sábado, 31 de janeiro de 2009

Crônica de uma crise anunciada


Crônica retirada da WEB site SINPRO.SP http://www.sinprosp.org.br/diretoria_opina.asp?id_opiniao=23

30/01/2009 17h47

Crônica de uma crise anunciada



A reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo da última quarta-feira causou alarde por ter mostrado algo que o SINPRO-SP já vem denunciando: há problemas sérios no ensino superior brasileiro. A proliferação de instituições no passado - com uma faculdade ou universidade em quase toda esquina - e o tratamento mercantilista dado pelos mantenedores fizeram com que a educação superior no país, na maioria dos casos, se tornasse um negócio qualquer. O que não deveria ser.

A Universidade Ibirapuera e a São Marcos são hoje os melhores exemplos dessa situação. Há alguns anos colecionam irregularidades trabalhistas, numa clara demonstração de desrespeito pela lei e pelo trabalho docente. Exibem campanhas publicitárias que clamam pela excelência, quando buscam na verdade aumentar o número de alunos matriculados.

A difícil situação que os professores dessas duas instituição enfrentam hoje é resultado de muito descaso e má gestão. E isso não é de agora. Basta uma visita ao site do SINPRO-SP para encontrar, no arquivo, notícias dando conta de não-pagamento de salários, não-depósito de FGTS, demissões irregulares, entre outras coisas. Portanto, a recente crise econômica mundial não é a vilã da história, como querem que todos acreditem.

A situação se agravou. Os professores não recebem salários desde novembro. Parte deles não tem outra fonte de renda, além de seu trabalho na universidade. Eles não aguentam mais promessas não-cumpridas, discursos no lugar de ações concretas. E por isso cobram um basta dos mantenedores com instrumento legítimo: a greve.

Os professores lutam por algo muito justo e digno. Não podem pagar pela irresponsabilidade daqueles que administram as instituições.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Eunice Santos Lima


A pesquisadora, já mestre em Comunicação pela Eca -Usp, agora prepara seu doutorado em LITERATURA AFRICANA, contemplando autores Angolanos, como Mia Couto.Ela nos falou esta semana em encontro-informal- de intelectuais da Cultura Brasileira.E vem mais por aí!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Portugal Homenageia sua filha Carmem Miranda


Portugal Homenageia sua filha Carmem Miranda no mês de Fevereiro -de 18 a 21 - com
produções cinematográficas que serão exibidas.As vezes esquecemos que a grande intérprete era portuguesa.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Italia ameaça a Lula retirar seu embaixador do Brasilia

10:40Es Isto porque el presidente brasileño pretende concederle asilo político a Cesare Battisti, un ex militante de la extrema izquierda italiana. El presidente Giorgio Napolitano ya le advirtió a Brasil que se romperán las relaciones diplomáticas entre ambos países.
el clarin

CANNES PAREDE DE UM EDIFÍCIO

6 das 10 maiores economias do mundo :EM RECESSÃO

Gran Bretaña se une a la lista dos países que se tem declarado oficialmente em recessão, entre os quais seis das 10 maiores economías do mundo. Se trata :dos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Itláia, Canadá e Inglaterra.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

EVO MORALES E O NOVO REFERENDO


Evo Morales,com um respaldo grande entre a população indígena, que são mais de 80% do total dos 9,7 milhões de bolivianos.Contudo sua gestão é muito polêmica e por outro lado o seu projeto de Constituição aporta grandes dúvidas .O novo texto constitucional tem como foco central a integração da população indígena com buscas aos direitos dos cidadãos: os direitos à educação secundária e à saúde pública.Domingo será a decisão nas urnas.25.01.2009

O livro Olinda 25 anos de Patrimônio Cultural da Humanidade,



Historiador lança livro sobre a cidade de Olinda
Publicado em 22.01.2009, às 11h00


Do JC OnLine

O livro Olinda 25 anos de Patrimônio Cultural da Humanidade, do historiador Plínio Victor, será lançado nesta quinta-feira (22), às 19h, no Convento de São Francisco, no bairro do Carmo, em Olinda.

A obra, que tem 170 páginas entre textos e fotografias, retrata os últimos 30 anos da cidade histórica considerada, desde 1982 pela Unesco, como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. As fotos são do Arquivo Público de Olinda e da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

No dia 31, às 19h30, a obra será lançada na Livraria Cultura, no Paço Alfândega com uma noite de autógrafos, seguida de debates

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Sentada sobre o luxo, Paris se envergonha

Sentada sobre o luxo, Paris se envergonha BY UOL
Elaine Sciolino
Em Paris

A França é o berço do luxo, e aqui, a recessão que atinge o mundo traz a sensação de uma lição moral.

À medida que os consumidores ricos de todo o mundo contiveram repentinamente seu apetite por bens de luxo, o setor que já foi considerado à prova de recessão sofreu um duro golpe.

Lojas de luxo nos Estados Unidos observaram com horror as vendas de final de ano cambalearem, enquanto em Tóquio, a Louis Vuitton cancelou os planos de construção de sua maior e mais reluzente loja.

Para os franceses, cada onda de notícias ruins trouxe uma grande ansiedade.

Quando a Chanel anunciou recentemente a demissão de 200 empregados temporários -pouco mais de 1% de sua força de trabalho de 16 mil pessoas - o jornal diário Le Parisien disse que a notícia era chocante.

O canal de televisão LCI descreveu o fato como o revés mais sério da companhia desde que Coco Chanel demitiu sua equipe inteira e fechou a loja quando irrompeu a guerra em 1939.

Mas há também entre os franceses, paradoxalmente, uma satisfação velada de que a era de vida luxuosa e por vezes vulgar chegou ao fim e de que um estilo de vida francês mais básico irá emergir.

Só na França a recessão é glorificada por estabelecer uma crise de valores.

Uma edição recente da revista Le Figaro trouxe um guia de 12 páginas para levar uma vida mais econômica em 2009, com previsões de que as pessoas trabalharão menos e colocarão a família (e até mesmo os
sogros) em primeiro lugar. Um especialista francês em tendências citado pela revista descreveu as mudanças dramaticamente como sendo nada menos do que "uma revolução nos valores".

Alain Nemarq, presidente da famosa joalheria Mauboussin, afirmou numa entrevista que salvar a indústria do luxo deveria ser uma importante prioridade nacional porque ela emprega 200 mil pessoas na França, é parte da herança cultural francesa, dá prestígio ao país e seduz não apenas os "poucos felizardos", mas uma grande fatia do público.

Em vez de tentar manter a máquina funcionando ao promover bolsas caras, relógios e outros bens, ele propôs algo impensável: a indústria do luxo inteira deveria cortar os preços. "Precisamos de um retorno à razão, decência, discrição, beleza e criatividade - em outras palavras, aos valores verdadeiros", disse Nemarq.

(A Maubooussin saiu na frente dando o exemplo. Vendeu seu anel com um diamante de um quilate chamado "Chance para o Amor" por cerca de US$ 14.500, quase um terço a menos do preço normal, e seu anel de diamante mais barato, de 0,15 quilates, foi colocado à venda por US$ 895, disse Nemarq).

Alguns intelectuais franceses querem ir mais longe, conclamando a morte de todo o setor de luxo como uma espécie de ritual nacional de purificação.

"Desde os gregos antigos, os bens de luxo sempre estiveram estampados com o selo da imoralidade", diz Gilles Lipovetsky, sociólogo que escreveu vários livros sobre o consumismo. "Eles representam o desperdício, o superficial, a desigualdade de riqueza. Eles não têm necessidade de existir".

O defensor político da nova moralidade econômica é um
recém-convertido: o presidente Nicolas Sarkozy, antes conhecido como o "presidente bling-bling" [em referência ao fato de ostentar a riqueza]. Ele assumiu o governo prometendo injetar um capitalismo ao estilo anglo-saxão, fazendo os franceses "trabalharem mais e ganharem mais".

Mas na semana passada em Paris, Sarkozy e o ex-primeiro ministro da Inglaterra Tony Blair foram os anfitriões de uma conferência de líderes políticos e economistas vencedores do prêmio Nobel para encontrar formas de introduzir valores morais na economia global. A antiga ordem financeira foi "pervertida" por um capitalismo "amoral" e descontrolado, disse Sarkozy, condenando o fato de que "os sinais de riqueza contam mais do que a própria riqueza".

Ele defendeu o "retorno do Estado" como regulador dos excessos do capitalismo.

Paradoxalmente, os franceses podem aceitar esse sentimento sem muita dificuldade. A identidade nacional francesa parece estar amarrada fortemente à aura do luxo - roupas elegantes, perfumes sofisticados, boa comida e bom vinho, e abundância de champanhe até para as celebrações mais insignificantes. Mas apesar de os franceses, mais do que qualquer povo europeu, apreciarem comprar produtos da melhor qualidade, eles se orgulham de manter o equilíbrio. A França continua sendo um país profundamente conservador, onde é tradicionalmente inaceitável ostentar as posses materiais. A maioria dos franceses usa cartões de débito, e não de crédito, o que significa que não tendem a gastar mais do que têm em suas contas bancárias. Conseguir um empréstimo para uma casa é um processo torturante.

Assim, muitos veem no fim da era de gastos livres e fáceis com bens de luxo - quando o luxo se tornou associado à exibição e à ostentação em todo o mundo - o potencial de restauração das virtudes clássicas francesas de contenção e modéstia. Até mesmo um pouco de sofrimento e sacrifício podem estar na ordem do dia.

"Toda essa crise é como uma grande limpeza de primavera na casa - tanto moral quanto física", disse Karl Lagerfeld, estilista da Chanel, numa entrevista. "Não há evolução criativa se não houver momentos dramáticos como esse. É o fim da ostentação. Tapetes vermelhos cobertos de brilhantes falsos estão fora. Eu chamo isso de 'nova modéstia'".

Ainda assim, Lagerfeld logo afirma que sua companhia vai bem, que as demissões deste mês foram superdimensionadas pela mídia, e que a coleção Paris-Moscou da Chanel no mês passado trouxe 17% mais vendas do que a exibição Paris-Londres em 2007.

Alinhada com o novo humor nacional - e em deferência à difícil realidade econômica - a estilista Nathalie Rykiel disse que mostrará a nova coleção Sonia Rykiel em março não com um grande espetáculo teatral para 1.500 pessoas num amplo espaço alugado, mas com dois mini-shows para 200 convidados em sua boutique no Boulevard St.-Germain.

"No fim talvez isso não custe muito menos, então isso não tem a ver com dinheiro", disse durante um almoço no Café de Flore. "É um desejo de intimidade, de retornar aos valores. Precisamos voltar para uma escala menor, uma escala que toque as pessoas. Diremos: 'Venham para a minha casa. Olhe e sinta as roupas'."

Com certeza, a redução de gastos foi sentida em toda a temporada de férias em Paris, onde os bufês foram afetados pelos cancelamentos de festas de fim de ano. Se é que houve festas, havia mais mousse de pato e bem menos foie gras. A champanhe, cujas vendas caíram 16,5% em outubro em comparação ao ano passado, foi servida em menor quantidade nas mesas francesas; dando lugar ao vinho frisante francês, sem o apelo oficial da champanhe.

Em La Grande Epicerie, o grande corredor de alimentação na loja de departamentos Le Bon Marche, o caviar francês e italiano foi vendido tanto quanto a variedade russa, mais cara; os chefes de confeitaria resistiram à tentação de fazer bolos Buche de Noel de 100 euros.

"Os produtos de luxo que primavam pelo saber-fazer - e não pela ostentação - ofereciam uma sensação de refúgio", diz Frederic Verbrugghe, diretor geral do setor de alimentos. "As vendas de Dom Perignon não sofreram, mas os grandes embrulhos não saíram. No passado, os consumidores compravam um bloco inteiro de foie gras; este ano foram apenas cinco fatias".

Muitos executivos franceses acreditam que a economia eventualmente se recuperará a longo prazo. Alguns fabricantes de vinhos lembram que a nobreza francesa parou de comprar champanhe durante a revolução no país em 1789, forçando os fabricantes a encontrarem mercado fora.

"Estamos no ramo há 300 anos", disse Dominique Heriard Dubreuil, presidente do Grupo Remy Cointreau, que produz o conhaque Remy Martin e a champanhe Piper-Heidsieck. "Fomos atingidos pelo inseto phylloxera no século 19, que destruiu nossas parreiras e nossa capacidade de produção. Enfrentamos duas guerras mundiais. Vejo essa crise como um evento desafiador, mas construtivo".

E para Lagerfeld, cortar os gastos da Chanel não faz parte de sua estratégia de "nova modéstia". Ele diz que não está sendo forçado pelos donos particulares da companhia a curvar-se ou adaptar-se por causa de restrições financeiras. "Não temos orçamento, fazemos o que queremos, e jogar dinheiro pela janela faz com que o dinheiro volte pela porta da frente", disse ele. "No fim das contas eu não quero lidar com as contas. O luxo na minha vida é não precisar pensar sobre isso".

Tradução: Eloise De Vylder

Com a ajuda de um boi de seis metros de altura foi realizado ontem um protesto contra o desmatamento ilegal na reserva extrativista Verde Para Sempre.


Um boi de seis metros de altura foi a estratégia usada ontem como protesto contra o desmatamento ilegal na reserva extrativista Verde Porto de Moz, no Pará.
A reserva foi criada há quatro anos, porém até agora não foi implementada. E fazendeiros de gado têm desmatado a área sem autorização, segundo o Green Peace

sábado, 17 de janeiro de 2009

Una muestra recorre la vida de Jorge Luis Borges


Una muestra recorre la vida de Jorge Luis Borges
Una exposición titulada Jorge Luis Borges. El hacedor inmortal, que presenta un recorrido por la vida y obra del escritor argentino a través de fotos, textos y un video documental, abrió hoy y se podrá visitar hasta el 22 de febrero en el Centro Cultural Borges.

Esta muestra del Centro Cultural Borges ofrece una aproximación integral sobre el escritor y está estructurada en núcleos temáticos (en versión inglés-castellano) que corresponden a los distintos períodos de su vida.

Las fotografías de la muestra pertenecen a Jorge Aguirre, Ernesto Monteavaro y Hugo Ramos, tres fotógrafos argentinos que reflejan al Borges maduro y ya consagrado a través de retratos del escritor en diferentes ámbitos, públicos y privados.

Antepasados es la primera parte de la muestra: Borges solía hablar de dos tradiciones heredadas de sus antepasados, una militar y otra literaria. La relación con sus antepasados se advierte en esa tensión entre las armas y las letras.

Tiempo después de su nacimiento (el 24 de agosto de 1899) la familia Borges se mudó, en 1901, al barrio de Palermo. En la casa de la calle Serrano 2135 (hoy Borges) pasaría su niñez y entraría en contacto con el mundo del arrabal. El barrio donde vivió será un protagonista esencial en su obra, Borges creará una mitología urbana donde aparecen los personajes y los lugares típicos del suburbio.

En 1914 la familia viaja a Europa y debido al inicio de la guerra permanece allí por más de siete años ("Adolescencia"). Borges realiza su bachillerato en Ginebra. Su estadía en Europa le posibilita ponerse en contacto con las vanguardias artísticas. La familia regresa a Buenos Aires en 1923.
Fue en la década del 40 que Borges empezó a ser reconocido en los círculos literarios y empezaron las publicaciones de su obra en distintos idiomas (reunido en el núcleo "Madurez").

En 1955 fue designado director de la Biblioteca Nacional y un año después asumió la cátedra de literatura inglesa en la Universidad de Buenos Aires.

"Los últimos años": A partir de los 80 años, Borges ya había sido homenajeado por las principales universidades del mundo. Se intensificó su labor de conferencista en los ámbitos locales e internacionales y sus textos fueron objeto de estudios e investigaciones. Su relación con la fama, la escritura, la eternidad y la muerte estarán tratados en esta última sección.

En el marco de la muestra, se llevarán a cabo actividades recreativas así como también cursos y seminarios a cargo de diferentes especialistas, hasta el 22 de febrero en el centro cultural ubicado en Viamonte y San Martín, de lunes a sábados de 10 a 21 y los domingos de 12 a 21.
bu EL CLarin

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

GOL


A GOL CONTINUA TRATANDO OS PASSAGEIROS COMO PAUS- DE ARARA, TERRÍVEL O DESRESPEITO E A AGÊNCIA NACIONAL COMPETENTE NAO TOMA ATITUDES. VIVI ISSO NAS FÉRIAS INDO PARA RECIFE.TERRÍVEL.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Un falso poema de Neruda no para de crecer en Internet


Un falso poema de Neruda no para de crecer en Internet
Como sucedió en algún momento con textos atribuidos a Borges y a García Márquez, ahora es el poema Muere lentamente, atribuido al chileno Pablo Neruda, el que circula por la web como una bola de nieve y que fue escrito, en realidad, por la escritora brasileña Martha Medeiros.

SIN FRENO. La Fundación Pablo Neruda confirmó que Muere lentamente no es poema escrito por el escitor chileno, y reconoció que es difícil detener la confusión generada en Internet.
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El poema Muere lentamente, atribuido por error a Pablo Neruda, circula desde hace años en internet sin que nadie sea capaz de detener esa bola de nieve, hasta el punto de que, en España, son muchos los que han recibido esos versos como felicitación "on line" del nuevo año.

"Muere lentamente quien no viaja,/ quien no lee,/ quien no oye música,/ quien no encuentra gracia en sí mismo./ Muere lentamente/ quien destruye su amor propio,/ quien no se deja ayudar...".

Así comienza el poema con el que algunos han querido quedar bien e infundir ánimo de cara a 2009. El problema es que no es obra del poeta chileno, como ha confirmado la Fundación Pablo Neruda.

Este verso, y otros más circulan en Internet desde hace tiempo, "no sabemos quién se los ha atribuido a Neruda, pero los nerudianos que hemos consultado no los conocen", afirma Adriana Valenzuela, bibliotecaria de la Fundación.

Porque no es sólo Muere lentamente el único "falso Neruda" que encuentran los internautas. También, indica Valenzuela, le suelen atribuir al autor del Canto general los poemas Queda prohibido, que al parecer es de Alfredo Cuervo, escritor y periodista español, y Nunca te quejes, cuyo autor ignora la Fundación.

No es la primera vez, ni será la última que, como señala Fernando Sáez, director ejecutivo de la Fundación, cualquiera "le cuelga a un poeta famoso cuestiones que no ha escrito nunca y de autoría desconocida. Ya sucedió con un conocido texto atribuido a Borges sobre las maravillas de la vida, que ni con su mayor ironía habría soportado y menos escrito".

Y si sonado fue el caso del supuesto poema de Borges, Instantes, que María Kodama, la viuda del escritor, aclara que es de la escritora estadounidense Nadine Stair, más famoso fue aún el apócrifo atribuido a Gabriel García Márquez, La marioneta, con el que supuestamente el premio Nobel de Literatura colombiano se despedía de sus amigos, tras saber que estaba enfermo de cáncer.

"Si por un instante Dios se olvidara de que soy una marioneta de trapo y me regalara un trozo de vida, aprovecharía ese tiempo lo más que pudiera...", dice el texto cuya "cursilería" casi mata de verdad a García Márquez, como él mismo indicó al desmentir que el poema fuera suyo.

"Lo que me puede matar es la vergüenza de que alguien crea que de verdad fui yo quien escribió una cosa tan cursi", afirmó el Premio Nobel colombiano.

Muere lentamente es obra de la escritora brasileña Martha Medeiros, autora de numerosos libros y cronista del periódico Zero Hora, de Porto Alegre.

Cansada ya de que la gente siga creyendo que el poema es del poeta chileno, ella misma contactó con la Fundación Neruda para esclarecer la autoría del texto, dado que esos versos coinciden en gran medida con su texto A Morte Devagar, publicado en el año 2000, la víspera del Día de Difuntos.

En declaraciones a la agencia Efe, Medeiros reconoce que no sabe cómo empezó a circular en Internet el citado poema, aunque no es una sorpresa para ella, ya que hay "muchos textos" suyos que figuran en la red "como si fueran de otros autores". "Desafortunadamente, no hay nada que hacer", añade.

La Fundación coincide con Medeiros en que poco se puede hacer para detener esta bola de nieve en la red, ya que si se busca en Google Muere lentamente y lo asocia con Neruda, aparecen 19.100 enlaces
by clarin revista Ñ

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

DANIELA DA SILVA JANUÁRIO- SÃO LOURENÇO DA MATA-PE




DANIELA É UMA AMIGA -DE RECIFE-QUE OUVIU PELA RÁDIO JORNAL DO COMÉRCIO -RECIFE- EM 13.01.2009-ALGUÉM QUE IDENTIFICANDO-SE COMO M A U R O E QUE SOLICITAVA INFORMAÇÕES E LOCALIZAÇÃO DA MESMA.DANIELA É FILHA DE SELOMITA MACIEL DA SILVA E FRANCISCO JANUÁRIO FILHO.A MÃE RESIDIA EM S.PAULO-SANTO ANDRÉ QUANDO A TEVE E EM SEGUIDA FOI ENVIADA AOS 2 ANOS ENTRE 79 E 78 POR UMA MULHER QUE A ENTREGOU PARA SUA VÓ CHAMADA OLIVIA EM S.LOURENÇO DA MATA EM PERNAMBUCO.MORA EM SÃO LOURENÇO TRABALHANDO EM RECIFE.
PARA QUEM POSSA DAR O PARADEIRO DE SEUS PARENTES OU DO TAL MAURO,FAVOR ESCREVER PARA
paulovas@gmail.com

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

MINC

NIEMEYER EM J PESSOA-PB

É INCRÍVEL O DESCASO DA MÍDIA EM NAO FALAR E DESTACAR A OBRA DO GRANDE ARQUITETO BRASILEIRO OSCAR NIEMEYER EM JOÃO PESSOA-PB, PONTO EXTREMO DO BRASIL
PRECISAMOS CONHECER E DIFUNDIR; A VISTA E A POSIÇÃO DA OBRA É FANTÁSTICA, ESTIVEMOS LÁ.PRECISA-SE TAMBÉM DESTACAR O PAINEL MONUMENTAL DE FLÁVIO TAVARES,DENTRO DA PARTE COBERTA -AUDITÓRIO-ELE, FLÁVIO É ARTISTA PLÁSTICO PARAIBANO CONHECIDO INTERNACIONALMENTE.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

HÍTALO BANDEIRA APARECE E ILUMINA MUSICALMENTE A MPB



COM TIMBRE DEFINIDO VOANDO POR CIMA DE SIMILITUDES DE DJAVAN HÍTALO ESTA NO RECIFE E DAQUI CANTA PARA A MPB ATRAVÉS DO SEU ÚLTIMO DISCO A SER LANÇADO ESTE ANO E QUE TIVE OPORTUNIDADE DE OUVIR E DISCUTIR COM ELE
"O MELHOR DE NÓS"

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

3000 DOCUMENTOS SOBRE HEMMINGWAY


JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS,EM HAVANA, NA FORMA DIGITAL 3000 DOCUMENTOS DO ESCRITOR EM SUA ESTADA EM CUBA,QUANDO AO FIM DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Nesta terça-feira (6), quando é comemorado o Dia de Reis, a cerimônia da queima da lapinha marcará o fim do ciclo natalino


Nesta terça-feira (6), quando é comemorado o Dia de Reis, a cerimônia da queima da lapinha marcará o fim do ciclo natalino com grupos de pastoril, blocos líricos e orquestras de frevo no Pátio de São Pedro, no Centro do Recife, e no Sítio Trindade, em Casa Amarela, na Zona Norte da capital pernambucana. Ambas as festas têm início marcado para as 19h. Assim que a última palha do presépio for queimada, o período carnavalesco será aberto oficialmente
by jc