quarta-feira, 30 de abril de 2008

PSOL decide bases programáticas e política de alianças para eleições 2008



PSOL decide bases programáticas e política de alianças para eleições 2008

O PSOL realizou neste final de semana, 29 e 30 de março, em Brasília, a II Conferência Nacional Eleitoral. As resoluções para as eleições 2008 foram votadas por 103 delegados e acompanhadas por cerca de 40 observadores de todos os estados do país. O PSOL construirá programas de governo e de atuação parlamentar exeqüíveis e transformadores, capazes de mobilizar a população por radicais reformas democráticas, econômicas e sociais, que incidam na melhoria efetiva da vida do povo.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Com novos softwares, Microsoft e Google levam rivalidade até o espaço

A Marca Google anda forte e Líder, quemd iria, que negócios de Meninos superaria marcas de alta potência como a Coca-cola.
P a c v


Marcello Póvoa
Convergência
Imprimir Enviar A força de uma marca na internet
21 de junho de 2004, 0:00

Por dois anos consecutivos o Google é eleito o brand de maior impacto mundial.
Por Marcello Póvoa

No topo do mundo
A empresa Interbrand publica anualmente o ranking dos “Top Global Brands”, ou sejam, os brands de maior impacto durante o ano. Nesta seleção entram marcas de empresas presentes em qualquer indústria. É importante notar que no ranking não estão necessariamente as marcas mais reconhecidos a nível mundial. Se o critério fosse puro reconhecimento, dificilmente um brand como Coca-Cola seria ultrapassado na lista.

O processo de seleção da Interbrand tem como objetivo determinar quais brands tiveram maior impacto na percepção do consumidor nos últimos doze meses. Os consumidores determinam quais produtos foram mais usados e consequentemente geraram mais força para seus respectivos brands. Com este critério, a marca Google bateu todas as marcas “off-line” (incluindo Apple, Samsung e a própria Coca-Cola ), e é o numero 1 do ranking de “Top Global Brands” por dois anos consecutivos.

Sucesso não é somente sorte
O Google e seu fantástico algoritmo geraram um serviço de busca revolucionário, trazendo resultados com um filtro de relevância incrivelmente eficiente. Uma interface franciscana, extremamente fácil de usar faz do site Google uma ferramenta indispensável para qualquer pessoa em busca de informação… e quem não está?

Trata-se - naturalmente - de um grande produto quanto à diferenciação competitiva perante seus concorrentes. No entanto, somente o quesito qualidade não é suficiente para o sucesso. A percepção deste produto na mente do consumidor foi sempre muito bem gerenciada pela equipe Google. E, muito importante notar: percepção é realidade. Ou seja, a realidade é uma conseqüência do que percebemos em nossa volta. Justamente nesta percepção dos atributos de um serviço/produto é que está o “brand” deste.

Um brand bem gerenciado tem certamente a identidade visual e nome do produto criativamente definidos. Porém, uma estratégia sólida de branding consiste em muito mais do que somente aspectos tangíveis (nome, cor, tipografia, logo etc.). Um brand poderoso como o Google consegue encrustar atributos intangíveis no cérebro do consumidor: confiança, eficiência, qualidade e utilidade, por exemplo.

O competente trabalho de branding associado a um produto “matador” fez do Google líder no segmento com 70% do mercado global, o que significa que sete entre dez pessoas que procuram informação na internet clicam no Google. Todos estes resultados são excelentes fundamentos para o tão esperado lançamento de ações no mercado primário pela empresa. O IPO do Google será o primeiro em grande escala depois do estouro da bolha.

Uma nova fase da mídia interativa
Muito mais do que uma captação de recursos para a empresa, o IPO do Google poderá representar a volta da confiança do mercado financeiro na internet. Uma credibilidade certamente sem o otimismo descontrolado que ocorreu durante a bolha, mas também sem o injusto pessimismo que se projetou sobre tantas empresas sérias durante o período pós–bolha. Inquestionavelmente existiu especulação e aproveitadores na super escalada da internet durante a virada do milênio. Mas também, existiram (e existem) pessoas e empresas sérias e muitas vezes verdadeiramente visionárias. Muitas destas visões começam a mostrar resultados financeiros notáveis no mercado (Yahoo, Expedia, Amazon, entre outras).

Em paralelo, o uso da mídia interativa no mundo corporativo (internet, intranets, extranets) mostra–se altamente eficiente e conseqüentemente um catalisador de receitas e redutor de custos. A noção de empresa “em rede” é inevitável. Seja como canal de vendas, gestão do conhecimento ou simples comunicação institucional, a mídia interativa torna–se parte inerente do negócio - o que caracteriza uma oportunidade para as empresas de serviços no Brasil e no exterior.

Não estamos ainda nem nos dez minutos do primeiro tempo. O jogo esta apenas começando…[Webinsider]

.

by uol




Com novos softwares, Microsoft e Google levam rivalidade até o espaço

Agência EFE




WASHINGTON - Os gigantes tecnológicos Microsoft e Google levarão em breve sua rivalidade para além da internet, até um lugar sem limites: o espaço.


As duas empresas começaram sua corrida espacial particular com dois serviços semelhantes que aproximam galáxias e planetas dos internautas graças a alguns dos mais avançados telescópios e satélites do mundo.


A Microsoft pretende lançar ainda este semestre um serviço chamado WorldWide Telescope, um telescópio virtual que mostrará 1,2 milhão de galáxias - mais de 2 bilhões em um futuro próximo - aos usuários do Windows.


Já a Google apresentou em agosto o Sky, um serviço semelhante a sua ferramenta Google Earth mas com imagens do espaço acessadas diretamente da internet sem necessidade de instalar nenhum programa.


Ambos permitem ao usuário navegar livre e gratuitamente pelos céus e se baseiam em dados fornecidos por telescópios e satélites como o Hubble e o Spitzer Infrared.


- A Microsoft lançará o WorldWide Telescope como uma ferramenta gratuita para a comunidade educativa e astronômica com a esperança de inspirar as pessoas a explorarem e entenderem o Universo como nunca fizeram antes - afirma o gigante dos softwares.


O projeto é dedicado à memória do cientista americano Jim Gray, membro da Microsoft Research, que faleceu no ano passado enquanto navegava em um veleiro perto de San Francisco.


Como os demais serviços do Google, o Sky é gratuito para o usuário, mas, neste caso, sequer inclui anúncios publicitários - pelo menos por enquanto.


Alinhados com este espírito altruísta, os dois grupos tecnológicos deixaram de lado o belicismo nesta guerra nas estrelas particular e não descartam inclusive uma cooperação no futuro.


Segundo o jornal "The Washington Post", os dois programas poderão ser compatíveis algum dia.


- Se existe uma coisa universal, é o céu e o espaço - disse Lior Ron, gerente de produto do Google Sky, ao jornal americano.


No entanto, as duas ferramentas apresentam diferenças e são fruto de processos muito diferentes.


O Google Sky nasceu quase como um hobby nos 20% de tempo de trabalho os quais a empresa permite que seus empregados se dediquem a idéias próprias. Algumas delas, como o serviço de e-mail Gmail, se transformaram em grandes sucessos.


O serviço é fácil de utilizar, embora a qualidade das imagens ainda seja melhorável em alguns casos, e os usuários podem inserir informação adicional como ocorre no Google Earth e no Google Maps.


O navegante espacial pode aplicar o zoom sobre as fotos, ouvir podcasts sobre os objetos celestes ou pesquisar dados, como quanto tempo levaria para viajar da Terra a qualquer ponto do universo.


Já o WorldWide Telescope foi desenvolvido por alguns dos principais engenheiros da Microsoft e está orientado tanto aos usuários particulares quanto à comunidade científica.


O grupo estuda lançar, inclusive, uma versão para profissionais.


Uma das principais características do WorldWide Telescope adiantadas pela imprensa americana é que permitirá criar visitas guiadas por determinadas partes do céu.


Os usuários poderão inserir comentários, música e compartilhar estas viagens multimídia com outros fãs da astronomia.

[ 10:12 ] 22/04/2008

by jb e terra

E a OI?


Será que agora vai?
Hoje ficou acertdo ser assinado no Rio de Janeiro o documento final que sela a afirmaçaõ da Oi e a Brasil telecom?
O que haverá por tra´s deste acordo aonde até o BNDES esta por trás disto?
Será que há vantagens para o governo, a eleição ta aí próxima!!!!!!!!!!!!!!
Ficaremos atentos, para a dança da concorrência e os gastos da próxima eleição do PT.
Paulo A C V

E a OI?

Yahoo! planeja reforma para ficar mais social


O yahoo parece firme em permanecer independente , mesmo com ofertas alucinantes vinda da Microsoft.O google por sua vez incentiva a não venda do yahoo, por questões de competitividade ou será o quê?O fato é que o yahoo é umdos preferidos na Europa com Merchandising inclusive nos filmes europeus.Paulo A C V
Yahoo! planeja reforma para ficar mais social
Publicidade
da Associated Press, em San Francisco
da Folha Online

O Yahoo! planeja alterar seu site para tornar a página um agregador de aplicativos de interação social produzidos por outros serviços. O projeto é parte do esforço da empresa de internet em atrair mais anúncios publicitários.

"Nós vamos renovar toda a experiência [do internauta] no Yahoo!, tornando-o social em todas as dimensões", afirmou Ari Balogh, chefe de tecnologia da empresa.

A nova estrutura do Yahoo! deve dar a seus 500 milhões de usuários maior flexibilidade para personalizar as páginas. Elas poderão escolher miniaplicativos conhecidos como "widgets" e usá-los no site, incluindo a versão pessoal da homepage.

Esses "programinhas" são apontados como uma das razões do sucesso do Facebook. Outras redes sociais como Orkut, MySpace, LinkedIn, hi5, Friendster, Plaxo e Ning fizeram uma aliança para compartilhar os "widgets", por meio da plataforma OpenSocial.

A empresa também espera tornar mais fácil o contato com amigos e familiares por meio do site: ganharão destaque as mensagens recebidas de contas de-mail mais freqüentes. Além disso, os amigos poderão acompanhar, entre si, as atividades feitas na internet.

A reforma ainda não tem data para ir ao ar, mas a expectativa é que seja concluída até o fim do ano. Essa não é a primeira vez que o Yahoo! tenta entrar no mercado de redes sociais. A empresa lançou um site como esse em 2005, chamado 360, mas o serviço foi fechado recentemente, já que nunca caiu no gosto do internauta.

Sobrevivência

Os planos do Yahoo! são divulgados no momento em que a empresa tenta fugir de uma tentativa de compra da Microsoft. Tenta mostrar a seus acionistas que ainda pode ser uma empresa lucrativa mesmo que se mantenha independente.

No dia 11 de fevereiro, a diretoria do Yahoo! já havia recusado oficialmente a oferta de compra feita pela Microsoft, no valor de US$ 31 por ação. Para o Yahoo!, a proposta subvalorizava a companhia.

A gigante do software deu ao Yahoo! um prazo de duas semanas, que expira neste sábado (26), para decidir se aceita ou não a quantidade sobre a mesa antes de lançar uma oferta de compra hostil.

bu uol

quinta-feira, 24 de abril de 2008

CONTARDO CALLIGARIS

CONTARDO CALLIGARIS

A turba do "pega e lincha"
Querem linchar para esquecer que ontem voltaram bêbados e não sabem em quem bateram

NA ÚLTIMA sexta-feira, passei duas horas em frente à televisão. Não adiantava zapear: quase todos os canais estavam, ao vivo, diante da delegacia do Carandiru, enquanto o pai da pequena Isabella estava sendo interrogado.
O pano de fundo era uma turba de 200 ou 300 pessoas. Permaneceriam lá, noite adentro, na esperança de jogar uma pedra nos indiciados ou de gritar "assassinos" quando eles aparecessem, pedindo "justiça" e linchamento.
Mais cedo, outros sitiaram a moradia do avô de Isabella, onde estavam o pai e a madrasta da menina. Manifestavam sua raiva a gritos e chutes, a ponto de ser necessário garantir a segurança da casa. Vindos do bairro ou de longe (horas de estrada, para alguns), interrompendo o trabalho ou o descanso, deixando a família, os amigos ou, talvez, a solidão -quem eram? Por que estavam ali? A qual necessidade interna obedeciam sua presença e a truculência de suas vozes?
Os repórteres de televisão sabem que os membros dessas estranhas turbas respondem à câmera de televisão como se fossem atores. Quando nenhum canal está transmitindo, ficam tranqüilos, descansam a voz, o corpo e a alma. Na hora em que, numa câmera, acende-se a luz da gravação, eles pegam fogo.
Há os que querem ser vistos por parentes e amigos do bar, e fazem sinais ou erguem cartazes. Mas, em sua maioria, os membros da turba se animam na hora do "ao vivo" como se fossem "extras", pagos por uma produção de cinema. Qual é o script?
Eles realizam uma cena da qual eles supõem que seja o que nós, em casa, estamos querendo ver. Parecem se sentir investidos na função de carpideiras oficiais: quando a gente olha, eles devem dar evasão às emoções (raiva, desespero, ódio) que nós, mais comedidos, nas salas e nos botecos do país, reprimiríamos comportadamente.
Pelo que sinto e pelo que ouço ao redor de mim, eles estão errados. O espetáculo que eles nos oferecem inspira um horror que rivaliza com o que é produzido pela morte de Isabella.
Resta que eles supõem nossa cumplicidade, contam com ela. Gritam seu ódio na nossa frente para que, todos juntos, constituamos um grande sujeito coletivo que eles representariam: "nós", que não matamos Isabella; "nós", que amamos e respeitamos as crianças -em suma: "nós", que somos diferentes dos assassinos; "nós", que, portanto, vamos linchar os "culpados".
Em parte, a irritação que sinto ao contemplar a turma do "pega e lincha" tem a ver com isto: eles se agitam para me levar na dança com eles, e eu não quero ir.
As turbas servem sempre para a mesma coisa. Os americanos de pequena classe média que, no Sul dos Estados Unidos, no século 19 e no começo do século 20, saíam para linchar negros procuravam só uma certeza: a de eles mesmos não serem negros, ou seja, a certeza de sua diferença social.
O mesmo vale para os alemães que saíram para saquear os comércios dos judeus na Noite de Cristal, ou para os russos ou poloneses que faziam isso pela Europa Oriental afora, cada vez que desse: queriam sobretudo afirmar sua diferença.
Regra sem exceções conhecidas: a vontade exasperada de afirmar sua diferença é própria de quem se sente ameaçado pela similaridade do outro. No caso, os membros da turba gritam sua indignação porque precisam muito proclamar que aquilo não é com eles. Querem linchar porque é o melhor jeito de esquecer que ontem sacudiram seu bebê para que parasse de chorar, até que ele ficou branco. Ou que, na outra noite, voltaram bêbados para casa e não se lembram em quem bateram e quanto.
Nos primeiros cinco dias depois do assassinato de Isabella, um adolescente morreu pela quebra de um toboágua, uma criança de quatro anos foi esmagada por um poste derrubado por um ônibus, uma menina pulou do quarto andar apavorada pelo pai bêbado, um menino de nove anos foi queimado com um ferro de marcar boi. Sem contar as crianças que morreram de dengue. Se não bastar, leia a coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de domingo passado.
A turba do "pega e lincha" representa, sim, alguma coisa que está em todos nós, mas que não é um anseio de justiça. A própria necessidade enlouquecida de se diferenciar dos assassinos presumidos aponta essa turma como representante legítima da brutalidade com a qual, apesar de estatutos e leis, as crianças podem ser e continuam sendo vítimas dos adultos.



----------------------------by uol.com.br----------------------------------------------------
ccalligari@uol.com.br

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Carmem Silva morreu por volta das 8h15 desta segunda-feira


Divulgação/TV Globo


A atriz gaúcha Carmem Silva morreu por volta das 8h15 desta segunda-feira, 21, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. O motivo da morte foi falência múltipla de órgãos. O velório será na capela H do cemitério São Miguel e Almas, na capital gaúcha. O enterro está previsto para as 18h.



Carmen Silva nasceu no dia 5 de abril de 1916, em Pelotas. Atuou no teatro, rádio e televisão. Seu papel de destaque na televisão foi em 2003, quando participou da novela Mulheres Apaixonadas, da Rede Globo.

Nesta ocasião, atuou ao lado do ator Oswaldo Louzada, interpretando a idosa Flora, que era maltratada pela neta Dóris interpretada pela atriz Regiane Alves.

Trabalhos da atriz:



No cinema

2005 - Café da Tarde

2003 - A Festa de Margarette

2002 - Lembra, Meu Velho?

1997 - Até Logo, Mamãe

1990 - O Gato de Botas Extraterrestre

1983 - Idolatrada

1982 - Amor de Perversão

1977 - Contos Eróticos (episódio As três virgens)

1975 - Guerra Conjugal

1970 - Elas (episódio O Artesanato de Ser Mulher)

1958 - O Grande Momento

1957 - Rebelião em Vila Rica

1955 - Carnaval em Lá Maior

1949 - Quase no Céu

1946 - El Ángel desnudo



Na televisão

2006 - A Diarista (seriado - episódios Aquele da Chuva e Marinete Não Chega!) .... Dona Gilda

2003 - Zorra Total .... Flora de Souza Duarte

2003 - Mulheres Apaixonadas .... Flora de Souza Duarte

1988 - O Primo Basílio (minissérie)

1984 - Meus Filhos, Minha Vida

1983 - Sabor de Mel

1982 - Campeão .... Joana

1982 - Ninho da Serpente .... Maria Clara

1981 - Baila Comigo

1981 - Os Adolescentes

1980 - Pé de Vento .... Noca

1979 - Cara a Cara .... Milu

1978 - Sinal de Alerta .... Coló

1977 - Locomotivas .... Adelaide

1975 - A Viagem .... dona Isaura

1974 - Ídolo de Pano .... Pauline de Clermon

1973 - Os Ossos do Barão .... Melica

1973 - Vidas Marcadas

1973 - Venha Ver o Sol na Estrada

1973 - Vendaval

1972 - Quero Viver .... Carmela

1972 - Bel-Ami

1972 - Signo da Esperança

1971 - Minha Doce Namorada

1970 - A Próxima Atração .... Saudade

1970 - Pigmalião 70 .... Condessa

1958 - Cela da Morte

sábado, 19 de abril de 2008

El papel desaparecerá de libros por evolución natural, asegura Vicente Verdú

El papel desaparecerá de libros por evolución natural, asegura Vicente Verdú
El escritor español Vicente Verdú, que se confiesa un amante del papel, pronosticó la desaparición definitiva de los libros en este formato y sostuvo que el proceso ya ha comenzado con la evolución de los medios electrónicos y virtuales.

"Toda esta melancolía, este amor al papel, es como tantas otras cosas que nos han parecido detestables. ¿Cómo íbamos a sustituir el pañuelo por el kleenex (pañuelos de papel desechable)? Pues lo hemos hecho y tantas mil cosas más", dijo Vicente Verdú.

El escritor español (Elche, 1942) destacó la "mala prensa" que tiene en la actualidad el papel, con la tendencia ecologista de protección a los bosques, y aseguró que el papel reciclado no tiene la misma calidad.

Por esta "y muchas otras razones", el futuro se encuentra en los medios digitales, como e-books (libros electrónicos) con capacidad para trescientas obras, con peso liviano y lectura nítida, señaló.

A pesar de todo, Verdú publicó este año en papel con la editorial Anagrama su más reicente novela, No ficción, porque se considera "un antiguo".

"Yo soy de la cultura del papel y de la cultura del libro (...), amo el papel, amo el libro, amo hasta la tipografía y elijo personalmente la cubierta de mis novelas", aseguró, lo que no le impide tener un blog en Internet donde publica casi diariamente.

Verdú es también periodista, escribe regularmente en El País, diario en el que ha ocupado los puestos de jefe de Opinión y jefe de Cultura.

"El libro debe evolucionar también internamente -indicó-, y no sólo en su formato, al igual que lo han hecho otras expresiones artísticas como la pintura o la arquitectura".

Por ello, la obra literaria debe dejar de lado las descripciones detalladas exteriores o físicas para centrarse en el "yo" y en "paisajes interiores", como "conflictos personales, las emociones y sus sutilezas".

"La escritura está más capacitada que nadie para narrar eso, la escritura del 'yo' es más consecuente con la vida actual", especialmente en grandes ciudades occidentales donde "todo es previsible, protegido y ordenado", agregó.

"Ahí la peripecia sucede a nivel individual", dijo, y es mejor tratarlo "con humor e ironía".
El escritor rechazó el esquema de "presentación-nudo-desenlace" para las novelas contemporáneas porque "las vidas ahora se componen de diferentes vidas, tenemos varias parejas, cambiamos de ocupación y de residencia".

"Un libro con un final pre-escrito es el modelo de una vida pre-escrita, mientras que un videojuego que tiene un final que no sabes cómo es y cambia según juegas es más representativo de cómo son las vidas ahora", sostuvo.

En su opinión, el libro dispone cada vez de un espacio más reducido frente a otros medios de comunicación, que se comunican a través de impactos, pantallas, extensión y superficie, algo incomprensible para las personas que se criaron con libros pero que supone el futuro incluso de la educación.

"Hay una mitificación del libro y un desprecio a la televisión que es errónea", dijo, puesto que aunque antes todo el saber estaba en los libros, ahora se encuentra en muchos más formatos. "El gozo de escribir a mí me impide sofrenar una idea porque no sea políticamente correcta", concluyó.

Fuente: EFE
http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/04/15/01651551.html

Eu Recomendo UM PAÍS DISTANTE DE DANIEL MASON


Sinopse da L Cultura

Isabel aprendeu a distinguir os sons, cores e ritmos da terra árida onde vive com a família. Além disso, desde pequena desenvolveu um elo estranho e intenso com o irmão mais velho, Isaías. É capaz de localizá-lo mesmo quando ele se esconde entre os pés de cana-de-açúcar de uma extensa plantação. Isaías, muito diferente da taciturna irmã, é comunicativo e corajoso e migra para a cidade grande disposto a ganhar a vida como tocador de rabeca. Algum tempo depois, aos catorze anos, Isabel parte em busca dele, deixando a cidadezinha da infância, acossada pela fome e pela seca. Na cidade grande, Isabel sente-se sitiada por sinais que já não consegue identificar. Em sua busca desesperada por Isaías, a menina se move num mundo desconhecido, povoado por muitos tipos de ameaças imprevisíveis. Não sabe como agir. Não sabe como reagir à violência. Nem com a palavra pode defender-se, pois não utiliza a linguagem para falar de seu mundo - e daquilo que entende. Além disso, na cidade Isabel encontra outro fenômeno que desconhecia em seu povoado natal - a diferença de classes. A arrogância e a indiferença dos bem-nascidos a imobilizam. E, para piorar as coisas, seu irmão querido parece ter sido sugado pela cidade grande. Sumiu vários meses antes, sem deixar traço. O deslumbramento da menina diante do desconhecido, sua inadequação ao ser tragada por uma sociedade regida por regras que lhe parecem absurdas, sua forma pessoal de forjar soluções - tudo aqui comove e revela. Contra todas as probabilidades, Isabel resiste, e logra construir sua vida na metrópole hostil

lançamento !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! dia 29.04.2008


Um dos artigos é meu de parceria com Edineide Silva

sábado, 12 de abril de 2008

desenhos de Brennand


desenhos de Brennand
Da Redação
Um conjunto de 59 desenhos do artista pernambucano Francisco Brennand é o destaque da mostra que tem início esta sexta-feira (11) na Galeria Paulista da Caixa Cultural, em São Paulo.


"O Seqüestro, [da série] Carnaval", desenho que integra exposição de Brennand em SP
MAIS IMAGENS DA EXPOSIÇÃO
LEIA MAIS SOBRE BRENNAND
Focada no trabalho gráfico de Brennand, premiado escultor, a exposição tem o objetivo de levar ao público um aspecto pouco conhecido da vasta obra do artista. Serão exibidas também quatro esculturas de Brennand.

De acordo com o curador da mostra "Alma Gráfica: Brennand Desenhos", Olívio Tavares de Araújo, os desenhos do artista, "da mesma maneira que as esculturas", exploram o universo e a figura feminina, além da tragédia, que neste caso aparece em tom mórbido, com traços de influência expressionista.

Os 59 desenhos que serão exibidos foram selecionados de um conjunto de 800. Além das obras, a exposição mostrará imagens do estúdio-museu de Brennand em Recife, que o artista de 80 anos começou a construir em 1971, no espaço onde funcionava a olaria de seu pai, e que hoje recebe cerca de 4 mil visitas por mês.

"Alma Gráfica: Brennand Desenhos" fica até 25 de maio em cartaz na Galeria Paulista da Caixa Cultural e pode ser visitada de terça a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos, das 10h às 21h.


--------------------------------------------------------------------------------

"ALMA GRÁFICA: BRENNAND DESENHOS"
Quando: de 11/4 (abertura para convidados) a 25/5
Onde: Galeria Paulista - Caixa Cultural (av. Paulista, 2083, tel.: 0/XX/11 3321-4400)
Quanto: entrada gratuita

Tesis Los Kirchner, entre la espada y la pared


Tesis
Los Kirchner, entre la espada y la pared

Si Cristina Fernández de Kirchner realmente cree en su propio "relato", del que el coautor parece ser aquel célebre pensador progresista Luis D'Elía, la Argentina no tardará en despeñarse en una nueva crisis política de proporciones mayúsculas y desenlace incierto. Acostumbrada como está a un índice de aprobación inverosímilmente alto heredado de su marido, la Presidenta no supo cómo reaccionar cuando el apoyo así registrado comenzaba a esfumarse. En lugar de resignarse a gobernar como una presidenta "normal" –en los países avanzados los mandatarios a menudo se ven abandonados por la mayoría sin por eso sentirse obligados a renunciar–, ha elegido redoblar la apuesta, satanizando a sus adversarios, dando a entender que quieren voltearla, lo que, claro está, hace todavía peor la situación en que se encuentra ya que lo que más molesta a la gente es la intolerancia autoritaria que la caracteriza.
A juzgar por sus discursos, la Presidenta se las ha ingeniado para persuadirse de que los chacareros, caceroleros, sojeros, empresarios, periodistas y otros que desaprueban su gestión, son una banda siniestra de oligarcas, golpistas y racistas blancos que sueñan con restaurar el Proceso, cuando no los horrores de los años 90. Es su "relato" y no se propone modificarlo. De más está decir que virtualmente cualquier medida podría justificarse si ayudara a salvar al país del peligro terrible que en su opinión lo acecha.

Así, pues, es de prever que la Presidenta, blindada por la convicción de que el Destino, la Historia o lo que fuera la ha convocado para defender al pueblo contra los resueltos a esclavizarlo, no vacile en continuar haciendo uso de la tropa aportada por D'Elía y Moyano, atacando a los productores agrarios y amenazando a los medios de prensa. Conforme al Observatorio de la Discriminación en los Medios de Comunicación que está avalado por el Gobierno, los diarios, revistas y emisoras televisivas del país han decidido envenenar a la gente, obligándola a consumir basura "clasista y racista" y, para colmo, haciendo gala de su "supina ignorancia" toda vez que aluden al conflicto con el campo que, como sabe toda persona de bien, es sólo un "lock out patronal".
La hostilidad hacia la prensa que tienen los Kirchner es alarmante no sólo porque podría presagiar un intento de subordinarla a su proyecto personal –similar al emprendido en su momento por el compañero José López Rega–, sino también por lo que nos dice acerca de su mentalidad. Aunque la pareja ha disfrutado siempre de una cobertura mucho más amistosa que la brindada a Fernando de la Rúa, Carlos Menem, Raúl Alfonsín y hasta a los militares cuando ya se había hecho evidente que se iban. A su entender, toda manifestación de disenso es una señal que se ha puesto en marcha una conspiración ultraderechista en su contra.
La popularidad de la Presidenta se ha desplomado: según el diario madrileño El País, se ubica a un 23%, lo que de ser verdadrepresenta una caída salvaje para una persona que está habituadaa 60% o más. Si la Argentina fuera un país de instituciones políticas fuertes, Cristina podría ahorrarse disgustos al adoptar un perfil bajo y limitándose a administrar, pero desgraciadamente para ella no lo es. Aquí, la única institución que funciona de forma adecuada es la Corte Suprema, que acaba de asestarle una bofetada sonora al fallar a favor del derecho del procesista Luis Patti a asumir el escaño de diputado que ganó en las elecciones del 2005.
Por ser el sistema político nacional hiperpresidencialista, es decir, exageradamente personalista, la estabilidad depende del rating del ocupante de la Casa Rosada. Mientras no existieron dudas de que los Kirchner eran por un margen amplio los más populares y por lo tanto los más capaces de suministrar votos a la multitud de individuos anotados en las listas sábana partidarias, pudieron confiar en la "lealtad" del grueso de la clase política, de ahí todas aquellas afirmaciones de compromiso con el "proyecto" que afirman encabezar. Pero en cuanto empezó a difundirse la sospecha, que pronto se transformó en certeza, de que Cristina por lo menos había perdido la magia proselitista que tanto había beneficiado a sus seguidores, aparecieron grietas en el aparato que construyeron. Gobernadores peronistas de provincias en que los votantes rurales pesan mucho dieron a entender que no les gustaba demasiado la agresividad oficial hacia quienes habían posibilitado sus triunfos electorales más recientes. Y legisladores notorios por su obediencia al jefe de turno están preguntándose si no ha llegado la hora de distanciarse, aunque fuera un poco, de un matrimonio que tal y como están las cosas parece condenado a reeditar la experiencia triste pero aleccionadora de Menem.

Claro, los Kirchner aún tienen las llaves de la caja que, gracias al yuyo maldito llamado soja, está llena. Pero un resultado de la rebelión del campo ha sido despertar el interés de los gobernadores provinciales en el federalismo. Comprenden muy bien que las retenciones no coparticipables sirven para fortalecer al Poder Ejecutivo nacional en desmedro de todos los demás, en especial de las provincias. Si no fuera por dichos impuestos, algunos no tendrían que humillarse arrodillándose ante una pareja de ideas a su juicio desagradables que los trata con desdén. Quisieran cambiar radicalmente un esquema que saben, es perverso, pero que han tolerado hasta ahora por razones pragmáticas. A menos que Cristina logre recuperarse en los meses venideros, correrá el riesgo de verse frente a una coalición amplia conformada no sólo por productores rurales, sino también por políticos del interior que reclamen una revisión drástica de la forma de distribuir el dinero procedente del campo.
No es el único peligro que enfrenta. La inflación ya ha superado un 20% anual e, incluso, partidarios fervorosos del "modelo" advierten que podría hundirlo si el Gobierno sigue negándose a combatirla con algo más eficaz que estadísticas fraudulentas. Por lo demás, según los enterados la crisis energética se agravará mucho a menos que el Señor nos privilegie aboliendo el invierno. Está en lo cierto Cristina cuando señala que la falta tanto de energía como de comida barata es un problema mundial, pero es poco probable que los perjudicados por precios cada vez más exorbitantes y, tal vez, apagones prolongados, se sientan consolados al saber que en otras latitudes hay millones cuya situación es todavía peor. Antes bien, culparán a los Kirchner por la inflación y por los problemas energéticos. Tendrán razón, puesto que las dificultades se deben a la miopía insólita de un gobierno liderado por un matrimonio al parecer convencido de que sólo a un neoliberal desalmado se le ocurriría pensar en mañana.
¿Podrá Cristina salir del pozo en que se ha metido? No le será nada fácil. Para empezar, tendría que cambiar la personalidad que se ve reflejada en una imagen pública que sólo una minoría decreciente encuentra atractiva. Aunque a estas alturas debería entender que, en su caso, la combatividad suele resultar contraproducente, la posibilidad de que lo intente es escasa. Lo más probable es que reaccione con furia ante todo revés, de este modo, asegurando que el pozo se haga más profundo por momentos. También le sería necesario frenar la inflación antes de que las protestas comiencen a estallar en el siempre combustible conurbano, rezar para que haya gas y electricidad suficientes como para pasar el invierno próximo, y los siguientes, sin contratiempos y reconciliarse con el campo.

En otras palabras, todo hace sospechar que el "modelo K", una versión personalizada del confeccionado por Eduardo Duhalde después del colapso de la convertibilidad, tiene los días contados. El absolutismo kirchnerista, la voluntad de adquirir cada vez más poder y de controlar casi todo sin preocuparse por nada más, ya está chocando contra sus límites naturales al reaccionar distintas partes de la sociedad contra sus pretensiones exageradas. Que esto haya sucedido, siempre fue inevitable. Puede que en el 2003 el país haya sentido la necesidad de que el nuevo presidente fuera un hombre fuerte y duro que sería capaz de garantizar el orden y, mientras tanto, exculpar a la mayoría diciéndole que fueron otros los responsables de la catástrofe colectiva de dos años antes, pero estamos en el 2008 y las prioridades son distintas.
Mal que mal, se ha difundido la sensación de que los Kirchner son figuras de un pasado que se resiste a alejarse. Si fueran políticos auténticamente democráticos, aceptarían esta realidad, adaptando a las circunstancias. Como no lo son, procurarán resolver los problemas que están amontonándose, aplicándoles el método INDEC, que consiste en aferrarse a un relato ficticio aun cuando no tiene nada que ver con lo que efectivamente sucede. Muchos presidentes anteriores se refugiaron así en sus propias ilusiones. Pocos lograron terminar con dignidad su período en el poder. ¿Será Cristina una excepción a esta regla infeliz? Por desgracia, no existe ningún motivo para creerlo.l


Por JAMES NEILSON, PERIODISTA y analista político, ex director de “The Buenos Aires Herald”. | Ilustración: Pablo Temes.
http://www.noticias.uol.com.ar/edicion_1633/tesis.htm

La historia del periodismo de EE.UU en un nuevo museo

La historia del periodismo de EE.UU en un nuevo museo
El "Newseum", un espacio monumental dotado de las últimas tecnologías y en el que se glorifica al periodismo en todas sus formas, abrirá el viernes sus puertas en Washington para ensalzar el papel de una prensa libre.
Fotos Videos UN RECORRIDO virtual por el newseum, el templo del periodismo que contará con los últimos avances tecnológicos.
1
LOS RESTOS de la antena de comunicaciones que coronaba las Torres Gemelas y que llegó a ser el punto más alto de Nueva York: una de las atracciones del flamante museo.
1 de 1

Situado en la mítica Avenida Pensilvania, a mitad de camino entre el Congreso estadounidense y la Casa Blanca, este templo del periodismo ocupa un espacio de 23.000 metros cuadrados y se jacta de ser "el más interactivo y más avanzado del mundo tecnológicamente".

Su debut llega tras siete años de planificación y construcción, que arrancó después de que el original y mucho más modesto "Newseum" -una contracción de las palabras noticia y museo en inglés- cerrase sus instalaciones en el aledaño estado de Virginia.

Para echarlo a andar han sido necesarios 450 millones de dólares. Su objetivo es "ayudar a la gente a entender mejor el papel de una prensa libre", según explica el director ejecutivo del nuevo "Newseum", Joe Urschel.

Y para que no queden dudas de su misión, una enorme placa de mármol en su fachada reproduce el texto de la Primera Enmienda de la Constitución de Estados Unidos, que defiende la libertad de prensa, expresión y religión, así como el derecho de reunión.

Dentro del museo también queda claro el mensaje: "Las noticias son necesarias para que la democracia funcione", apunta una de las leyendas inscritas en el interior del edificio de siete plantas, que alberga 25 teatros y 14 salas de exposición, entre ellas una dedicada a la evolución del periodismo a lo largo de los siglos. En ella se recuerda a los visitantes que la guerra civil estadounidense (1861-1865) fue la primera ocasión en la que un gran número de reporteros independientes cubrió la misma historia.

En esa misma sala se exhiben fotografías del famoso caso de espionaje político conocido como "Watergate", que destapó el diario "The Washington Post" y que costó la presidencia a Richard Nixon. Otros recortes de periódicos y crónicas televisivas dan cuenta de eventos más recientes, como la matanza de "Virginia Tech" que tuvo lugar el año pasado, o los atentados del 11 de septiembre del 2001 contra Washington y Nueva York.

Pero ninguna de esas imágenes es tan conmovedora como los restos de la antena de comunicaciones que coronaba las Torres Gemelas y que en su momento llegó a ser el punto más alto de Nueva York. Ahora, por el contrario, es un retorcido trozo de acero y un triste recuerdo de la tragedia del 11-S. A su alrededor, un soporte circular blanco reproduce los boletines urgentes que las agencias de noticias internacionales enviaron ese día relatando lo ocurrido, entre ellos uno que se mandó pasadas las 10.00 de la mañana locales cuando se desplomó la torre sobre la que se erguía la derruida antena.

El museo, por lo demás, planea evolucionar con los tiempos, así como acoger actos especiales relacionados con grandes eventos informativos como la próxima visita del papa Benedicto XVI a EEUU o las elecciones presidenciales de noviembre.

Fuente: EFE

La industria musical pierde la fe en el CD y apuesta por Internet


La industria musical pierde la fe en el CD y apuesta por Internet
La industria de la música comenzó a darle la espalda a los soportes físicos que la acompañaron desde sus inicios, si primero fue el vinilo y luego el cassette, ahora la Red reclama el trono de un CD que agoniza ante la piratería.

¿LOS DIAS CONTADOS? Puede ser, pero aunque las grandes discográficas redefinan sus estrategias de distribución, siempre habrá una porción del público que reivindique el soporte físico.
1 de 1

El éxito de las descargas legales de discos y canciones a través de iTunes, que ya es el primer vendedor de música en Estados Unidos por delante de los grandes puntos de venta como Wal-Mart, terminó por sacudir las estructuras de las discográficas apegadas a la música enlatada, que ahora decidieron tomar cartas en el asunto.

Sony, Warner y Universal se preparan para disputar la hegemonía alcanzada por Apple en un abrir y cerrar de ojos.

Esta empresa californiana, que apostó por diseñar su propio dispositivo de música "i-pod", puso en marcha para alimentar sus contenidos un sistema de distribución de canciones a través de Internet que rompió las barreras establecidas por la industria.

El sitio i-Tunes permitió que los internautas escogiesen aquellas canciones que más les gustaban y comprarlas sueltas a un precio módico (casi un dólar), lo que tornó innecesario pagar por un disco entero.

La división musical de Apple se hizo de oro mientras la piratería maltrataba al sector, asfixiado por las descargas ilegales a través de internet y las ventas de CD piratas.

La apuesta "i" de Apple ha terminado por consolidar una forma de consumir música que ha enganchado con los jóvenes y cada vez son más los que ya no visitan una tienda de discos y no recuerdan la última vez que compraron un CD.


Si no puedes vencerlos, únete a ellos

Sony BMG, Universal Music y Warner Music se han aliado con el portal de Internet MySpace, la red de contactos más popular del mundo virtual con más de 30 millones de usuarios, para lanzar un servicio que compita cabeza a cabeza con "iTunes" en la distribución musical.

El arma de estos tres grandes de la industria será MySpace Music, un área integrada en la web MySpace que nació como un lugar de encuentro de músicos, y que en unos meses permitirá acceder a los innumerables discos de estas discográficas a golpe de ratón.


"MySpace Music dará acceso al mayor archivo del mundo de contenidos audiovisuales", se asegura en un comunicado conjunto realizado por las discográficas y MySpace.

Este proyecto dará un paso más en la relación de los músicos y sus seguidores, ya que abrirá la posibilidad de que los artistas sumen contenidos para su descarga, además de poner en venta productos con su marca y entradas de conciertos.

Las casas de discos entran de lleno en la lucha por la venta "online" de música a la carta, un negocio en el que los CD no tienen cabida y pasan de ser un sistema de consumo musical a un mero formato digital de almacenamiento de información.

La reconfiguración del sector pasa también por la venta "online" de discos en formato CD, que aún es la principal vía de comercialización de música en el planeta, a través de webs como Amazon que comen cada vez más terreno a las estanterías de los comercios.

by el clarin revista N

E A universidade Pública não tem jeito, assim as privadas-Universidades- comem ela


Estudantes lavam reitoria da UNB com água e sabão
Publicidade
A universidade Brasileira é assim!E tanta luta !!!!!!!!e O sr Presidente e seu ministro deixam como estão, e não mais concorrem quase com as Universidades Privadas e caem em mar de Lama!
PAulo a c v


SIMONE IGLESIAS
da Folha de S.Paulo, em Brasília

Estudantes acampados na reitoria da UNB (Universidade de Brasília) lavaram com água e sabão neste sábado à tarde o gabinete da reitoria e as rampas de acesso à área administrativa da universidade. Os alunos protestam contra o reitor afastado Timothy Mulholland, acusado de ter desviado R$ 470 mil de verba de pesquisa para comprar móveis de luxo.

Eles estão acampados desde o dia 3 de abril. Estava programada para acontecer à noite a "festa do milhão", em referência a R$ 1 milhão devidos pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes) à 17ª Vara Federal do Distrito Federal, que estabeleceu uma multa de R$ 5 mil por hora aos estudantes por não desocuparem o prédio.

Alunos da faculdade de Artes Visuais colocaram no gramado da UNB dezenas de lixeiras coloridas, doadas durante a semana por pais, funcionários e estudantes.

"É uma manifestação pacífica e que remete diretamente ao reitor Timothy", disse Camila Soato, 22, estudante de Artes Visuais.

Cerca de 60 alunos mantêm a invasão da UNB. Durante o dia, fizeram roda de samba, dançaram funk, jogaram vôlei e futebol e fizeram aula de yoga.

Leia mais

Alunos querem mudar estatuto da UnB e decidem só na 2ª desocupação da reitoria
Após afastamento de reitor, Haddad pede que estudantes desocupem reitoria da UnB
Professores da UnB aprovam afastamento temporário de reitor
Estudantes comemoram afastamento de reitor da UnB e querem saída de substituto
Pressionado, reitor da UnB anuncia afastamento do cargo por 60 dias
Alunos da UnB decidem manter invasão e paralisar aulas
LIVRARIA: Série com CDs ensina inglês, italiano, chinês e outras línguas em 15 minutos ao dia
Especial

castro e seu marketing


o Comandante Castro é mesmo um cara inteligente, passa pela história com um cuidado de sua imgem que dÁ inveja, a muitos políticos, seu trajeto final "no governo" FOI DE UM CUIDADO E TANTO E AGORA VEJAM AS MEDIDAS!!!!!UM NOVO TEMPO, SEM SUA BATUTRA VISÍVEL!!!!!!!!!!!!

Governo de Cuba planeja mais reformas, diz jornal oficial

Um artigo publicado no jornal oficial do Partido Comunista de Cuba, o Granma, afirma que as reformas anunciadas recentemente pelo presidente Raúl Castro podem ser apenas o início de mais mudanças.

O texto também elogia a recente suspensão de restrições em diversos setores da economia.




Na sexta, governo anunciou regras para agilizar trâmites para que trabalhadores possam adquirir moradias estatais
CUBA FACILITA POSSE DE IMÓVEL
FIDEL: ALERTA CONTRA CAPITALISMO
ESPECIAL: FIDEL RENUNCIA
Nesta sexta-feira, o governo de Cuba anunciou mais uma mudança. Uma medida publicada no diário oficial vai tornar mais rápidos os trâmites para que trabalhadores possam adquirir moradias estatais.

Com a medida, os funcionários públicos que alugam casas do Estado poderão ter a propriedade dessas habitações, além de deixá-las como herança para seus filhos.

Antes, eles corriam o risco de perder as casa quando se aposentassem.

Segundo o correspondente da BBC em Havana, Michael Voss, a nova medida publicada nesta sexta-feira vai beneficiar principalmente famílias de militares, trabalhadores nos setor de açúcar e de construção, médicos e professores.

No entanto, comprar e vender propriedades ainda continua proibido.

Mudanças
Desde que assumiu oficialmente o lugar de seu irmão, Fidel Castro, em fevereiro, o presidente Raúl Castro introduziu uma série de reformas na ilha.

O governo já anunciou a permissão para que cubanos se hospedem em hotéis antes destinados exclusivamente a estrangeiros.

Também permitiu que a população tenha acesso irrestrito a telefones celulares, eletrodomésticos, DVDs e computadores.

No início deste mês, o governo anunciou que vai ceder terras estatais ociosas a cooperativas e produtores privados, em uma medida destinada a impulsionar a produção de alimentos, café e fumo.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

ONGs denunciam lobby a favor do trabalho forçado e infantil

vejam no
http://z001.ig.com.br/superig/16/56/971832/blig/blogdosakamoto/
ONGs denunciam lobby a favor do trabalho forçado e infantil

A ADM e a Cargill, grandes corporações internacionais de comércio e processamento de alimentos, estão sendo acusadas de tentarem derrubar um artigo em um projeto de lei norte-americano que prevê um programa de certificação voluntária para evitar a importação de mercadorias produzidas com mão-de-obra forçada ou infantil. O dispositivo se chama Certificação Voluntária de Situação de Trabalho Infantil nas Importações Agrícolas e garantiria uma metodologia para que produtores de mercadorias agrícolas possam, provar que estão livres dessas formas de exploração e não sofram restrições comerciais com os EUA.

A denúncia parte de um grupo de entidades da sociedade civil que atuam no combate ao trabalho forçado e infantil por lá - traduzi aqui algumas das suas declarações. Bama Athreya, diretora executiva do Fórum Internacional de Direitos do Trabalho, afirmou que é chocante a Cargill e a ADM estarem tentando defender trabalho forçado. “Nós gostaríamos de saber se a Cargill e a ADM sabem que estão usando trabalho forçado e estão tentando evitar fazer algo a respeito.”

“Não é surpresa que a ADM e a Cargill façam lobby contra salvaguardas que poderiam garantir que crianças e trabalhadores escravos não sejam usados na produção agrícola”, afirmou Leila Salazar-Lopez, diretora da Rainforest Action Network. “Apesar deles terem assinado o Pacto Brasileiro pela Erradicação do TRabalho Escvravo”, essas companhias ainda têm que provar que trabalho escravo não é usado em sua cadeia de fornecedores”. Os esforços lobistas da ADM e da Cargill violam suas próprias regras corporativas e são a prova que essas companhias não têm intenção de serem transparentes sobre suas práticas trabalhistas”.
A mudança está em sendo debatida nas comissões de agricultura da House of Representatives (a Câmara dos Deputados dos EUA) e do Senado. Uma decisão sobre o tema deve sair em breve.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, cumprindo o Ato de Reautorização de Proteção a Vítimas de Tráfico de Pessoas, aprovado pelo Congresso, está compilando uma lista de bens importados que podem ser produzidos com trabalho escravo ou infantil. De acordo com o Departamento de Estado, isso será usado para auxiliar nas políticas internas e externas de combate a esse crime. Já discorri sobre essa lista de produtos anteriormente. Comemorada por alguns grupos como instrumento de pressão contra o crime, ela também é fonte de preocupações por parte dos produtores rurais brasileiros sobre seu potencial de gerar ações protecionistas.
enviada por Sakamoto
(comentar | 2 comentários) | (envie esta mensagem) | (link do post)

domingo, 6 de abril de 2008

Por que-----????

O poder acha que somos tolos?
Por que será que ainda hoje os políticos acham que nos somos passíveis de enganações?
Será pelo fato deles acreditarem que nâo acompanhamos , nada , ou porque não sabemos pensar, analisar.
E So sabemos pensar e analisar para elegê-los?
E pior, será que eles acham que os compromissos assumnidos não são fiscalizados e acompanhados?
Dilma,como a verdadeira presidenta, e Lula , o rei do populismo pensam que nao compreendemos as estratégioas deles de se manterem no poder, seja por ele mesmo, ou com olhares para DiLma.
O poder realmente é cego mudo e surdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Paulo--