñado el término “­­­comunidad virtual” en su libro “The virtual Comunity” que se ha convertido en un clásico de la literatura sobre el ciberespacio, define a las comunidades virtuales como “...agregaciones sociales que emergen de la red cuando un número suficiente de personas entablan discusiones públicas durante un tiempo lo suficientemente largo para formar redes de relaciones personales en el ciberespacio” (Rheinglod, 1993)

Versão teatral de "Vestido de Noiva " foca alucinação


Vestido de Noiva do pernambucano Nelson Rodrigues é a segunda grande peça deste autor e que estreando em 1943 causou impacto entre outras copisa, pelo formato do texto e da cenografia, nesta com a regia de Santa Rosa-Paraibano-.
Vale a pena ver rever e coonferir La Benguel, também.
Paulo a cv

Versão teatral de "Vestido de Noiva " foca alucinação
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VALMIR SANTOS
da Folha de S.Paulo

Historiador da obra de Nelson Rodrigues, o crítico Sábato Magaldi pode surpreender-se --para o bem ou para o mal, dirá depois-- com a versão de "Vestido de Noiva" que a Companhia de Teatro Os Satyros apresenta a partir de amanhã, em São Paulo, com participação da convidada Norma Bengell.

A começar pela extinção das linhas limítrofes dos planos narrativos da memória, da realidade e da alucinação na trajetória da personagem Alaíde, a moça que é acusada de roubar o namorado da irmã, é atropelada e envolve-se com uma cafetina do início do século 20, para ficar por aqui.

Lenise Pinheiro/Folha Imagem

Atrizes Cléo de Paris (sombra, ao fundo), Silvanah Araújo e Nora Prado em cena
O texto de Nelson Rodrigues (1912-80), segundo de sua lavra para teatro, apresenta uma profusão de cenas sobrepostas em tempos e espaços. Foi a partir da montagem dessa peça, em 1943, no Rio, que o polonês Zibgniew Ziembinski (1906-78) e o cenógrafo paraibano Tomás Santa Rosa ajudaram a demarcar a fase de modernidade no teatro brasileiro, conforme apontam historiadores como o próprio Magaldi.

Para assinar seu primeiro Nelson em palcos brasileiros --dirigiu o monólogo "Valsa Nº 6" em Lisboa, nos anos 1990--, o diretor Rodolfo García Vázquez quer concentrar "tudo na cabeça de Alaíde", com ênfase no plano da alucinação.

"Naquele período histórico [década de 1940], não se podia pensar o teatro como uma alucinação. O Nelson teve de dividir os planos muito claramente. O que a gente faz é trazer isso para hoje e relativizar o que é o real. Tudo depende de ponto de vista, de perspectiva."

Segundo o diretor d'Os Satyros, "Vestido de Noiva" é dos textos mais difíceis que montou, tantas e rápidas são as "quebras" de narrativas no meio do caminho. "É uma linguagem muito contemporânea, não sentimos necessidade de corte nos diálogos."

O que Ziembinski e Santa Rosa resolveram por meio da luz (eram mais de 130 efeitos 64 anos atrás), a equipe de Vázquez, que também desenha a luz, acresce o suporte em vídeo, ora com diálogos inteiros pré-gravados entre Alaíde (Cléo De Páris) e Madame Clessy (Bengell), ora com clipes.

Vázquez diz que procurou afastar-se "totalmente do elemento brasileiro, carioca" do universo rodriguiano, reconhecíveis na geografia suburbana ou na música. "O espetáculo está colocado num plano mais próximo do cinema de David Lynch", afirma, citando o cineasta norte-americano de "Império dos Sonhos".

No ensaio de terça-feira à tarde, essa pretendida atmosfera onírica era sugerida pela valorização audiovisual: imagens projetas num cenário revestido por tecidos brancos, como o imaculado véu da noiva, e a trilha etérea puxada por Björk.

Para Norma Bengell, Vázquez é "bastante transgressor" se comparado à versão "clássica" de Ziembinski, da qual ela fez parte na remontagem arqueológica de 1976, no mesmo papel de Clessy, em que o polonês seguiu à risca a sua concepção original. "O Nelson ia gostar dos recursos de multimídia e das roupas modernas, que na nossa época incluíam espartilho", afirma a atriz. "Naquela remontagem, ele ia toda noite ao teatro, no Rio de Janeiro, mas não costumava criticar."

Dizendo-se "bissexta" na arte do teatro, Bengell nunca fez outra peça do autor. Carrega a vantagem de que, hoje, diz enxergar mais maldade no subtexto da sua personagem mundana do que há 32 anos. Ela está ao lado de Ivam Cabral, Nora Toledo, Alberto Guzik, Silvanah Santos e outros intérpretes nessa produção realizada pelo Itaú Cultural, instituto que em 2007 abrigou leitura dramática da obra pelo grupo.

Vestido de Noiva

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Imagem de soldado dos EUA ganha prêmio da World Press Photo



Imagem de soldado dos EUA ganha prêmio da World Press Photo

Achei fantástico, muito bom os critérios e gêneros escolhidos nesta escolha das melhores fotos da mídia.Por estes dois exemplos sentimos a questão política que preocupa os fotógrafos.
pauloacv
AMSTERDÃ (Reuters) - A imagem de um soldado norte-americano exausto dentro de uma trincheira no Afeganistão, feita pelo britânico Tim Hetherington para a revista "Vanity Fair", ganhou na sexta-feira (8) um dos mais importantes prêmios internacionais do fotojornalismo, da entidade World Press Photo.

Os jurados consideraram que a foto mostra "a exaustão de um homem -- e a exaustão de uma nação". "Estamos conectados com isto. É uma foto de um homem no fim da linha", disse Gary Knight, presidente do júri.




Foto de soldado norte-americano ganhou prêmio principal da World Press Photo
MAIS FOTOS PREMIADAS
No total, foram premiados 59 fotógrafos de 23 nacionalidades.

A agência Getty Images Inc. recebeu cinco prêmios, inclusive por imagens que mostram o assassinato da líder oposicionista paquistanesa Benazir Bhutto.

John Moore registrou para a Getty Images uma cena enevoada que mostra o instante subsequente à explosão que matou Bhutto, com pessoas fugindo do local.

Os fotógrafos da Reuters não obtiveram prêmios.

A fundação World Press Photo (www.worldpressphoto.org), com sede em Amsterdã, divulgou nota dizendo que houve em 2007 um recorde de participantes -- 5.019, provenientes de 125 países --, que inscreveram um total de 80.536 imagens.

(Reportagem de Harro ten Wolde)by http://diversao.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/02/08/ult26u25671.jhtm

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Juan Gelman: "Ninguna mano humana podrá cortar el hilo con la poesía"


La paradoja que entraña querer olvidar y recordar al mismo tiempo recorre las páginas de Mundar, el último poemario del escritor argentino, al que la poesía no le sirve de consuelo para olvidar su propia tragedia ni la ajena.



EN COMPAÑIA DEL DOLOR. "Con el paso de los años se convive mejor con el dolor, pero cada tanto asoma la cabeza. No puede ser de otro modo", se confiesa el poeta argentino.
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"La única forma de cerrar la herida y poder olvidar de verdad es que se haga justicia", aseguró en una entrevista con la agencia española EFE el poeta que fue galardonado en diciembre pasado con el Premio Cervantes, el Nobel de las letras españolas.

Desde su casa en Ciudad de México, Gelman reconoce que "con el paso de los años se convive mejor con el dolor, pero cada tanto asoma la cabeza. No puede ser de otro modo".

Gelman sabe lo que es el sufrimiento y el dolor. Al comienzo de la última dictadura, su hijo Marcelo, de 20 años, y su nuera, Claudia García, de 19, fueron secuestrados por militares argentinos cuando ella estaba embarazada de siete meses.

Marcelo fue asesinado y Claudia figura en la larga lista de desaparecidos de la dictadura. Una palabra, la de "desaparecidos", que encierra en realidad "cuatro hechos: el secuestro, la tortura, el asesinato y la desaparición de los restos", dice el escritor.

Tras 23 años de intensa búsqueda, Gelman encontró a su nieta en Uruguay, donde había sido criada por la familia de un policía. La joven ha salido luchadora como su abuelo y ha pedido a la justicia uruguaya que reabra el caso de su madre.

"Es una mujer muy valiente que con todas las dificultades que uno puede imaginar, aceptó su nueva identidad, cambió sus apellidos por los de sus padres y ha firmado conmigo varias denuncias penales. Está empeñada en encontrar los restos de su madre, como yo mismo", describe.

"En Argentina hay miles de familias que no saben qué ha pasado con sus seres queridos y aunque se ha comenzado a hacer justicia, los militares siguen escudados en un pacto de silencio, y así es imposible olvidar. Queda mucho por hacer", asegura.


El refugio de la poesía


Aficionado a los neologismos, Gelman se muestra ambiguo cuando se le pregunta por el sentido de Mundar. Al "verbalizar" el sustantivo "mundo", quizá quiera expresar su actitud abierta para aprovechar lo mejor de las culturas de otros países o quizá "todo lo que el lector imagine", se desentiende.

Lo de inventar palabras no es nuevo; "ya estaba en los clásicos, como en ese soneto de Lope de Vega donde dice "siempre mañana y nunca mañanamos". O en Cervantes, cuando habla en El Quijote de "caminar asnalmente", recuerda el argentino.

"Lo que me consuela de la poesía es que viene del fondo de los siglos y ningún desastre natural o de mano humana ha podido jamás cortar ese hilo", señala Gelman.

El próximo 23 de abril recibirá el Premio Cervantes de manos del Rey Juan Carlos, pero aún no sabe de qué tratará su discurso. Mientras, procura encontrar tiempo para escribir y espera que "la señora", como él llama a la poesía, siga visitándolo.



Fuente: EFE

Greenpeace compró más de 2.000 lamparitas en un súper para retirarlas del mercado


En su campaña de ahorro energético, la organización ecologista vació la góndola de un local de Palermo donde vendían lámparas incandescentes, a las que considera obsoletas y perjudiciales.
CAMPAÑA. Los militantes de Greenpeace vaciaron las góndolas