quinta-feira, 29 de maio de 2008

a beleza desse país!!!!!!!!!!!!!!!! somos LINDOS !!!!!!! E NAO SABEMOS!!!!!!!!!!


TEMOS GENTE QUE DEFENDE SEU CANTO, SENDO SEU PAÍS!!!!!!!!!!!ESSA É NOSSA TRIBO!!!!!
Uma expedição aérea realizada pela Frente de Proteção Etnoambiental da Funai (Fundação Nacional do Índio) na divisa do Estado do Acre com o Peru conseguiu fotografar pela primeira vez um dos quatro povos indígenas distintos que vivem isolados naquela região. Não há registro de contato dessa tribo com a civilização.


Malocas de tribo foram localizadas na divisa do Acre com o Peru


Expedição da Funai foi recebida
com flechas por índios isolados

Veja fotos ampliadas
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De acordo com o coordenador do grupo, o sertanista José Carlos dos Reis Meirelles Júnior, a existência desses povos já é conhecida desde 1910, por meio de registros escritos, mas as 1.200 fotos tiradas na expedição deste mês, realizada com o apoio do governo do Acre, são o primeiro registro de imagem dessas etnias.

Para visualizar as malocas, foram necessárias 20 horas de vôo na região do rio Envira, que nasce no Peru e atravessa o Acre. "As coordenadas geográficas eu não digo por nada, nem para a Funai", ironizou Meirelles, em entrevista ao UOL, por telefone. "Não queremos que a civilização chegue até lá", completou.

Ao avistarem os 'intrusos', os índios atiraram flechas, e as mulheres e as crianças se esconderam, segundo Meirelles. "Posso dizer que fiquei feliz com a 'recepção'. Enquanto está assim, entendemos que está tudo bem. Demonstra que não são civilizados mesmo, e é isso que queremos conservar", explicou o sertanista.

De acordo com Meirelles, os índios vestiam apenas uma cinta de algodão, cobrindo os órgãos genitais, e tinham o corpo pintado de urucum (vermelho). "Vimos que eles plantam batata, banana, algodão e mandioca, entre outras coisas", afirmou Meirelles.

HowStuffWorks
Índios isolados são todos os grupos indígenas ou indivíduos que vivem sem contato com o resto da população brasileira. Habitam o interior das florestas, principalmente a Amazônia, sem estabelecer contato com as comunidades não-indígenas que os cercam.

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O sertanista, que vive e trabalha na região há mais de 20 anos, disse ter ficado satisfeito ao ver que a população dessas etnias isoladas aumentou. "Esses índios têm sido mortos desde o início da exploração da borracha na região. Ficamos surpresos ao ver mais malocas do que de outras vezes. É sinal de que nosso trabalho tem surtido efeito."

O objetivo de divulgar as fotos, segundo Meirelles, é o de pressionar os governos do Peru e do Brasil para que desenvolvam uma política de conservação para a área, que vem sofrendo com a exploração da madeira.

"Queremos alertar a sociedade e o governo para a violência contra os índios. Infelizmente, a sobrevivência deles depende de nós agora", completou o especialista da Funai.

A divulgação das fotos foi feita pela Survival International, organização que apóia a política da Funai para povos isolados. A entidade estima que haja cerca de 40 grupos indígenas isolados no Brasil; no mundo todo seriam 100.

Meirelles prega que a intenção do trabalho da Funai é "nunca fazer o contato, apenas demarcar a área e deixar os índios em paz". Segundo o sertanista, duas terras já foram demarcadas na região sem que fosse feito contato com os índios, e uma terceira nessa mesma situação está prestes a ser feita.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

BNDES-ProLivro terá linhas especiais de crédito para editoras, livrarias e gráficas -


BNDES-ProLivro terá linhas especiais de crédito para editoras, livrarias e gráficas - 13/05/2005

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Cultura anunciaram nesta sexta-feira (13/05) o BNDES-PROLIVRO, um pacote de medidas para facilitar a concessão de financiamentos para o mercado editorial. Entre as novidades, a atividade de edição de livro passou a ter o tratamento de “setor prioritário” nas Políticas Operacionais do banco, o que na prática significa uma redução no spread de 0,5% em comparação do que é cobrado de outros setores pela instituição.

A exemplo do que aconteceu no ano passado com o cinema, o banco decidiu reduzir de R$ 10 milhões para R$ 1 milhão o valor mínimo para operar diretamente na liberação de recursos do FINEM (Financiamento a Empreendimentos) para as empresas do setor, que assim não terão que recorrer a outros bancos repassadores de empréstimos. A medida, segundo os técnicos do banco, ampliará bastante a base de potenciais tomadores do banco, que historicamente atende uma quantidade irrisória de editoras e livrarias.

Além de reduzir as taxas de juros, o BNDES também vai oferecer uma carência de seis meses após o fim da execução do plano de edição, que pode demorar até dois ou três anos para ser concretizado. Outra medida de impacto e que deve beneficiar empresas de todos os portes – e principalmente as micro e pequenas, que tradicionalmente têm dificuldades para obter empréstimos – é que a partir de agora o Cartão BNDES – operado por diversos bancos no País – passa a permitir a compra de papel para a edição de livros.

Outra boa notícia – que vai beneficiar também outros setores da economia – é que o valor do Cartão BNDES está sendo aumentado de R$ 50 mil para R$ 100 mil. A decisão significa uma ajuda importante aos editores, já que além de ser um dos principais insumos da indústria editorial, o papel raramente é financiado com condições atraentes pelos fabricantes. Além disso, o Cartão BNDES – que também pode ser utilizado para, por exemplo, montar uma livraria, por meio da aquisição de computadores e mobiliário – pode ser obtido sem nenhuma burocracia, com juros de 1,4% ao mês (taxa de março), abaixo do que vem sendo cobrado pelas financeiras, e as despesas podem ser pagas em até 24 meses.

O pacote – que vem sendo negociado há meses pelo BNDES e Ministério da Cultura e integra a agenda da Economia da Cultura criada pelos dois órgãos para atender os diversos setores da indústria criativa no Brasil – inclui outras formas de apoio aos editores. O BNDES passa a financiar os planos editoriais que tenham um mínimo de cinco obras com tiragem de pelo menos 3 mil exemplares por título. Os empréstimos poderão ser utilizados para custear a tradução, versão, revisão, impressão, produção em meios como livros em braile, áudio-livro e Cdrom e até para a aquisição de direitos autorais de escritores residentes no País.

As taxas de juros oferecidas pelo banco em operações diretas são de 1,5% a 3,0% ao ano mais TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) para micro, pequenas e médias empresas, e de 3,5% a 5,0% ao ano mais TJLP para grandes empresas. Nas operações indiretas (que incluem as taxas pagas às instituições financeiras credenciadas que fazem o repasse), as taxas do BNDES são de 1,0% para as primeiras e 3,0% a 4,5% para as últimas. Com as linhas de crédito especiais, as editoras passam, a partir de agora, a contar com taxas de 1,0% a 4,0% ao ano, o que representa uma redução significativa do custo do capital. O banco também decidiu aumentar para 80% sua participação nos investimentos a serem feitos pelas empresas da cadeia produtiva do livro (editoras, livrarias e gráficas).

O BNDES também disponibilizará aos interessados o livro "A Economia da Cadeia Produtiva do Livro" – em versão impressa e em e-book – com os estudos sobre o mercado editorial brasileiro encomendado pelo banco aos pesquisadores George Kornis, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), e Fábio Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tanto a pesquisa quanto o programa de financiamento ao livro vão integrar o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que está sendo elaborado pelo Ministério da Cultura e que terá a participação de outros 13 ministérios, além de empresas estatais, institutos e fundações federais.

Visite o site www.bndes.gov.br

Acesso por banda larga residencial cresce 53% no Brasil

Acesso por banda larga residencial cresce 53% no Brasil
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da Folha Online

O número de pessoas com acesso à internet em banda larga no Brasil cresceu 53% em um ano, chegando no mês de abril a 18,3 milhões de usuários residenciais ativos --que acessaram a rede em casa pelo menos uma vez no mês. O dado, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ibope/NetRatings, mostra que 82% dos internautas brasileiros utilizaram internet rápida naquele mês.

Segundo a pesquisa, 22,4 milhões de pessoas utilizaram internet residencial --em qualquer velocidade-- em abril deste ano, um crescimento de 41,3% em relação aos 15,9 milhões de abril de 2007. A alta foi a maior registrada no mês entre os dez países que são monitorados pela Nielsen/NetRatings.

O brasileiro se mantém em primeiro lugar também em relação ao número de horas gastas na rede e no número de páginas acessadas. Os internautas do país abriram, em média, 1.868 páginas no mês. "O elevado consumo de páginas de internet no Brasil está diretamente relacionado à alta afinidade dos brasileiros com as redes sociais, que são os sites com maior média de páginas vistas por usuário", afirma José Calazans, analista de mídia do Ibope/NetRatings, em nota.

Para ele, isso acontece principalmente no público jovem. O número de páginas abertas mensalmente por um adolescente brasileiro, que era de 1.354 em abril de 2005, passou a 2.561 no mesmo mês deste ano.

Em abril, o internauta brasileiro foi também o campeão no número de horas na rede: 22 horas e 47 minutos por pessoa, em média, uma alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O dado de acesso à internet em todos os ambientes, que leva em conta o uso da rede em residências, trabalho, escolas, LAN Houses, bibliotecas e telecentros, continua na marca dos 40 milhões de pessoas com 16 anos de idade ou mais, relativo ao quarto trimestre de 2007.

by uol.com.br

domingo, 25 de maio de 2008

as redes

Esquecidas na era industrial, mas renascidas com a internet, as redes sociais desafiam a fusão entre o poder e o saber, permitem que colaboração e generosidade sejam lógicas naturais e podem fazer da emancipação um ato quotidianoAo preparar essa coluna, navegando através das redes, encontramos algo que permite ilustrar alguns dos conceitos que estamos construindo em conjunto e "presenciar" esse estar em rede. Antes de iniciarmos nossa conversa, vamos dar uma olhada nesse vídeo sobre redes sociais..

A sociedade sempre funcionou em rede. Aliás, sociedade e rede são conceitos indissociáveis. Os seres humanos vêm se organizando em redes colaborativas desde o começo dos tempos. Há muito que tal tipo de organização permite que sejamos capazes de transformar o mundo ao nosso redor, criando conhecimento e cultura de maneira coletiva. Não há sociedade, se não houver redes: de amigos, famílias, primos e primas. Conectados por um algum fator que combina os anseios, interesses e desejos das pessoas. Redes não são novidades.

A era industrial, sob o domínio da comunicação de massas, deixou a rede escondida. Em segundo plano. Mas, a internet tem nos levado a reviver a idéia. O sistema torna-se mais abrangente. As redes de amigos cresceram. Hoje em dia, com o advento e popularização da Internet, novas redes colaborativas, voltadas para a produção criativa, têm surgido com incrível velocidade, criando bens coletivos de valor inestimável.

A rede dos hackers, um dos exemplos mais evidentes, produz, todos os dias, inovações técnológicas que prometem revolucionar a economia dominante do mercado de software. São os chamados softwares livres, que podem ser instalados gratuitamente no seu computador, permitindo que você realize uma gama enorme de atividades, desde conectar a sua câmera digital até editar e mixar uma música. Mas o mais importante é que estes softwares são bens criativos compartilhados nessas redes, que podem ser estudados e melhorados por todos.

A produção coletiva e descentralizada de bens criativos não se aplica somente ao software. Já começam a aparecer reflexos dessa nova forma de produção em diversas áreas do conhecimento. Um ótimo exemplo é a WikiPedia, uma enciclopédia construída coletivamente na web. O software livre é o caso mais conhecido e mais impactante de uma nova dinâmica que demonstra a produção de conhecimento livre como alternativa economicamente viável e sustentável.
Poder e saber são antagônicos. Saber exige liberdade, e despreza a autoridade sobre outros

Pretendemos discutir o surgimento das novas redes, o papel da internet e da tecnologia digital como catalisadores de multiplicação, e os impactos sociais, culturais e econômicos deste novo meio de produção criativa. Poder e saber têm significados antagônicos. Entretanto, a sutileza do destino aproximou conceitos tão dispares. Precisamos contextualizar essa dicotomia e pensar no fato de que ainda não começamos a pensar. Pois a equação poder e saber está desbalanceada numa entropia negativa. O saber só existe quando está livre para voar. O conhecimento livre pressupõe o desatrelamento do poder.

No entanto, a idéia de redes do conhecimento está sendo aplicada de forma esquemática nos projetos de inclusão digital. A tirania do conhecimento formal vem avassalar a periferia. Pois estamos falando de formas diferentes de conhecimento. O que é bom para o centro pode ser descartável para a periferia. E vice versa. As redes do conhecimento acadêmico não fazem sentido, porque não aglutinam as pessoas aos interesses comuns.

A rede indica um futuro libertador. A web só faz sentido quando um se preocupa com o outro. Numa circulação generalizada e libertadora de fluxos de informações e das ondas econômicas. A web é um mundo que nós criamos para todos nós. Só pode ser compreendido dentro de uma teia de idéias que inclua os pensamentos que fundamentam a nossa cultura, com o espírito humano persistindo em todos os nós. Tal compromisso entre humanos, tal generosidade altruísta não está desenvolvida no centro.
Muito mais que conhecimento formal, as redes articulam convívio, solidariedade, mobilização

Esse conhecimento está impregnado nos mutirões. No efeito puxadinho colaborativo. É só chegar para ajudar o ser humano ser mais feliz. Uma mobilização que vai além da boa ação. É cotidiana e despretensiosa.

Howard Rheingold, autor do livro 'Smart Mobs' diz que o potencial transformador mais profundo de conectar as inclinações humano-sociais à eficiência de tecnologias da informação é a possibilidade de fazer coisas novas juntamente, o potencial para cooperar numa escala e de maneiras nunca antes possíveis. E mais: multidões inteligentes (smart mobs) emergem quando a comunicação e as tecnologias da computação amplificam o talento humano para cooperação.

As redes da mobilização englobam a rede do conhecimento. São mais factíveis, reais, e com resultados rápidos. A sociedade civil se organiza, compra, vende, troca, aprende e ensina mobilizando as bases para o interesse comum. Desenvolver a comunidade, criar filhos, conviver com amigos, trabalhar e tentar ser feliz. Dizemos que estar em rede não há mais necessidade de operar a mudança social, ela se faz permanente.
Mais:

Dalton Martins e Hernani Dimantas assinam, no Caderno Brasil, a coluna Sociedade em Rede. Edições anteriores:

Por trás dos links, as pessoas
Há dois séculos, a ciência descobriu e passou a analisar as redes. Há vinte anos, elas estão revolucionando o jeito de a sociedade se relacionar consigo mesma
by www.revistaglobalbrasil.com.br/ - 4k

sexta-feira, 23 de maio de 2008

os gêmeos em Londres


22/05/2008 - 19h56
Nunca e Osgemeos pintam paredes da Tate Modern, em Londres
Da Redação

O grafiteiro paulistano Nunca trabalha em desenho na parede externa da Tate Modern, em Londres
VEJA IMAGENS DA EXPOSIÇÃO
Os grafiteiros de São Paulo Osgemeos e Nunca são dois dos artistas selecionados pela galeria Tate Modern para a exposição "Street Art", que abrirá sexta-feira (23) em Londres.

Além dos três artistas brasileiros (Osgemeos são uma dupla), irão expor trabalhos o grupo Faile, de Nova York; JR, de Paris; Blu, da Itália; e Sixeart, de Barcelona. A Tate Modern tem anunciado "Street Art" como "a primeira grande mostra do gênero em um museu público de Londres".

Pela primeira vez a famosa fachada do prédio, que fica na margem do rio Tâmisa, será comissionada para uma exposição.

Também estará à venda na Tate Modern o livro "Street Art - The Graffiti Revolution", de Cedar Lewisohn, lançamento de luxo que traça a história da arte urbana desde a pintura rupestre até o presente, com depoimentos, entre outros, da dupla Osgemeos, Shephard Fairey (Obey) e Malcom McClaren.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

indicaçâo SINOPSE A ESPERA DOS BÁRBAROS JL COETZEE


O cenário é um lugarejo poeirento na província ocidental de um certo Império. Um magistrado sem nome toca adiante sua rotina de funcionário correto a serviço de uma ordem que não lhe cabe questionar - recolhe impostos, dita sentenças e pouco se ocupa dos bárbaros maltrapilhos que perambulam a esmo pelo deserto escaldante. Nas horas vagas, abandona-se à melancolia e à escavação de ruínas próximas, cobertas pela areia. Seus dias de modorra moral são interrompidos pela chegada do coronel Joll, emissário de uma misteriosa Terceira Divisão de 'guardiães do Estado'. Especialista nas artes do 'interrogatório', Joll vem da capital para investigar um suposto movimento de sedição entre os bárbaros. Os rumores a respeito são mais que tênues, o que não impede Joll de torturar prisioneiros, disseminar a histeria xenófoba e silenciar dissidentes - entre os quais o Magistrado. 'À espera dos bárbaros' reitera as preocupações éticas que movem toda a prosa de J.M. Coetzee. O romance parte das encruzilhadas da população branca no apartheid sul-africano para construir uma profunda meditação sobre a natureza do poder absoluto, da censura, do compromisso e da moral em tempos difíceis.

Indicação UM PAIS DISTANTE Tradutor: VIEIRA, BETH AUTOR DNIEL MASON




Isabel aprendeu a distinguir os sons, cores e ritmos da terra árida onde vive com a família. Além disso, desde pequena desenvolveu um elo estranho e intenso com o irmão mais velho, Isaías. É capaz de localizá-lo mesmo quando ele se esconde entre os pés de cana-de-açúcar de uma extensa plantação. Isaías, muito diferente da taciturna irmã, é comunicativo e corajoso e migra para a cidade grande disposto a ganhar a vida como tocador de rabeca. Algum tempo depois, aos catorze anos, Isabel parte em busca dele, deixando a cidadezinha da infância, acossada pela fome e pela seca. Na cidade grande, Isabel sente-se sitiada por sinais que já não consegue identificar. Em sua busca desesperada por Isaías, a menina se move num mundo desconhecido, povoado por muitos tipos de ameaças imprevisíveis. Não sabe como agir. Não sabe como reagir à violência. Nem com a palavra pode defender-se, pois não utiliza a linguagem para falar de seu mundo - e daquilo que entende. Além disso, na cidade Isabel encontra outro fenômeno que desconhecia em seu povoado natal - a diferença de classes. A arrogância e a indiferença dos bem-nascidos a imobilizam. E, para piorar as coisas, seu irmão querido parece ter sido sugado pela cidade grande. Sumiu vários meses antes, sem deixar traço. O deslumbramento da menina diante do desconhecido, sua inadequação ao ser tragada por uma sociedade regida por regras que lhe parecem absurdas, sua forma pessoal de forjar soluções - tudo aqui comove e revela. Contra todas as probabilidades, Isabel resiste, e logra construir sua vida na metrópole hostil.

Será que o Governo Espanhol que se redimir com o governo Venezuelano


Será que o Governo Espanhol que se redimir como governo Venezuelano apostando numa cuasa nobre e seu grande prêmio? PACV


Las Orquestas Infantiles y Juveniles de Venezuela ganan el Príncipe de Asturias de las Artes
Es una institución que busca transformar la vida de menores.- 400.000 niños se han beneficiado
AGENCIAS / ELPAÍS.com - Oviedo / Madrid - 21/05/2008


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Las Orquestas Infantiles y Juveniles de Venezuela han sido galardonadas este mediodía en Oviedo con el Premio Príncipe de Asturias de las Artes en su edición de 2008. El jurado ha otorgado a las Orquestas este galardón "por haber combinado, en un mismo proyecto, la máxima calidad artística y una profunda convicción ética aplicada a la mejora de la realidad social". El Sistema de Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela (FESNOJIV), creado hace treinta años por el compositor y economista José Antonio Abreu, es un proyecto destinado a transformar la vida de los menores de ese país mediante su integración en una red de 120 orquestas.


Gustavo Dudamel: "Es un gigantesco estímulo"

La orquesta milagrosa
"La música salva vidas en mi país"

SOLISTAS- ALFREDO CÁLIZ

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Enlaces relacionados
FESNOJIV: Web del Sistema de Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela
www.fesnojiv.org
"En colaboración con primeras figuras de alcance universal, el sistema creado por el maestro Abreu ha formado a directores e intérpretes del más alto nivel, a partir de una confianza audaz en el valor educativo de la música para la dignidad del ser humano", ha añadido José Lladó Fernández-Urrutia, presidente del Jurado .

Hasta ahora más de 400.000 niños se han beneficiado del programa, del que participan actualmente un cuarto de millón de niños y jóvenes con edades comprendidas entre los 2 y los 25 años. A la última ronda de votaciones han llegado también las candidaturas del arquitecto japonés Tadao Ando y del compositor francés Pierre Boulez.

La organización incluye también talleres para niños y jóvenes, en los que aprenden a construir y reparar instrumentos y programas especiales para chicos con discapacidades o dificultades de aprendizaje, como el Coro de Manos Blancas, compuesto por niños sordos. La FESNOJIV presta asistencia técnica y organizativa a todas las escuelas públicas que solicitan su integración en el sistema musical y se apoya en las asociaciones de vecinos, de padres, ayuntamientos y representaciones institucionales para facilitarles los locales de ensayo o los instrumentos musicales necesarios.

Primero de ocho galardones

El fallo del galardón de las Artes ha sido el primero de los ocho Premios Príncipe de Asturias en concederse en la edición de 2008, dotados todos ellos con 50.000 euros y la reproducción de una estatuilla diseñada por Joan Miró. Al Premio optaban 28 candidaturas de 15 países, entre las que figuraban las de los músicos Leonard Cohen y Ennio Morricone, el cocinero Ferran Adrià, el dramaturgo Peter Brook, la violinista Anne-Sophie Mutter, los cineastas Emil Kusturica y Víctor Erice, el Circo del Sol, el Misterio de Elche, Les Luthiers y Fernando Botero.

También se presentaron propuestas para premiar a instituciones como la Scala de Milán, el Teatro Bolshoi y el Palau de la Música de Barcelona, además de una amplia representación de la arquitectura con candidatos como Rafael Moneo, Jean Nouvel o Frank Gehry. En ediciones anteriores el Premio de las Artes recayó, entre otros, en Miquel Barceló, Paco de Lucía, Bárbara Hendricks, Sebastiao Salgado, Vittorio Gassmann, Joaquín Rodrigo, Fernando Fernán Gómez y Krzysztof Penderecki.


Gustavo Dudamel: "Es un gigantesco estímulo"
El director de la Filarmónica de Los Ángeles, Gustavo Dudamel, aseguró hoy que el Premio Príncipe de Asturias de Las Artes, que fue otorgado hoy a las Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela, supone un "gigantesco estímulo" para seguir luchando. El músico se formó en el Sistema de Orquestas fundado por José Antonio Abreu.
En unas declaraciones remitidas a la Fundación Príncipe de Asturias, Dudamel aseguró que "para el Sistema Nacional de Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela es un indescriptible honor recibir el Premio Príncipe de Asturias de las Artes 2008". Recordó que el sistema es "fruto del ideal de un hombre de infinita alma como lo es el maestro José Antonio Abreu, quien hizo realidad este sueño palpable en el que la música puede salvar vidas rescatando las ilusiones de centenares de miles de niños y jóvenes que hoy pertenecen a esta hermosa iniciativa".
"Para mí, como producto absoluto de este Sistema, significa un gigantesco estímulo para seguir tocando y luchando junto a mi maestro y todos mis compañeros y así continuar multiplicando por millones esta hermosísima idea que, sin duda, puede cambiar la sociedad brindando sensibilidad, fe y esperanza a las futuras generaciones alrededor del mundo", aseguró Dudamel en relación al galardón.

Pink Floyd y la soprano Renée Fleming obtienen el "Nobel" de la música


ROGER WATERS lider de Pink Floyd, una de las bandas inglesas de rock más legendarias, ahora tiene un trofeo de lujo para sumar a sus exitos
El grupo de rock británico Pink Floyd y la soprano estadounidense Renée Fleming fueron distinguidos hoy en Estocolmo con el premio Polar, considerado el "Nobel" de la música

paulo coelho e polêmica diante de um vídeo caseiro

La editorial Random House Mondadori se disculpó públicamente por el contenido de una campaña promocional de libros del autor brasileño, en la cual un joven sale con una bandera mexicana anudada al cuello. La Secretaría de Gobernación de México estaría evaluando si el video infringe la ley de ese país sobre la bandera.
vejam video no El clarin

http://www.clarin.com/

sábado, 17 de maio de 2008

MORRE ZELIA GATTAI EM SALVADOR


Zélia Gattai: Prêmios e títulos da escritora baiana
>>Zélia Gattai: Obras publicadas
>>Zélia Gattai: A companheira inseparável de Jorge Amado
>>Jacques decreta luto de três dias pela morte de Zélia

A escritora Zélia Gattai Amado, 91, viúva do também escritor Jorge Amado, morreu na tarde deste sábado, 17, às 16h30. A informação foi divulgada pelo filho João Jorge Amado, por volta de 16h50, logo depois que chegou ao Hospital da Bahia, acompanhado de dois netos de Zélia.

O médico de Zélia, Jadelson Andrade, informou que a escritora teve uma parada cardio-respiratória, depois de evoluir com quadro de choque circulatório e não respondendo ao tratamento aplicado. O estado de saúde da viúva de Jorge Amado piorou desde a última sexta-feira, 16, e neste sábado, boletim médico informou que o quadro de choque circulatório era irreversível.

De acordo com a filha, Paloma Duarte, o velório será neste domingo, 18, durante todo dia. Ela informou que ainda não estava definido o local, mas que provavelmente seria no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas. Já a cremação seria na segunda-feira, 19, no mesmo local. No momento o corpo de Zélia está na capela do Hospital, onde só parentes têm acesso.

Tanto João Jorge como Paloma disseram que não vão esperar a chegada dos netos e parentes que estão fora de Salvador para fazer a cremação. Mas que poderão aguardá-los para a cerimônia de depósito das cinzas da escritora junto com as de Jorge Amado, que estão na Casa do Rio Vermelho.



Para João Jorge, a mãe teve um final de vida digno e sem sofrimento, já que estava sedada. Paloma disse que está sentindo uma dor enorme, mas que o fato da mãe não ter sofrido, consola ela. João Jorge disse que a família já esperava a morte de Zélia, pois os médicos tinham informado desde sexta-feira que ela estava em estado terminal.

Paloma lembrou o último momento que teve com a mãe antes da cirurgia desta quinta-feira, 15. Descrevendo para a imprensa, ela disse que Zélia leu uma carta de Naomar Almeida, reitor da Ufba, que seria lida durante concessão de título Doutor Honoris Causa para a escritora. "Ela sentiu uma alegria enorme, por ser uma mulher com curso primário com um título de doutora na Bahia, assim com meu pai (Jorge Amado)", diz Paloma. .

*Com informações de Luciana Rebouças, do A TARDE

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Stagnation’ Made Brazil’s Environment Chief Resign



The New York Times lamenta sa saída da ministra Marina Silva do cargo tida como o Anjo da Amazônia.lula ficou em maus pedaços, Carlos Minc sucede para fazer as devidas concessões as madereiras.
Paulo a c v


Stagnation’ Made Brazil’s Environment Chief Resign
Lalo de Almeida for The New York Times
A cattle grazing area in Mato Grosso State seen from a helicopter used by Brazil's environmental agency to monitor deforestation.


Published: May 16, 2008
RIO de JANEIRO — Marina Silva, the environmental minister who resigned this week, blamed “stagnation” in the government for her decision at a news conference on Thursday and acknowledged that governors in frontline Amazon states were pressing the president to rescind measures intended to check deforestation.

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With Guns and Fines, Brazil Takes On Loggers (April 19, 2008) “There were questions from some governors about those measures, and they couldn’t be relaxed,” Ms. Silva said.

“It is crucial that we preserve the advances we have made, it is crucial that we don’t take a step backwards,” she said.

Her resignation on Tuesday shocked the international environmental community, which saw Ms. Silva, a former rubber tapper, as a bulwark against deforestation of the Amazon.

It also surprised the government of President Luiz Inácio Lula da Silva, who came into office in 2003 being hailed as his country’s first “green” president.

Ms. Silva has said she will return to the Brazilian senate, a decision likely to complicate matters for Mr. da Silva, who has struggled to react to the political fallout over a recent spike in Amazon deforestation, the first such increase in three years. In response, the government has restricted credit to those businesses involved in illegal deforestation and initiated a multiagency police operation to crack down on illegal logging.

Nongovernmental organizations were clearly alarmed over the resignation. Greenpeace Brazil called it a “disaster” that clearly demonstrated a “change of posture” in the government.

Despite the timing, Ms. Silva’s departure was not entirely unexpected, however. She had become increasingly isolated in the administration and had lost several political battles to Mr. da Silva. Most notably, she opposed approval of new hydroelectric dams in the Amazon and criticized the president’s biofuels program. She also lost a fight against the planting of genetically modified crops.

In leaving, she underscored the tension between environmental concerns and the powerful agribusiness sector that has been a primary engine of growth in Brazil’s commodity-led economy. On Thursday, Ms. Silva acknowledged to reporters that the governors of the states of Mato Grosso and Rondonia had resisted her agency’s directions. The last straw for her might have come last week when Mr. da Silva designated Roberto Mangabeira Unger, the minister for strategic affairs, to coordinate an Amazon sustainable development initiative instead of Ms. Silva, who had been reared in the tropical rainforest she sought to preserve. Ms. Silva said the president never consulted her about selecting Mr. Unger, a former Harvard law professor who first visited the Amazon last year on a “fact finding” mission.

Some environmentalists expressed concern that without Ms. Silva in the cabinet the da Silva government of would put the economy ahead of protecting the Amazon. “If Lula is buckling or considering buckling from pressure from agribusiness to back off of fighting deforestation it will have a high cost for Brazil’s international reputation,” said Stephan Schwartzman, co-director of the international program at Environmental Defense Fund in Washington.

The record Ms. Silva helped set for Brazil gave Brazil international credibility and allowed Mr. da Silva to become a new player in global climate change talks. “All of the hard-nosed deforestation control initiatives have come out of the environment ministry and have prospered under her leadership,” Mr. Schwartzman said.

They included designating more than 49 million acres of Amazon land for environmental protection over the past five years. And partly through a moratorium on soybean plantings in the Amazon, deforestation levels dropped for two straight years, only to spike late last year after global prices for grains also shot up.

The advances and advocate strategies gave Brazil the credibility to propose that other countries and businesses donate money for deforestation. Norway said it would donate close to $2.8 billion over five years as payment to developing countries that preserve their forests.

While Mr. da Silva publicly supported Ms. Silva’s efforts, she had become a thorn in his side. He grew frustrated with Ibama, the federal environmental protection agency Ms. Silva led, because its technicians refused to issue environmental licenses for large development projects, including badly needed hydroelectric projects, said David Fleischer, a political analyst in Brasilia.

In the middle of last year Mr. da Silva split Ibama into two agencies, separating the environmental protection functions from the issuance of such licenses. Ibama workers went on strike, forcing him to call in specialists from the World Bank and Inter-American Development Bank to further study the projects on the Madeira River in Rondonia State, Mr. Fleischer said.

At that point many analysts said Ms. Silva should resign, but she stayed. She said Thursday that the president never was prepared “to give the license, to change the law.”

Now the delicate task of charting the Amazon’s future will fall to her successor Carlos Minc, the state secretary for the environment in Rio de Janeiro. Mr. Minc, 57, is an economist and geography professor who was a founder of Brazil’s Green Party and received a United Nations Global 500 Roll of Honor award in 1990 for being a standout defender of the environment. Mr. Unger, who will also play a role, in an interview vowed to stay away from “extremist” positions. “An environmental policy bereft of an economic strategy is self-defeating,” he said. “We need to establish an intimate link between preservation and growth.”

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Audiência sobre reserva indígena é marcada por bate-boca; decisão do STF deve sair em junho

A QUESTÃO INDÍGENA MARCARÁ OPAIS NOS PRÓXIMOS ANOS FIQUEM ATENTOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
PAULO A C V
Claudia Andrade
Em Brasília

O ministro da Justiça, Tarso Genro, e o governador de Roraima, José de Anchieta Júnior, prevêem que a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol sairá no mês de junho. Ambos afirmaram, em audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, que vão acatar qualquer decisão do STF.

Durante a reunião, o ministro afirmou que há duas formas de resistência no local: a pacífica, que usa meios democráticos, e a "violenta e terrorista, que usa bomba e impede a passagem dos carros, e que serão investigadas".




Da esq. para a dir.: o ministro da Justiça, Tarso Genro, o deputado Marcondes Gadelha e o governador de Roraima, José de Anchieta Junior, participaram de audiência pública sobre a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima
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As declarações do ministro foram contestadas pelos deputados Urzeni Rocha (PSDB-RR) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), que reclamaram do uso do termo "terrorista", dizendo que o povo de Roraima não é bandido. Tarso Genro respondeu que não havia dito que o povo era terrorista, mas que sim, "houve atos de resistência que foram terroristas".

Bolsonaro pediu que o ministro "mostrasse os bandidos", ao que Tarso Genro respondeu que "o Estado de direito está chegando lá e (os bandidos) vão aparecer". O deputado voltou a se manifestar, dizendo que o Ministério da Justiça tinha ido à reunião "para omitir e mentir." "Em nenhum momento foram tomadas providências contra o MST, que faz ações terroristas no Brasil. O ministro pertence a um governo que não se sustenta sem mentira".

Na saída da reunião, o ministro da Justiça foi questionado sobre as manifestações do deputado. "Ele (Bolsonaro) achou que ainda estava na ditadura militar e que com olho arregalado e com grito iria intimidar. Só que não intimidava antes e não vai intimidar agora".

O bate-boca pontuou vários momentos da audiência, envolvendo também outros parlamentares, como a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que entrou em conflito com o governador de Roraima, ao sustentar que as informações que ele trazia à reunião "não eram verdadeiras." Anchieta Júnior perguntou se a parlamentar já havia visitado o Estado e, com a resposta negativa, acrescentou que ela "não tinha legitimidade" para falar.

A chegada do índio Jecinaldo Barbosa, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, também causou tumulto, por causa de um desentendimento com a segurança do plenário. Ao final da audiência, ele teria jogado água no deputado Bolsonaro, em protesto pelas declarações deste.

"Situação tranqüila"
O governador de Roraima afirmou aos jornalistas que a situação na reserva "está calma" no momento. "As partes envolvidas estão no aguardo da decisão do Supremo". Na audiência, ele se disse favorável à demarcação, mas contestou o fato de ela ser feita em terras contínuas, classificando-a de "equivocada".

Para ele, o pedido do governo de suspensão da retirada de ocupantes não-índios "evitou uma tragédia." "Tenho certeza que o presidente Lula vai me agradecer, porque morreriam índios, mas também morreriam muitos policiais federais", defendeu.

Anchieta Júnior afirmou que a questão, agora restrita ao seu Estado, tem importância nacional.

"Este problema, especificamente, é do Estado de Roraima, mas a discussão vai ancorar a política indienista de todo o país". Ele também ressaltou que defendia o "interesse dos brasileiros que moram em Roraima" e não dos fazendeiros, "apesar de eles serem responsáveis por 6% do PIB (Produto Interno Bruto) do nosso Estado".

Tarso Genro ressaltou que há na região um "conflito de legitimidade". "Não se tira a legitimidade das pessoas que estão lá produzindo, mas elas não podem anular a legitimidade das terras indígenas", disse, para acrescentar: "Estamos estabelecendo um diálogo com os fazendeiros há três anos, mas as negociações resultaram infrutíferas".

Afirmou ainda que "a posição do Ministério da Justiça (sobre a retirada dos arrozeiros) não é apaixonada politicamente". Acrescentou dizendo que, em sua opinião, "se a norma constitucional for seguida, a demarcação será mantida."

O processo de demarcação da reserva teve início na década de 1970. Em 2005, o presidente Lula assinou decreto homologando a terra de forma contínua, que foi mantido pelo STF no ano seguinte. A determinação, no entanto, foi questionada pelos fazendeiros, em sua maioria arrozeiros. Segundo o ministro Tarso Genro, muitos tem "títulos de terra precários."

No ano passado, o Supremo determinou a desocupação da reserva pelos não-índios, mas a violência entre indígenas e não-indígenas na Raposa Serra do Sol aumentou e levou o STF a suspender qualquer operação de retirada dos não-índios.

A questão deverá ser novamente discutida em comissão prevista para o próximo dia 28, também na Câmara. O ministro Tarso Genro se comprometeu a voltar ao debate, para o qual também estão convidados os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger. Ambos tinham participação prevista nesta quarta, mas não compareceram.

sábado, 10 de maio de 2008

Premiados en Argentina diez proyectos de fomento de la lectura

Premiados en Argentina diez proyectos de fomento de la lectura
El Ministerio de Educación argentino, la Organización de Estados Iberoamericanos y la Fundación Santillana organizaron el concurso
ALEJANDRO REBOSSIO - Buenos Aires - 10/05/2008


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Un puesto de libros en medio de la feria municipal de frutas y verduras de la ciudad argentina de Córdoba. Unos adolescentes que leyendo historia en su escuela de Merlo, uno de los suburbios más pobres de Buenos Aires, recuperan la autoestima. Se trata de los dos proyectos de fomento del leer que ganaron el primer certamen Viva Lectura 2008, que organizaron el Ministerio de Educación de Argentina, la Organización de Estados Iberoamericanos y la Fundación Santillana. Otras ocho iniciativas también fueron galardonadas en el acto que se celebró ayer en la 34º Feria del Libro de Buenos Aires, considerada como una de las más masivas del mundo.

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En Argentina, el 58% de las personas reconoce en encuestas que no ha leído ningún libro en el último año. "Somos una nación formada por una enorme experiencia, que es la lectura", destacó en el acto de ayer el escritor e integrante del jurado de Viva Lectura 2008, Mempo Giardinelli. "Pero este rumbo se perdió y no por casualidad. Hace 30 años (en la última dictadura militar) los libros se prohibieron. Leer era subversivo y sospechoso. Algo habrán hecho que los que leían", ironizó.

El ministro de Educación de Argentina, Juan Carlos Tedesco, se preguntó por qué se debe promover la lectura y respondió que existen razones vinculadas a la historia de Argentina: "El libro estuvo asociado al cambio, a la crítica, fue considerado subversivo. Sólo están contra el libro los que están contra la democracia, la participación y el pensamiento crítico. El libro está contra los que generan exclusión y marginalidad y condenan a la ignorancia". Tedesco recordó que en el Gobierno de Néstor Kirchner (2003-2007) comenzaron planes de fomento de la lectura y prometió que se profundizarán en el de Cristina Fernández de Kirchner: desde el reparto gratuito de libros entre los más pobres hasta el impulso a la lectura en voz alta en las escuelas o la visita de escritores a ellas.

El concurso Viva Lectura había sido presentado en septiembre pasado con la presencia del Nobel de Literatura portugués José Saramago en un diálogo con niños porteños. Ayer, Saramago envió una felicitación grabada en vídeo en su país: "Saludos para los que ganaron y a los que no ganaron porque no han perdido. En una competencia sobre lectura, hasta el último algo habrá ganado". Unos 514 proyectos se inscribieron en el certamen, en las dos categorías en las que se dividió: escuela y sociedad.

En la categoría escuela el primer premio y unos 20.000 pesos (alrededor de 4.000 euros) fueron para la iniciativa Los adolescentes y la lectura, una alternativa premoderna para un problema posmoderno, del colegio de Merlo. El proyecto dirigido por el profesor Eduardo Sacheri busca solucionar el problema de comprensión de la lectura a partir de un trabajo en el área de historia que promueve la autoestima de sus alumnos adolescentes.

El primer premio en la categoría sociedad y otros 4.000 euros fueron para el proyecto El puesto de los libros en la Feria Franca, de Córdoba. La iniciativa encabezada por Tania Arce ha tenido alto impacto entre niños, jóvenes y adultos del barrio.

Se llevaron menciones de honor dos iniciativas. En la categoría escuela, el plan Queremos tanto a Julio, en alusión a Cortázar, que consiste en actividades intercolegiales de promoción de la lectura en Buenos Aires. En la categoría sociedad, Urdimbres, de Tandil (350 kilómetros al sur de Buenos Aires), que vincula bibliotecas, universidades, institutos de formación docente, medios de comunicación y otras instituciones sociales para que lean niños, jóvenes y adultos.

Otros seis proyectos fueron premiados como finalistas. Entre las escuelas recibieron diplomas Biblioteca y libro ? Álbum: un binomio fantástico, de Buenos Aires, que propone un encuentro entre las culturas escrita y visual; Café literario, de Arroyito, provincia de Córdoba; y Día del libro. Una experiencia de promoción de la lectura entre los más chicos, de la capital argentina. En la categoría sociedad se llevaron galardones las iniciativas Biblioteca rural, de la ciudad de 25 de Mayo (230 kilómetros al oeste de Buenos Aires); Lecturas andariegas, de Rawson, provincia de Chubut (sur de Argentina), que consiste en la promoción de la lectura mediante las llamadas bibliomaletas; y Lecturas y formadores. Redes Sociales para la promoción de las prácticas del lenguaje, de Mar del Plata.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

DILMA faz propaganda do PAC e nao responde a CPI


A ministra é a ministra jogou a isca do Pac, e os senadores cairam feio na lábia dela,
a grande intervençaõ foi do Senador João Agripino Maia, que foi visto como grosseira , mas que a colocou no seu lugar, ou seja mostrou que era de sua responsabilidade responder qual a origem desde banco de dados, dossie etc, mas ela se cala e nao responde apesar de ficar nervosa

O vaticano se rende as delícias da rede www.


Mesmo no séc xvi e xvii a igreja católica foi intolerável com a escrita, resistiu, mas depois apoiou e difundiu a fé, agora se dá o mesmo com a rede.Vejam o que diz El Clarin B Aires
Paulo a cv

El Papa manda SMS para lograr la adhesión de los jóvenes y piensa crear una red como Facebook
12:02Los mensajes de texto serán enviados a los celulares de miles de fieles durante la celebración del Día Mundial de la Juventud, que este año se realiza en Australia. Además pondrán en marcha un tejido social en Internet para los jóvenes católicos. ERA DIGITAL. El Papa utilizará nuevas tecnologías para capturar la atención de los fieles más jóvenes. (EFE)
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Benedicto XVI enviará miles de mensajes de texto a los jóvenes católicos que participarán en la XXIII Jornada Mundial de la Juventud, que comienza el próximo 15 de julio en Sídney, con la intención de calar más hondo en su audiencia.

El Pontífice escribirá mensajes diarios de inspiración y esperanza durante la reunión, que durará seis días y en la que se estima que se reunirán unas 225.000 personas. El obispo Anthony Fisher indicó en un comunicado que el Papa pretende hacer de la reunión "una experiencia única usando nuevas tecnologías para conectar con la gente de hoy en día".

Además se levantarán paneles digitales de oración e incluso se pondrá en marcha una red social en internet para jóvenes católicos, algo así como un Facebook.

La fe católica es la más profesada en Australia ya que cuenta con más de 5 millones de fieles en un país con una población total de 21 millones. La compañía australiana de telecomunicaciones Telstra se encargará de proveer de voz, móviles, servicios de banda ancha y retransmisión de imágenes durante las jornadas.

Telstra pretende conectar a más de 8.000 voluntarios, 2.000 religiosos, 3.000 medios de comunicación y más de 200.000 peregrinos en más de 700 lugares en Sídney.

A tim em maus lençois econômicos


A empresa ja vem demosntrando uma situação ruim diante de seus usuários, haja visto, as reclamações que são infindáveis, e logo agora que entra a oi ela perderia muito cliente.Veja oque diz a mídia.Paulo A C V
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TIM contrata consultoria para reestruturação
Empresa, que teve prejuízo de R$ 108 milhões no primeiro trimestre, pretende reduzir custos

Michelly Teixeira
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Para reverter os fracos resultados do primeiro trimestre e cumprir as diretrizes financeiras anunciadas ao mercado, a TIM Participações colocará a tática de redução de custos em sua "linha de ação", que também levará em conta a oferta convergente de serviços. A sinalização foi dada ontem pelo presidente da empresa de telefonia móvel, Mario Cesar Pereira de Araujo, em teleconferência.

Segundo ele, a empresa contratou uma consultoria externa para promover uma "reestruturação e revisão dos processos da empresa", a fim de reduzir custos e tornar a administração mais ágil. O executivo não divulgou o nome do prestador de serviço. Questionado se esse trabalho confluirá para a redução de pessoal, ele respondeu que a empresa "não está focada neste item". Mas deu a entender que a hipótese ou eventuais remanejamentos não estão descartados.

A TIM registrou prejuízo líquido de R$ 107,9 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 454,5% em relação ao prejuízo de R$ 19,465 milhões registrado em igual período do ano passado. O resultado frustrou as expectativas do mercado. O principal motivo para a perda foi o aumento de 57,1% nas despesas com inadimplência - com provisões da ordem de R$ 271,7 milhões -, que resultou de uma "campanha agressiva" de televendas no segundo semestre de 2007. O processo de vendas do canal foi remodelado para se tornar mais rigoroso na política de crédito, explicou a empresa no balanço.

A receita média por usuário caiu 14,2% na comparação anual, para R$ 29,50 nos três primeiros meses do ano. A expectativa da TIM é de que essa receita suba nos próximos trimestres para algo entre R$ 32 e R$ 35, de acordo com o diretor-financeiro e de relações com investidores da empresa, Gianandrea Castelli Rivolta. No primeiro trimestre do ano passado, a TIM havia registrado uma receita média por usuário de R$ 34,40, passando a R$ 34,50 ao final do ano.

Para justificar a queda na receita por usuário, Rivolta mencionou o fato de a base de clientes pós-pagos, que corresponde a 20,7% da carteira, ou 6,758 milhões de linhas, ter evoluído a um ritmo "inferior ao esperado", na ordem de 19%. Houve uma limpeza na carteira de clientes pós-pagos no período, resultando na perda de 12,5 mil assinantes. A TIM justifica ser essa uma "política austera" para garantir qualidade à carteira. "Evidentemente, não nos interesse colocar na base clientes que não pagam conta", comentou o presidente da empresa.

Durante a teleconferência, a diretoria expressou que segue com o compromisso de atingir um crescimento de 9% da receita este ano (menor do que os mais de 12% projetados anteriormente) e uma margem Ebitda de 23%. Além de redução de custos, a empresa quer atrair clientes de alto valor agregado com a oferta convergente de serviços, especialmente agora que está lançando sua rede de terceira geração (3G).
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terça-feira, 6 de maio de 2008

"Cartas a uma Jovem Atriz", de Marília Pêra


"Cartas a uma Jovem Atriz", de Marília PêraDa Redação
Uma série de conselhos para quem está às vésperas de decidir sua carreira - ou mesmo para quem está em dúvida sobre a que escolheu - é a tônica da coleção "Cartas a um Jovem", do selo Campus-Elsevier, que tem sua mais recente publicação direcionada a jovens atrizes e assinada por Marília Pêra.


Capa do livro da coleção "Cartas a um Jovem" assinado por Marília Pêra
MAIS SOBRE O LIVRO
Entre os 16 volumes lançados até o momento, há "cartas" do estilista Alexandre Herchcovitch, do psicanalista Contardo Calligaris e do chef Laurent Suaudeau.

Em "Cartas a uma Jovem Atriz", Marília Pêra narra momentos de sua vida e as experiências que teve - desde a infância, na qual se destaca a influência de seus pais, atores, em sua formação artística, até a fase adulta, quando o leitor pode tomar contato com um pouco da história da dramaturgia brasileira.

Leia a seguir trecho do livro.


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Bela e jovem atriz,

Digo que você é bela porque todas as atrizes verdadeiras são belas e sei que é jovem porque sinto, por seus e-mails, que é uma menina...

Ainda não vi uma foto sua, mas imagino que Sonia, Hedda, Catarina, Helena, Margarida e tantos outros personagens de Tchekhov, Ibsen, Shakespeare, Machado de Assis, Millôr Fernandes, Roberto Athayde, Miguel Falabella, Manoel Carlos, Aguinaldo Silva, João Emanuel Carneiro e muitos mais devem habitar seu desejo inconsciente de aliar inteligência e dignidade à beleza da forma, de maneira tal que todos os homens, nas platéias e nas telas, se apaixonem por você. E todas as mulheres. E as crianças...

Eu não me achava bonita.

No comecinho da vida, sim, quando meus pais, Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, também atores, comungavam a casa com o teatro e havia ali alguma harmonia.

Você me pergunta se, para ser atriz, é preciso ter o dom no sangue. Bem, no meu caso, fui preparada por meu pai e minha mãe para entrar em cena.

Minha primeira peça foi Medéia, de Eurípides. A companhia se chamava Os Artistas Unidos e era estrelada por uma atriz extraordinária, Henriette Morineau.

Nós todos a chamávamos de madame Morineau e sentíamos por ela uma mistura de amor e medo. Era "uma atriz trágica", assim se dizia. Ela dirigia todos os espetáculos. As atrizes, antigamente, escolhiam o texto, produziam, dirigiam e estrelavam os espetáculos realizados por suas companhias de teatro.

As atrizes, hoje, escolhem o texto, produzem, estrelam, mas não têm vontade ou coragem de dirigir seus espetáculos em suas companhias de teatro; são mais dependentes, hoje, de um diretor, do que no tempo de madame Morineau, de Dulcina de Moraes e de Bibi Ferreira que, desde menina-atriz, era também diretora.

Só algumas se arriscam a dirigir, hoje. Sou uma delas.

Madame Morineau era trágica porque interpretava personagens sérios, mulheres angustiadas, misteriosas, doentes.

Havia uma peça que se chamava O Pecado Original, de Jean Cocteau, na qual ela interpretava uma mulher diabética que espetava a própria coxa com injeções de insulina. Era um personagem que exigia muito esforço físico e, ao final de cada espetáculo, madame Morineau permanecia uns quarenta minutos meio "desmaiada", se recuperando no camarim, antes de se arrumar e receber o público que desejava cumprimentá-la.

Essa atriz "trágica", aos sábados e domingos, às dez da manhã, colocava um nariz postiço, uma peruca preta desgrenhada, e se transformava na bruxa da peça infantil "O Casaco Encantado", de Lúcia Benedetti. Meu pai era o bruxo; minha mãe, a princesinha; e eu, o pajem do Rei.

Depois do espetáculo infantil, almoçávamos e, mais tarde, às vezes, ensaiávamos - e à noite, meus pais, madame Morineau, eu e todo o elenco "recebíamos" nossos personagens trágicos de Medéia, ou nossos personagens extremamente "psicologizados" de Frenesi, de Charles de Peyret-Chappuis, ou conturbados, como os de "O Pecado Original" e do clássico de Tennessee Williams, "Uma Rua Chamada Pecado" - título que madame preferia ao mais conhecido "Um Bonde Chamado Desejo".

Acho que pecado era uma palavra que interessava ao grande público: constava de dois títulos de espetáculos de sucesso da época.

Em "Uma Rua Chamada Pecado", não havia papel de criança. Eu não entrava, mas assistia à encenação todos os dias das coxias, lugar mágico, minha escola de teatro.

Minha mãe, que tem 88 anos, não sabe ao certo se eu tinha quatro ou cinco anos quando estreei em teatro interpretando a filha de Medéia; portanto, pode ter sido em 1947 ou 1948.

Madame Morineau interpretava Medéia. Meu pai, falecido em 1967, era Jasão, marido de Medéia, e minha mãe interpretava "o coro" com outras duas atrizes: Margarida Rey e Antoinette Morineau, filha de madame Morineau.

Quando entrei em cena pela primeira vez, não tinha noção do que fazia, mas fazia direitinho o que me mandavam.

Tenho uma vaga lembrança de minha mãe colocando uma fita de cetim branco ao redor de minha cabeça e me vestindo uma túnica grega, também branca. Eu era um dos dois filhos de Medéia.

Creio que foi meu pai quem me deu as primeiras dicas para entrar em cena, embora a diretora fosse madame Morineau.

Eu tinha que entrar pelas mãos de um ator mineiro chamado João Ceschiatti, ao lado do meu "irmão", o outro filho de Medéia.

Havia uma rampa no fundo do palco e os atores precisavam galgá-la para se tornarem visíveis ao público. Ceschiatti ficava ao centro, e eu e meu "irmão", cada um de um lado. Essa rampa me parecia enorme, mas hoje, pensando sobre isso, imagino que meu ponto de vista de menina aumentava sua extensão.

Meus pais faziam parte dessa companhia de teatro que se apresentava por todo o Brasil com vários espetáculos. As peças das quais eu participava eram "Medeia", "Frenesi" e "O Casaco Encantado".

Acho que a cada semana se apresentava uma delas. Aos sábados e domingos, pela manhã, encenávamos "O Casaco Encantado" e havia algumas peças das quais eu não participava.

Meu pai era 24 anos mais velho do que minha mãe. Por isso, no teatro, ele era sempre marido ou amante de outras, enquanto minha mãe interpretava namorada de outros, ou criadinha sapeca, ou fazia parte do coro de belas.

Essa diferença entre meu pai e minha mãe - ele, sério, meio mal-humorado, e ela, brejeira, jovem, comunicativa - tinha alguma semelhança, em meu universo emocional, com as máscaras da tragédia e da comédia. Talvez por isso, pelo fato de precisar entender e amar duas pessoas tão diametralmente opostas, e porque passei a infância vendo os dois e outros grandes atores se dividindo entre os mais variados gêneros; desde que tive alguma consciência das coisas, acreditei que uma atriz verdadeira pudesse dar conta de todos os tipos de personagens, do trágico ao cômico, do musical à chanchada.

domingo, 4 de maio de 2008

Chávez: Evo morales, el indio patriota esta siendo atacado hoy


Chávez: Evo morales, el indio patriota esta siendo atacado hoy
Chavez se solidariza a Evo, mas situação é crítica em Santa Cruz com o plesbiscito que pede autonomia PACV

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, hizo un llamado a la solidaridad para Evo Morales durante su programa televisivo Alo Presidente.






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El presidente venezolano realizó hoy un llamado de ayuda al gobierno de Evo Morales en su programa de televisión Alo Presidente. Chávez puntualizó que “en estos momentos hay un pueblo amenazado, desde afuera por el imperio y desde dentro por los lacayos”.

Chávez, quien calificó a Morales como “un indio patriota”, envió la solidaridad de los venezolanos para Bolivia y reiteró en varias ocasiones que el país vive sus horas más dramáticas



EL DEBER

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Irán, contra Harry Potter, Batman y Barbie




Irán, contra Harry Potter, Batman y Barbie
16:16
El fiscal general de Teherán pidió imponer restricciones a la importación de juguetes occidentales. Argumenta que tienen un efecto destructivo en la juventud del país.

EN LA MIRA DE MAHMUD. Los mercados iraníes se han inundado de juguetes occidentales. (EFE)
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Un alto miembro de la judicatura oficial de Irán advirtió sobre las consecuencias sociales y culturales ''destructivas'' de la importación de las muñecas Barbie y otros juguetes occidentales.

En el último ataque de una campaña gubernamental de más diez años contra Barbie, el fiscal general Ghorban Ali Dori Najafabadi indicó en una carta oficial dirigida al vicepresidente Parviz Davoudi que esa muñeca y otros juguetes occidentales son un ''peligro'' que debe ser detenido.

''La importación irregular de dichos juguetes, que desafortunadamente llegan por medio de fuentes no oficiales y contrabando, es culturalmente destructiva y un peligro social'', señaló en la carta. En años recientes, los mercados iraníes se han inundado de juguetes occidentales de contrabando, en parte por el aumento dramático del poder adquisitivo derivado del aumento en las ganancias del petróleo.

Aunque la importación de juguetes no es necesariamente ilegal, es desalentada por el gobierno que busca proteger a los iraníes de lo que llama efectos negativos de la cultura occidental. Najafabadi declaró que la creciente cantidad de Barbies y otras muñecas occidentales ha alarmado a las autoridades, que consideran intervenir en el asunto.

''La exhibición de personalidades como Barbie, Batman, Spiderman y Harry Potter... así como la importación irregular de juegos para computadoras y películas sin derechos para su distribución, son todos indicadores de alarma para las autoridades en el terreno cultural'', señalaba la carta de Najafabadi.

El funcionario indicó que Irán es el tercer importador mundial de juguetes y alertó sobre la amenaza que representan los bienes de contrabando para la ''identidad'' de la nueva generación. "Indudablemente, la personalidad y la identidad de la nueva generación de nuestros niños, resultantes de una importación sin restricciones de juguetes, ha quedado en riesgo y se le han hecho daños irreparables'', dijo.
by el clarin

Distúrbios e manifestações neonazistas marcam 1º de Maio na Alemanha


Ainda hoje prosseguem ações dos neo-nazista na Alemanha, vejam ataque em Hamburgo-Alemanha em comemoração ao dia do trabalho. pacv
Distúrbios e manifestações neonazistas marcam 1º de Maio na Alemanha
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Colaboração para a Folha Online

O Dia do Trabalho na Alemanha foi marcado por distúrbios entre manifestantes de esquerda e a polícia em Hamburgo e Nuremberg, onde milhares de jovens fizeram manifestações neonazistas convocadas para a ocasião e consideradas "provocação" pelos sindicatos de trabalhadores.

Em Hamburgo, onde já na noite anterior tinham sido registrados os primeiros distúrbios, a polícia recorreu ao uso de cassetetes e jatos de água para conter os manifestantes de esquerda e os chamados "autônomos" ou radicais mais exaltados.

Cerca de dez mil pessoas atenderam à convocação de partidos, sindicatos e organizações civis para enfrentar a marcha do ultradireitista Partido Nacional Democrático (NPD, em alemão) pelas ruas de Hamburgo.

Cerca de 200 delas romperam o cordão policial que vigiava a marcha de 1.100 neonazistas que desfilava pela cidade. A polícia reagiu para evitar um confronto direto entre os dois grupos.
Patrick Lux/AP
Texto: Left wing demonstrators throw stones at German riot police forces during a May Day demonstration in Hamburg, northern Germany, on Thursday, May 1, 2008. (AP Photo/Patrick Lux)
Na Alemanha, manifestantes de esquerda enfrentam a polícia em evento do 1º de Maio

Em Nuremberg, cidade onde Hitler celebrou os grandes congressos do partido nazista, o NPD tinha anunciado uma manifestação parecida, contra a qual também se mobilizaram membros de partidos políticos -- incluindo a conservadora União Social-Cristã da Baviera (CSU, em alemão)-- e cidadãos.

Cerca de 10 mil contramanifestantes também se concentraram na cidade, enquanto a polícia tomava conta da marcha do NPD.

Pela manhã, em seu ato central, a Confederação de Sindicatos Alemães (DGB, em alemão) e o Partido Social-Democrata (SPD, em alemão) exigiram a proibição do NPD, a quem acusaram de tentar "roubar" o destaque do dia com as marchas neonazistas.

"É intolerável que a justiça e as administrações não possam impedir as provocações nazistas em nosso Primeiro de Maio", disse o presidente da Confederação, Michael Sommer, em Mainz.

A comunidade judaica também protestou contra a autorização da marcha neonazista de Nuremberg, pela simbologia dessa cidade para os ambientes ultradireitistas.

Véspera

Na véspera do Dia do Trabalho, na chamada Noite de Walpurgis, a polícia deteve ao menos 20 jovens de esquerda envolvidos em distúrbios em Berlim e outros 6 em Hamburgo.

Os distúrbios em Hamburgo aconteceram depois que jovens da denominada Rote Flora atiraram garrafas contra as forças de contenção policiais, incendiaram latas de lixo e quebraram os vidros de um banco local.

Um policial ficou levemente ferido, segundo afirmou Hansjoerg Draeger, porta-voz da polícia de Berlin. Dois carros foram incendiados.

Na capital alemã, a polícia considerou os distúrbios deste Primeiro de Maio pequenos se comparados aos que já ocorrem há mais de duas décadas no Primeiro de Maio no país. No ano passado, 120 pessoas foram presas na manifestação no Mauerpark.

"Todo mundo na Alemanha pode e deve usar seu direito de manifestação. Mas nós sempre ficamos felizes quando as coisas se mantém pacíficas".

Segundo Draeger, 4.700 policias foram posicionados em toda Berlim para monitorar qualquer manifestação que pudesse acabar em ataques.

Com Efe e Associated Press

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